30 de abril de 2012

Dia 14 - Quem eu sou - A decisão

30 de abril de 2012 0

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer ver/investigar que eu realmente sou com vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto eu não tomar uma decisão absoluta em relação a quem eu sou como vida, irei sempre estar indeciso e a viver numa contradição que irá simplesmete manifestar depressão, stress e ansiedade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar à espera que as coisas aconteçam, que as coisas se resolvam sózinhas - em vez realizar que se eu não me der direcção de acordo com a decisão que tomo, nada irá acontecer, nada irá mudar e eu continuarei na mesma posição.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter disperdiçado tempo e pensar que estava a fazer o necessário em vez de ser honesto comigo mesmo e ver que na verdade só piorei as coisas por adiar a minha aplicação e dedicação em me estabelecer como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não confiar em mim na decisão sobre quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de fazer tomar a decisão absoluta devido ao medo de falhar que em mim existe.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer ver que quem eu serei como vida é uma decisão - e como tal, eu tenho de tomar a decisão absoluta em honestidade própria - e por a decisão em prática é o passo crucial em tornar a decisão real.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fugir de mim, de quem eu sou como vida, ao evitar tomar a decisão que eu sei tenho de tomar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não tomar a decisão irei permitir que o medo de tomar a decisão me controle - e se o medo me controla, eu sou menos que o medo, eu sou menos que a vida, eu sou menos do que a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar a decisão absoluta de me dedicar em absoluto a viver aqui a cada respiração, vivendo a decisão de quem eu serei como vida, expressando/fazendo/falando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser mais do que "uma decisão" em vez de realizar que eu só posso fazer uma coisa de cada vez, assim sendo, só posso tomar uma decisão e viver essa decisão passo a passo, respiração a respiração, vivendo a cada momento a decisão de quem eu serei como vida, puxando por mim para reestabelecer a minha auto confiança.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que esta decisão é a decisão mais fácil a tomar, e tudo o que necessito é tomá-la e vivê-la em absoluto.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar/pensar que eu não tenho a capacidade de confiar em mim e na decisão que tomo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que cada vez que eu falho abre-se um ponto que necessita de mais atenção - e isto não faz de mim um falhado - simplesmente abre a possibilidade de eu corrigir o/os ponto/pontos no/nos qual/quais ainda não estabeleci auto confiança e honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer mais do que aquilo que eu consigo fazer, e como tal evitar tomar uma decisão abosulta sobre um só ponto - em vez de realizar que eu não tenho escolha a não ser viver de momento a momento, estando absoluto e completo em cada passo que dou em direcção a manifestar a decisão.

Eu perdoo-e por me ter aceite e permitido ter-me definido como alguém que faz muitas coisas mas que não faz uma só coisa em absoluto, em vez de realizar que se eu tenho intenções de me realizar como vida, eu tenho de tomar essa decisão: a decisão de me ter uma resposta absoluta à pergunta "Quem sou eu como vida".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fugir de mim mesmo ao arruinar a minha auto confiança ao não tomar uma decisão em relação a quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu tenho a liberdade própria para decidir quem eu serei como vida.

Eu dedico-me a decidir quem eu serei como vida, definido pela minha liberdade própria de forma a ser aquilo que reflete em todas as relações na terra o resultado que é melhor para todos.

Eu dedico-me a tornar-me absoluto na minha decisão.

Eu dedico-me a estabelecer auto confiança ao tomar a decisão e ao manter a decisão, parando todos os pensamentos e sentimentos que me levam à auto sabotagem.

Quando e assim que me vejo a dúvidar da minha decisão. Eu páro e respiro. Nesse momento eu realizo que a dúvida é na verdade o medo de cometer erros e falhar que não passa da minha mente a arranjar desculpas para se "manter viva", pois à medida que eu puxo, as camadas da mente vão desaparecendo.

Quando e assim que me vejo a dúvidar de mim mesmo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que a dúvida destroi a decisão caso eu permita acumular a conversa de fundo que continua.

Quando e assim que me vejo a querer ser mais do que aquilo que eu decidi: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não me mantiver alinhado com a decisão ao simplesmente pô-la em prática - puxar por mim para viver o que é melhor para todos, irei destruir a minha dedicação, determinaçao, disciplina e assertividade em fazer o que é melhor para todos. Assim sendo eu dedico-me simplesmente a estar aqui como e em cada respiração, vivendo a decisão tomada.

Quando e assim que me vejo a ser menos ou a ser mais do que aquilo que eu decidi ser como vida como o que é melhor para todos: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que eu só posso fazer uma coisa de cada vez, e a decisão é a realização de tal - assim sendo eu dou-me direcão e expando auto confiança ao me dedicar em absoluto a permanecer  aqui com e como a respiração, expressando/vivendo a decisão em absoluto.



28 de abril de 2012

Dia 13 - Medo de falhar

28 de abril de 2012 0

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de falhar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de admitir que falhei.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter definido "falhar" como algo negativo, e como tal não querer ver que falhei quando a verdade da/das situação/situações está na minha cara.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me definido como alguém que não falha - que está sempre certo, que faz sempre tudo bem - e como tal evitar a todo o custo ver que falhei quando claramente esse é o caso em vez de realizar que admitir que falhei é na verdade um ponto de honestidade própria - ver, realizar, perceber e admitir a verdade/os factos: que não tenho as capacidades para ter sucesso em vez de viver na ilusão que as tenho e não fazer nada para me mudar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que falhar é na verdade uma porta para algo novo - assim sendo eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de entrar por uma nova porta devido ao medo de deixar a minha "zona de comforto".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma imagem de mim mesmo que não posso falhar - "O João não falha" - em vez de realizar que esta ideia é na verdade o ego da mente que me controla, limita e determina aquilo que faço ou não faço - e como tal eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que falhar é uma parte essencial da vida pois mostra os pontos nos quais ainda é necessário trabalhar / não estou pronto a enfrentar/lidar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que aqueles que falham são inferiores, são incapazes, e como tal acreditar que se eu falhar as pessoas irão pensar que eu sou inferior, que eu sou incapaz, e como eu me vejo como alguém superior e capaz eu não posso admitir que falhei - em vez de realizar que tudo isto é na verdade um sistema/programa da mente que me impede de "abrir a porta do falhanço".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ver e admitir que falhei não tem nada de mal, pois abre a possibilidade de começar de novo, não me permitindo cometer os mesmos erros, não me permitindo sabotar, não permitindo que a conversa de fundo na/da minha mente me controle outra voz.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de falhar na minha nova decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que só o meu ego irá defender a ideia que eu não posso falhar, que eu não posso admitir que "não estou preparado" - como tal não permito ser um escravo do ego esou honesto comigo quando vejo que falhei.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu falhar posso sempre começar de novo - é simplesmente necessário tomar a decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido estabelecer confiança própria ao admitir que falhei e começar de novo.

Quando e assim que me vejo a agir / falar / pensar baseado no medo que eu tenho de falhar: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que eu não me posso permitir viver na ilusão de que eu nunca falhei e nunca irei falhar, pois a verdade é que já falhei e irei falhar - e se eu não fizer paz com este facto irei fazer da minha vida um stress e uma ansiedade pegada, na qual tento viver de acordo com a ilusão que eu criei sobre mim na minha mente.

Quando e assim que me vejo a ter medo de admitir que falhei - perante mim mesmo e os outros - quando claramente falhei: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que a resistência que eu tenho em admitir o meu falhanço é na verdade o meu ego, e comot al eu não permito que tal me controle, pois isso seria eu falhar com a minha honestidade própria deliberadamente, sem qualquer respeito e integridade.

Quando e assim que me vejo a com receios/medos de falhar nas minhas novas decisões: Eu páro e respiro. Nesse momento eu realizo que o medo não me assiste de forma nenhuma - eu simplesmente vivo a decisão e se eu vir que esta não foi acertada, mudo a decisão, fazendo os ajustes necessários, e continuarei a fazê-lo até chegar ao ponto em que estou estável e satisfeito comigo mesmo. 

Quando e assim que me vejo a a ter medo de começar de novo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que este medo é o que me mantem na minha "zona de comforto" onde, aparentemente, está tudo bem, onde eu estou bem, mas na verdade o medo demonstra como eu não me permiti ter a coragem de me enfrentar e de me mudar - assim sendo eu puxo pelo ponto, começo de novo, acolho o novo, mudo-me e crio-me de novo, em honestidade própria.

Dia 12 - Medo de tomar decisões


Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões devido ao medo de errar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões que mudem a minha vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões que desestabilizem as minhas amizades em vez de realizar que as amizades são irrelevantes e insignificantes se eu não for honesto comigo mesmo, assim como aqueles com quem eu me dou/lido.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido evitar tomar decisões para me manter na minha zona de comforto em vez de realizar que a verdade sobre mim mesmo e sobre a vida está para além da "zona de conforto", caso contrário ja me tinha realizado como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer controlar as situações ao evitar tomar decisões que, aparentemente, me colocam fora do controle da situação.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de enfrentar os meus amigos e familiares com as decisões que eu sei perfeitamente que tenho de tomar para me respeitar, para me estimar, para estabelecer confiança em mim mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu não posso voltar atráz nas minhas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ver as coisas demasiado a "preto e branco", em vez de considerar todas as facetas, todas as dimensões - em vez de realizar que eu não me posso sequer estar limitado pelas decisões do passado, senão eu não estou a viver mas sim em modo automático no qual não existe vida nenhuma.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as minhas decisões apareçam feitas em vez de realizar que eu é que as tenho de tomar, eu é que tenho de me enfrentar e se eu não o fizer haverão eventos que me forçarão a fazê-lo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser inseguro em relação à decisão que eu tenho de tomar em vez de realizar que se eu não me mexer, algo vai por-me a mexer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido tomar decisões de forma absoluta para ter a certeza se a decisão é a correcta ou não, pois se não o fizer a decisão de forma absoluta eu nunca saberei se a decisão foi correcta ou não.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de assumir a minha decisão perante o mundo, mostrando a verdade sobre aquilo que eu permiti criar, aquilo que eu me permiti tornar, em vez de realizar que este medo mostra que ainda existe uma certa insegurança em mim assim como uma idea de mim mesmo que está em conflito com a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me definido de acordo com as decisões do passado que foram feitas baseadas na ideia-imagem de mim mesmo, em vez de realizar que se eu não fizer paz com o facto que as decisões não foram tomadas com e em claridade, eu continuarei na escuridão, na ansiedade, no stress, no desejo de viver uma vida que, eu vejo em honestidade própria, não é possível ser criada.

Quando e assim que me vejo a ter medo de tomar uma decisão que vai contra a ideia que eu tenho de mim mesmo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que esta ideia que eu tenho de mim mesmo não é real, não passa de uma imagem que eu criei na minha mente de acordo com aquilo que eu experiênciei e das definições que eu dei às experiências sem ter noção daquilo que eu realmente estava a experiênciar, e como tal a ideia/imagem/crença que eu tenho de mim mesmo não é o reflexo da minha honestidade prórpia.

Quando e assim que me vejo a ter medo de tomar uma decisão que me coloca fora da minha "zona de comforto" de acordo com a ideia/imagem/crença que eu tenho de mim mesmo: Eu páro e respiro. Assim realizo que estou no "bom caminho" para descobrir quem eu realmente sou, quem eu me permiti tornar - estou no "bom caminho" para me estabelecer em honestidade própria pois estou de facto a enfrentar o medo existente na/da mente que me tem controlado as decisões, a minha expressão, a minha direcção, a minha falta de responsabilidade e a minha confiança própria.




Dia 11 - Estarei pronto para morrer?

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido viver de forma a não estar pronto/preparado para morrer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não estou pronto/preparado para morrer é porque eu não estou a viver de uma forma completa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido existir como algo que não vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido viver entretido com coisas irrelevantes em vez de me didicar a me estabelecer de forma a que se eu morrer no próximo momento não há nada que eu deixe por fazer no sentido em que eu estou certo ter feito tudo o que podia para trazer a este mundo o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo da morte em vez de realizar que este medo reflete a o facto que eu nunca cheguei realmente a viver pois tenho estado entretido com coisas irrelevantes.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer viver os meus desejos e ignorar a situação neste mundo em vez de realizar que ao fazê-lo eu não me estou a estabelecer confiança própria, mas sim a tentar fugir da minha responsabilidade perante a situação neste mundo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar entretido na minha mente, com preocupações, com medo, com inseguranças e com stress em vez de tomar uma decisão e por-me a mexer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar atarefado com tarefas insignificantes, com preocupações que simplesmente me "pre-ocupam" em vez de me dar direcção, tomar decisões e enfrentar os pontos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar preocupado na mente com incertezas sobre o futuro em vez de ser honesto comigo mesmo, tomar decisões pô-las em prática de forma a testá-las, de forma a me estabelecer como vida, de forma a por em prática o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido lidar com as pessoas de uma forma egocêntrica, em vez de considerar o que é melhor para todos, e aplicá-lo, a todo o momento, sabendo que se eu morrer aqui neste instante eu fiz os possíveis (de acordo com o tempo que tive) para estabelecer neste mundo o melhor para todos, sendo a expressão de vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fazer musica da perspecitiva de agradar as outras pessoas para fazer dinheiro em vez de simplesmente fazer musica, SER musica.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer ver o que realmente se passa em mim que me impede de estar pronto para morrer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de enfrentar o que realmente se passa dentro de mim, ser honesto comigo mesmo ao tomar uma decisão em relação ao que eu de fazer e vivê-la.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido evitar tomar as decisões que sei que devo tomar devido ao medo que tenho  de me enfrentar a mim e as pessoas envolvidas nas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido causar stress no corpo, permitir-me viver contraido, existindo com o corpo tenso em vez de parar com este abuso próprio de uma vez por todas, fazer e dizer o que há a fazer e dizer, e andar para a frente com as decisões - de forma a estar pronto para morrer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de "ir ao fundo" em vez de me colocar "no fundo", pois daí não poderei afundar mais e só poderei "vir ao de cima" -- realizando que se eu não me der direcção, continuarei a "ir ao fundo", e como tal nunca estarei pronto para morrer pois não me investiguei "a fundo".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar para mais tarde o inevitável de me enfrentar, o meu mundo, as pessoas com quem lido, pensado que tenho forma de escapar - em vez de realizar que eu não tenho escolha, em vez de realizar que eu tenho de ganhar força e coragem para me enfrentar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que trata-se de um simples passo - no entanto difícil - de ser honesto comigo mesmo, não permitir que a minha ideia do que "devo de fazer" me controle.

Quando e assim que me vejo  a ser levado por emoções e sentimentos em vez de ser honesto comigo mesmo e tomar as decisões em honestidade própria: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não for honesto comigo mesmo nas minhas decisões, eu nunca estarei pronto para morrer.

Quando e assim que me vejo a ter medo de ser honesto comigo mesmo: Eu páro e respiro. Assim realizo que se eu não puxar por mim para dar direcção ao ponto em honestidade própria - estou a criar consequências que irão ocorrer inesperadamente o que tornará toda a situação ainda mais dificil.

Quando e assim que me vejo numa situação na qual experiêncio movimentos energéticos em mim: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que tenho de agir em honestidade própria independentemente da resistência que tenho em faze-lo, caso contrário estei criar futuro arrependimento. Assim realizo que a experiência energética não é real mas sim uma ilusão que me está a mostrar que se eu não me der direcção o arrependimento irá "bater à porta" e fazer com que o processo de realização seja prolongado e mais doloroso, para mim e para todos.

Quando e assim que me vejo perante uma decisão na qual experiêncio movimentos energéticos: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não tomar uma decisão baseada na certeza que não estou a criar arrependimento quer dizer que eu não estou pronto para morrer. Assim sendo, tomo a decisão com a certeza que não arrepedimento existirá no momento seguinte, e se eu morrer nesse mesmo momento, eu estarei pronto.





25 de abril de 2012

DIa 10 - Medo de falar

25 de abril de 2012 0

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não falar / dizer o que vai dentro de mim de forma a parecer que está tudo bem comigo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não falar /dizer o que vai dentro de mim devido ao medo magoar a "sensibilidade" das outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido reprimir o que vai dentro de mim e "meter uma cara" como se estivesse tudo bem comigo quando na verdade existe um reboliço dentro de mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não dizer o que vai dentro de mim devido à ideia que eu tenho da outra pessoa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me inferior e como tal evitar dizer o que vai dentro de mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não dizer o que vai dentro de mim / o que sinto devido ao meu medo de entrar em conflito em vez de ver a praticalidade do que tenho a dizer e expressá-lo sem quais quer problemas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter a ideia que certas pessoas têm de ser respeitadas - devido às suas idades - e como tal devo reprimir o que vai dentro de mim porque têmo a forma como as pessoas possam reagir.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que a voz que me diz que "eu não posso falar" -- "não, não posso dizer isto..." é real em vez de realizar que não passa do meu programa de medo de conflito.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que esteja sempre tudo bem em vez de realizar que - se eu for honesto comigo mesmo - eu não estou bem, e prova disso são os meus pensamentos que me controlam e limitam o que eu digo e o que eu faço, e como tal eu tenho de enfrentar a mentira que é a minha mente e corrigir-me ao simplesmente me expressar em honestidade própria, com senso comum, considerando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido hestitar e evitar dizer oq ue vai dentro de mim devido ao medo de conflito em vez de realizar que o que quer que eu diga em honestidade própria, ao me dar direcção, sem ter segundas intenções ou ideias/crenças pre-formadas sobre quem me está a ouvir, considerando o que é melhor para todos, em senso comum é sempre a minha expressão como quem realmente sou, e como tal, reprimir-me é defacto auto sabotagem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer controlar as situações para que esteja sempre tudo "em ordem" ao evitar dizer o que vai dentro de mim, ao reprimir a minha expressão, em vez de enfrentar o medo que me controla ao não me permitir ser controlado pelo mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar/acreditar/ter a ideia que as pessoas irão sempre reagir àquilo que eu tenho para dizer em relação ao que se passa dentro de mim, ao que eu estou a "pensar" em vez de realizar que este medo foi criado quando eu era criança de modo a que eu respeitasse os adultos que "sabem sempre" "o que é melhor para mim", que "sabem sempre tudo sobre tudo e todos", em vez de realizar que esta foi a forma utilizada para reprimir a expressão, a curiosidade e a inocência das crianças.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu tenho de me conter para manter o meu mundo estável em vez de realizar que se o meu mundo continuar "estável" quer dizer que eu não mudo, quer dizer que eu não estou disposto a mudar de verdade, quer dizer que eu estou a escolher o "conforto" da minha mente/realidade ilusória" em vez de puxar para que eu enfrente o que é verdadeiramente real - para REALizar quem eu realmente sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de dizer a verdade de mim mesmo - aquilo que vai dentro de mim - de forma a evitar conflito, de forma a manter as relações que tenho com as pessoas, de forma a fazer com que as pessoas me aceitem e gostem de mim - em vez de realizar que eu estou a querer manter relação que na realidade não existe pois não passa de duas mentes - a minha e a da outra pessoa - a encontrarem uma forma de lidarem uma com a outra ao aceitarem a treta que cada uma tem em vez de eu me expressar como um ser, um e igual com quem quer que eu comunique, com todos, sem ideias de inferioridade ou superioridade, respeito ou respeitado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido reprimir fazer perguntas devido ao medo que tenho de fazer "perguntas parvas" em vez de realizar que "parvo" é aquele que finge perceber.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de expor o que vai dentro de mim devido ao medo de de ser rejeitado em vez de realizar que em honestidade prórpia nada do que eu diga me irá "fazer mal" e mesmo que haja reacção por parte da outra pessoa eu estou seguro do meu ponto de partida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido dizer algo que ofenda a outra pessoa e que daí surja um conflito em vez de realizar que o conflito já existe em mim à medida que eu reprimo o que "sinto" dentro de mim - os movimentos energeticos que eu permito que me dêm direcção em vez de ser eu a não permitir ser controlado pelos mesmos e desta forma vou-me mudando e estabelendo quem eu me permito ser.

Quando e assim que me vejo a ter medo de expressar o que vai dentro de mim: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a ser levado/controlado pelos meus sentimentos - sendo assim não permito que tal continue e passo a expressar o que vai dentro de mim, em honestidade própria e senso comum.

Quando e assim que me vejo a hesitar dizer o que vai dentro de mim: Eu páro e respiro. Nesse momento vejo em mim qual a razão pela qual estou a hesitar falar, e caso a razão seja energética - medo - eu não permito que o controlo da mente se prolongue e expresso o que for necessário em senso comum e honestidade própria e desta forma estabeleço quem eu realmente sou.

Quando e assim que me vejo a evitar falar de forma a querer apresentar/mostrar algo às outras pessoas que não represnta quem eu realmente sou mas sim a minha mente: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a ser controlado pela mente que me limita a expressão e como tal não permito que tal aconteça e expresso o que "vai em mim" em honestidade própria, sem querer ser "isto ou aquilo" de acordo com a imagem que tenho de mim mesmo na minha cabeça.

Quando e assim que me vejo a ter um movimento energético dentro de mim relacionado com a situação e pessoa com a qual me encontro e como consequência reprimo a experiência de forma a esconder o que realmente se passa para que a minha imagem/apresentação pareça estável - pois é isso mesmo que eu tênciono mostrar ser: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a tentar mostrar que "sou forte" e que "não tenho sentimentos" em vez de me expressar abertamente, sem querer que as outras pessoas pensem que eu sou "assim ou assado",  expresso-me incondicionalmente considerando o que é melhor para todos, em senso comum e honestidade própria.


24 de abril de 2012

Dia 9 - A imagem de mim mesmo na minha mente

24 de abril de 2012 0
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido existir de acordo com a imagem de mim mesmo que existe na minha mente em vez de realizar que tudo isso é na verdade o que me está a limitar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que a imagem que eu tenho de mim mesmo ma minha mente é real em vez de realizar que não passa das várias imagens/fotos que eu tirei com os meus olhos e armazenei na minha mente durante a minha vida e que agora as uso para eu me definir/criar uma entidade/personalidade que é na verdade a minha limitação pois quem eu realmente sou não é uma imagem - e ao me permitir ser controlado por esta imagem estou na verdade a aceitar ser menos que esta imagem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma imagem de mim mesmo como alguém alegre e bem disposto em vez de realizar que tal esconde a verdade de quem eu me permiti tornar -- esconde toda a negatividade que existe em mim e que eu acabei por reprimir pois, de acordo com a imagem, eu tenho de me portar como alguém bem disposto, alegre, sempre tranquilo, sempre na boa --- enquanto toda a raiva, o ciúme, a inveja, o medo, o stress, a culpa, o arrependiment continua em mim a consumir-me lentamente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir-me como a cor vermelha/encarnada: no qual defino como sendo algo quente, alegre, forte, expressivo - em vez de realizar que esta cor esconde a minha "face negra" que eu evito a todo o custo enfrentar - em vez de realizar que é "esta face" que me impede de ver e expressar quem eu realmente sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir-me de acordo com a imagem que eu tenho de mim mesmo como "gozão", alguém engraçado, alguém que "anima a malta" mas que ao mesmo tempo é reservado e "modesto" na sua atitude - de forma a não parecer "convencido" - em vez de realizar que esta é uma forma de "ser convencido" ao tentar convercer-me que não o sou.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter a imagem de mim mesmo como alguém que "tem sempre razão", "que sabe tudo", "que é inteligente" - e usar tal imagem como uma forma de me sentir superior em vez de realizar que eu não sou tal imagem, e mesmo que seja mais "inteligente" ou mesmo que "saiba mais" que outras pessoas isso não faz de mim superior mas sim coloca-me numa posição de maior responsabilidade para resolver o abuso que existe.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer se mais e melhor que os outros e como tal construir uma certa imagem de mim mesmo na minha mente de forma a manifesta-la neste mundo em vez de realizar que estou na verdade a limitar-me e a separar-me de tudo e todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me inferior quando lido/estou com alguem que defini como sendo mais "inteligente", com "sabedoria", mais "bonito", mais "atraente", mais "expressivo", mais "articulado", mais "expressivo", mais "sexy" - em vez de realizar que tudo isto são ideias que eu defini como "boas qualidades" que eu pretendo ter e penso, de uma maneira ou de outra, ser.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma imagem/ideia de mim mesmo como sendo superior a certas pessoas e inferior a outras, em vez de realizar que nesnhuma destas ideias é real pois dependem da ideia que eu tenho sobre mim e sobre as ideias que eu tenho sobre as outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir-me como "engraçado" e acabar por ser "o engracadinho" numa tentativa de ser aceite pelas pessoas em vez de realizar que este meu padrão é na verdade a minha insegurança / falta de confiança que cria a necessidade de aceitação/aprovação das outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido, de acordo com a imagem que eu tenho de mim mesmo na minha mente, fingir ser alguém que na realidade não existe, em vez de parar fingir e expressar quem eu realmente sou como vida, aceitando-me por completo: o meu corpo, o que eu sei, como falo, o que falo, como me expresso - em vez de me permitir mudar de personalidades de acordo com a situação, locais e pessoas com que me encontro.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar a forma como eu falo, o que sei, a minha aparência - definir-me como insuficientemente "bom" e como tal criar uma personalidade para compensar o que eu penso falar para depois esperar ser aceite pelas pessoas que me rodeiam - em vez de parar fingir, investigar a fundo aquilo que me tornei, como me tornei nesta personalidade e mudar-me por completo de forma a viver em honestidade própria a cada momento.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar que certas pessoas gostem de mim, desejar que certas pessoas falem comigo, que certas pessoas me quiram por perto, que certas pessoas me aceitem em vez de realizar que eu estou sózinho - que Eu, na verdade, já sou tudo e todos, um e igual com e como a vida, e como tal, desejar ser aceite por outras pessoas demonstra que eu ainda não me permiti tornar o que quer que essas pessoas representem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de não ser "bom o suficiente" e como tal criar personalidades e ideias/imagens de mim mesmo que acabo por "atuar" para ser aceite pelos meus amigos e familiares, em vez de se honesto comigo mesmo e expressar quem eu realmente sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que os meus pensamentos em relação a mim mesmo - como eu devo agir, o que devo dizer nesto momento de acordo com quem me está a ouvir - são reais em vez de realizar que são de facto o programa da minha mente que me define como uma personalidade que controla o que digo e o que faço, como, porquê, quando, onde e com quem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido entrar no modo automático (personalidade) de acordo com as pessoas com quem me encontro em vez de me dar direcção em honestidade própria de modo a corrigir os pontos nos quais me permito ser controlado pela imagem que tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido controlar os sentimentos que sinto de forma a esconder aquilo que realmente estou a experiênciar em vez de para, respirar e investigar aquilo que realmente se passa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido reprimir o que sinto - o meu "lado feminino" - de forma a "esconder os meus sentimentos" para que todos pensem que "eu sou forte" em vez de me abrir comigo mesmo, investigar o que reprimo na totalidade e tomar direcção para fazer a correcção quando for necessário, expressando o meu lado "feminino" e "masculino" sem ideias/crenças pre criadas.

Quando e assim que me vejo a agir de acordo com a minha / as minhas personalidade/s baseado na imagem/ideia que eu tenho de mim mesmo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que ainda não investiguei em detalhe "quem eu me permito ser" (como mente) nesse determinado momento, e como tal tenho ainda de explorar o ponto até entender todas as relações e todas as formas que a mente tem para me controlar e limitar  caso eu permita.

Quando e assim que me vejo a controlar aquilo que sinto de forma a esconder o que realmente se passa comigo: Eu páro e respiro. Assim realizo que estou a peprimir algo que existe em mim de forma a manter/apresentar uma certa e determinada imagem/ideia de mim mesmo para o exterior de forma a "parecer bem" para ser aceite por outras pessoas.

Quando e assim que me vejo a "ser engraçado" de forma a ser aceite por outras pessoas: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a querer que as outras pessoas me aceitem em vez de eu me aceitar incondicionalmente sem nenhum desejo que as outras pessoas também o façam pois na verdade, eu, ao ser honesto comigo próprio, estou a incluir-me no "grupo" que é a vida e a expressar-me como vida, um e igual como tudo e como todos.

Quando e assim que me vejo a por um sorriso de forma a ser aceite por outras pessoas /de forma a concordar com outras pessoas - quando na verdade existe uma conversa de fundo na minha mente na qual estou a julgar a pessoa e/ou a "dizer" "tirem-me daqui": Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não me der direcção para ser honesto comigo mesmo e expressar o que deve ser expresso irei tornar-me uma vítima da mente e irei criar um loop temporar no qual acabarei por enfrentar o mesmo ponto -- por isso, em vez de tentar enfrentar o inevitável mais tarde, enfrento-o no momento.

Quando e assim que me vejo a tentar esconder toda a negatividade que existe em mim ao me agarrar a uma imagem que tenho de mim mesmo de alguém alegre, bem disposto, sorridente, porreiro, tranquilo: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que "meter o pó debaixo da carpete" não o irá fazer desaparecer, e eventualmente não haverá mais espaço para tanto "pó" e irei "rebentar". Assim sendo eu enfrento "o pó", enfrento a "poeirada" que esconde quem eu realmente sou sem me permitir julgar, sem desejar se mais, sem me permitir sentir menos, sem competir, sem ser ganancioso. Eu enfrento aquilo que me tornei, e mudo-me de forma a me tornar um e igual com e como a vida.


Dia 8 - Viver os meus desejos / Sentir-me realizado


Eu perdoo-me por me aceitar e permitir ser controlado pelos meus desejos em vez de considerar toda a vida e fazer com que o "desejo de toda a vida" seja também o meu desejo: Que tudo seja igualmente respeitado como um e igual de forma a acabar com todas as formas de abuso existentes.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido "seguir os meus desejos" enquanto existem pessoas neste mundo que nem comida têm para comer em vez de fazer com que toda a vida seja realmente respeitada para só depois "experiênciar os meus desejos" mesmo que só os venha a concretizar na próxima vida ou na próxima - enquanto existir abuso eu faço a minha da missão garantir que o abuso tenha um fim para sempre.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter o desejo de me sentir realizado ao contretizar os meus planos em vez de considerar a situação global e primeiro fazer com que toda a gente tenha realmente a oportunidade de concretizar os "seus desejos" sem que haja abuso.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido construir a minha vida à volta dos meus desejos pessoas para me sentir realizado em vez de realizar que este mundo está numa situação caótica e que se eu não fizer nada sobre o que se passa farei parte do caos e não da solução - como tal eu não me permito ser leado peslos meus "desejos pessoais" que fazem na realidade parte da minha mente/mentira e foco-me em estabelecer neste mundo o melhor para todos para que todos tenham realmente a oprtunidade de "se sentirem realizados".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o meu "desejo de me sentir realizado" é na verdade o meu desejo de "me encontrar" - de realizar quem eu realmente sou - noutras palavras, é o acto de me tornar real, e tal só é possivel ao ser honesto comigo mesmo, ao disciplinar-me e estar absolutamente determinado em transcender a mentira que é a mente fazendo com que seja implementado nesto mundo o que é melhor para toda a vida a todos os níveis.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar cego com a ideia que se eu seguir os meus desejos para me sentir realizado irei ser feliz em vez de realizar o facto que esta felicidade é só baseada em energia da mente que só dura até não houver mais "combustível" para arder -- "combustível" sendo o resultado de eu me separar de quem eu realmente sou que liberta uma energia assim como acontece ao se dividir o átomo: eu separo-me de mim mesmo (divido-me) e dá-se a libertação de uma energia que me incandeia (cega) e que tem uma duração momentânia.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o meu desejo de me sentir realizado é algo que me foi programado pela familia, amigos, sociedade e cultura de forma a me tornar um indivíduo que é aceite pelos mesmos em vez de realizar que a minha realização própria de quem eu realmente sou é o verdadeiro desejo de cada um de nós mas que foi substituído por desejos de interesse próprio que não consideram toda a vida como igual.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer/desejar tornar reais os meus desejos/planos individuais em vez de realizar que existem outras prioridades que vão para além da insignificancia dos "meus desejos/sonhos".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido colocar o meu interesso pessoal - os meus desejos - à frente do interesse de toda a vida em vez de tornar o interesse de toda a vida um e igual com e como o meu interesse.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido dar mais valor aos meus desejos / interesses pessoais do que o que é melhor para todos em vez de realizar que o que é melhor para todos é na verdade o meu único e verdadeiro interesse.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido colocar-me numa situação de polaridade ao não me dar um momento para relaxar /divertir-me porque aparentemente o que é interesse próprio / desejo individual é mau em vez de realizar que o sistema todo tem de ser mudado e como tal eu estou limitado na diferença que posso fazer, e como tal eu posse e devo dar-me tempo e espaço para me VIVER pois esse é no fundo o propósito de eu colocar o interesse de todos - o que é melhor para todos - como prioridade para toda a minha existência.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar/acreditar/formar a ideai que eu não me posso divertir de maneira nenhuma enquanto existem pessoas neste mundo a sofrer imensamente em vez de realizar que tal seria eu colocar-me na polaridade de castigo próprio como "culpa" em vez de me dar momentos durante o dia no qual sou para mim mesmo a prova que vale a pena ser disciplinado e determinado a implementar um sistema que considera todos como iguais para que todos tenham a oportunidade de se expressarem como quem realmente são como vida.

Quando e assim que me vejo a pensar nos meus sonhos, naquilo que quero experienciar, sem considerar a situação de todos neste planete:Eu páro e respiro. Assim realizo que "seguir os meus sonhos/desejos" sem considerar tudo e todos estou na verdade a ignorar-me a mim mesmo, estou-me a abusar, estou a entrar em conflicto comigo mesmo pois estou simplesmente pois eu tenho de "ganhar" pa experiênciar os meus  "sonhos/desejos" enquanto milhões de pessoas "perdem" e existêm numa luta de sobrevivência.

Quando e assim que me vejo a sentir-mr mal comigo mesmo pois considero que eu "tenho muita sorte" enquanto milhões têm uma vida miserável: Eu páro e respiro. Assim realizo que "os meus desejos/sonhos" são na verdade insignificantes comparando com as necessidade de todos quem nem sequer são providênciadas.

Quando e assim que me vejo a pensar no meu futuro e a "sonhar acordado" perdido nas ilusões de desejos baseados na imagem que tenho de mim mesmo: EU páro e respiro. Assim realizo que me estou a sabotar ao me separar do resto da humanidade/vida em vez de alinhar a minha acção, dedicação, disciplina, tempo, determinação e direcção com aquilo que é melhor para todos - assim sendo, puxo por mim mesmo para me realizar como vida à medida que demonstro a outros como o fazer.

Quando e assim que me vejo a criar planos baseados em interesse próprio que excluem por completo a realidade nesta terra: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a colocar os desejos da mente como prioridade em vez de colocar o interesse de todos em primeiro lugar fazendo com que tal se torne uma realidade.

Quando e assim que me vejo a ir para a polaridade de "não me divertir" / "não cuidar de mim" / "não me considerar importante": Eu páro e respiro. Assim realizo que estou a ser duro comigo, que estou a ver-me como inferior, estou a fazer de mim mesmo um mártir, a sacrificar-me em vez de me considerar como igual, em vez de realizar que este processo trata-se de me tornar um e igual com e como a vida, e como tal está implicito que eu Viva.

Quando e assim que me vejo a arranjar desculpas para não expressar aquilo que aqui defendo - a vida, o que é melhor para todos - de forma a manter uma certa imagem, de forma a manter as minhas "amizades", de forma a não "magoar as pessoas": Eu páro e respiro. Assim realizo que ao fazê-lo estou-me a sabotar, estou-me a diminuir, estou-me a definir como sendo a mente em vez de realizar que na verdade sou tudo e todos, e como tal é simplesmente estúpido permitir-me ser menos do que aquilo que eu sou como vida, como tudo e todos - nesse momento expresso a verdade, nesse momento estabeleço-me como quem realmente sou, nesse momento faço a absoluta afirmação da minha dedicação em tornar este mundo o que é melhor para todos, e vivo a expressão do que tal realmente significa.

22 de abril de 2012

Dia 7 - Desejo de ter sucesso

22 de abril de 2012 0

Eu perdoo-me por me ter aceie e permitido ter inveja e ciúme de pessoas bem sucedidadas no sistema e  sentir-me inferior.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido comparar-me com outras pessoas de forma a me sentir bem - caso permita e aceite acreditar que sou melhor que essa pessoas em certos aspectos - ou inferior - caso me permita acreditar que sou pior que essa pessoa em certos aspectos - em vez de realizar que esta comparação é na verdade a competição da mente que quer sempre ganhar e se não o fizer é porque "há um problema na mesma" e como tal é necessário a mente sentir-se mal porque "não merece" ser igual e um.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ver os meus amigos e colegas terem sucesso e sentir-me mal comigo mesmo por ainda não ter o mesmo nível de successo que eles alcançaram em vez de realizar que na verdade isto não passa de uma competição na qual eu "quero ser o melhor" de forma a ganhar e a ser adorado e querido pelas pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter inveja daqueles que têm sucesso em vez de com eles aprender.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido comparar as minahs capacidades com as capacidades dos outros e sentir-me bem ou mal comigo mesmo dependendo se me acho "melhor" ou "pior" que o outro.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser como os outros em vez de realizar que eu sou eu e como tal devo de me desenvolver até atingir o meu potêncial como ser humano neste corpo e neste tempo e como tal serei igual a todos os outros que façam o mesmo e a comparação torna-se irrelevante pois não passa de ideias/crenças na mente baseadas em ideias e crenças sobre quem eu penso ser.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser melhor que os outros e quando vejo que os outros têm sucesso sinto-me um falhado em vez de realizar que isto não passa do meu ego/mente que me controla/diminui - e para além disso, o "meu caminho" é o "é o caminho que eu crio / criei" - como tal sou eu que decido, sou eu que estabeleço a minha caminhada.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "sucesso" é um termo contaminado pelo actual sistema capitalista de competição e separação em vez de realizar que "sucesso" é ser honesto comigo mesmo a cada momento de respiração, expressando quem eu realmente sou como um e igual como e com todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar ter sucesso de acordo com a definição de competição em vez de me dedicar e manter-me determinado e disciplinado a ter sucesso em ser honesto comigo mesmo a cada momento de respiração e dar-me direcção de forma a fazer e falar o que é melhor para todos - puxar/estabelecer neste mundo igualdade e unidade como Vida como quem realmente somos.

Eu perdoo-me por ter definido o meu sucesso baseado simplesmente em fazer dinheiro com musica em vez de realizar que neste pondo ja me estou a limitar e a estabelecer o meu "falhanço" pois a musica é uma expressão de quem eu sou, e o dinheiro é simplesmente o resultado de pessoas admirarem a minha expressão e darem apoio e suporte para o continuar a fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar ter sucesso para me sentir realizado e "mais que os outros" - pensar/acreditar que tal sucesso me define como "mais que os outros" - e sentir-me inferior enquanto não tiver sucesso.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido ter "o desejo escondido" que outras pessoas não tenham sucesso para que eu tenha e como tal sentir-me mais que os outros.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não considerar toda a vida no "meu caminho do sucesso" - em vez de realizar que verdadeiro sucesso é o mundo inteiro com um e igual, no qual todos os seres se expressam em honestidade própria como um e iguais, a cada momento da respiração.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido entrar num modo competitivo de sucesso em vez de dar apoio incondicional a todos para que todos tenhamos sucesso em expressar-mos quem realmente somos como um e iguais, como vida.

Quando e assim que me vejo a sentir inferior por ver outras pessoas sucederem enquanto eu continuo na mesma posição. Eu páro e respiro. Assim realizo que este sentimento/emoção não é real, e que se eu quero ter sucesso no sistema é necessário dar os passos necessários, no entanto não me irei permitir e aceitar "jogar sujo": eu simplesmente foco-me em expandir a minha expressãoe a dar os passos necessários para que a musica chega aos ouvidos de todos.

Quando e assim que me vejo a definir sucesso como dinehiro e fama - eu páro e respiro. Nesse momento realizo que sucesso são as acções que sucedem cada momento da respiração enquanto eu me expresso como quem realmente sou como vida, disciplinando-me a estabelecer no mundo o que é melhor para todos -- Esta é a minha tarefa, e o meu sucesso existe em cada momento que eu me aplico para tornar tal uma realidade.

21 de abril de 2012

Dia 6 - Mente física automatizada

21 de abril de 2012 0

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não estar atento áquilo que digo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido estar com atenção aos momentos e locais em que me encontro e como falo/ajo de uma forma pre programada em vez de estar atento à minha respiração e falar em honestidade própria, dando direcção a todo o que digo e faço.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido saltar para conclusões e agir/falar de uma forma pre-programada em vez de realizar que se eu não der direcção a mim a todo o momento eu serei um escravo da minha personalidade e farei das outras pessoas alvos de um programa de abuso.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido ser teimoso em reconhecer os meus erros em vez de realizar que esta teimosia não é quem eu realmente sou mas sim a mente que defende  a sua ideia de que está sempre certa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser levado pelo automatismo da mente que me controla e limita atravéz de personalidades em vez de estar ciente da minha respiração e agir em honestidade própria, garantindo que tudo o que eu digo e faço reflete quem eu sou como vida, um e igual a todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que sei tudo e que estou sempre certo em vez de realizar que tal é defacto uma ideia da mente que determina a minha limitação como incapacidade de considerar tudo e todos como um e iguais como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser e estar constantemente sujeito aos automatismos físicos da mente que determinam o meu tom de voz, as minhas palavras e os meus gestos - em vez de estar aqui presente um e igual com e como a respiração, e desta forma dou-me direcção e determino a todo o momento o meu tom de voz, as minhas palavras e os meus gestos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar defensivo, reagir e não querer enfrentar a minha desonestidade como teimosia em vez de respirar, "deixar ir" e dar-me direcção, desta forma transcendendo o meu ego nesse momento e acumulando a correcção final.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido  acreditar que as outras pessoas não sabem nada e que eu é que sei tudo, e como tal ignoro o que as outras pessoas têm a dizer pois acredito que eu já sei tudo e não preciso que ninguém me diga nada.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido assumir certas coisas sobre pessoas e agir/falar de acordo com tais suposições em vez de estar "limpo" e claro antes de comunicar mesmo que seja uma só palavra, mesmo que seja um só som, mesmo que seja um só gesto.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido crer que os pensamentos, gestos e tons de voz que expresso representam quem eu realmente sou em vez de realizar que eu me programei de forma a ser uma personalidade que tem de sobreviver neste sistema de abuso e como tal não posso de forma nenhuma confiar no programa e deixar-me levar pelo automatismo mas sim estar presente como a respiração e dar direcção a todas as palavras e actos de forma a expressar o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não considerar a posição das outras pessoas e saltar para conclusões baseadas na crença que "eu sei tudo" em vez de me colocar nos pés das outras pessoas, dar tempo para entender a situação com que estou a lidar e só depois me expressar com o ponto de partida do que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido assumir que toda a gente se encontra no mesmo nível de entendimento que eu e quando vejo que tal não é verdade reajo devido à falta de entendimento das outras pessoas ou meu, em vez de realizar que todos estamos, por enquanto, a níveis de entendimento diferentes e como tal é necessário dar tempo e espaço - ser paciênte - de forma a que a comunicação seja clara e que, eventualmente, estejamos todos ao mesmo nível de entendimento.

Eu perdoo-e por me ter aceite e permitido julgar-me como falhado e zangado comigo mesmo quando vejo que não dei tempo e espaço a outro individuo para se expressar e realmente colocar-me nos pés do outro em vez de ser também paciente comigo quando cometo erros - quando salto para conclusões - e não me permitir ficar agarrado ao sentimento de culpa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que o sentimento de culpa por "falhar/cometer erros" é real em vez de realizar que tal continua a ser o meu ego que "está sempre certo".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido custar aceitar que errei, assumir o erro e deixá-lo ir em vez de realizar que toda esta resistência é o meu ego/personalidade que me controla durante todo o processo de comunicação.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que sou os pensamentos que "sabem tudo" e/ou "mais que os outros" em vez de realizar o facto que na verdade só sei aquilo que fui programado para saber e há muito que na verdade não sei e nem sequer chego a dar-me a oportunidade a considerar devido a este mesmo ego - por esse motivo eu páro de participar nestes pensamentos e dou-me direcção para estar um e igual com o entendimento de outros seres ao me colocar nos pés dos mesmos e ouvir em humildade - e só depois falar em senso comum sem permitir que a mente/ego faça parte da comunicação.

Quando e assim que me vejo a assumir que sei o que se passa e a agir/falar de uma forma automática: eu páro e respiro. Assim realizo que estou a ser controlado pela mente física e como tal dou-me direcção para me expressar em unidade e igualdade com base no que é melhor para todos.

Quando e assim que me vejo a saltar para conclusões baseadas naquilo que eu penso saber/assumo: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que não estou a considerar todas as facetas/dimensões da situação pois estou simplesmente a ser controlado e limitado pela "visão" limitada da mente", e como tal não me permito participar em tais reacções e dou-me tempo e espaço para considerar todas as dimensões/facetas da situação com que me encontro a lidar, e desta forma vou-me expandindo e establecendo a minha expressão como quem realmente sou.

Quando e assim que me vejo a ter pensamentos baseados na suposição que eu "sei o que se passa" / "sei como as coisas são": Eu páro e respiro. Assim realizo que o que eu iria dizer/fazer seria baseado numa ideia/crença e como tal seria de facto um automatismo da mente - sendo assim não permito que a crença/ideia me controle/limite e exploro o assunto em mais detalhe, colocando questões adequadas antes de chegar a uma conclusão.

Quando e assim que me vejo a sentir mal comigo mesmo por ter cometido um erro: Eu páro e respiro. Assim realizo que esse sentimento de culpa e arrependimento não é real mas sim a mente - como ego - a prolongar o seu controlo sobre mim. Sendo assim realizo que não se pode mudar o que foi feito, mas posso sim preparar-me para quando enfrentar o mesmo ponto.

Quando e assim que me vejo a defender a minha ideia/crença que estou certo: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou na verdade a defender o meu ego/mente e como tal corrijo o ponto no momento, dizendo e fazendo o necessário para  expressar quem eu realmente sou como um e igual como vida - fazendo e dizendo o que é melhor para todos.



20 de abril de 2012

Dia 5 - Convencer os outros

20 de abril de 2012 0
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer convencer outras pessoas - amigos e familiares principalmente - que a unidade e igualdade como vida é defacto a solução em vez de me tornar isso mesmo e dar direcção ás pessoas para que realizem o que me levou a começar este processo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer convencer outras pessoas que o Desteni e a sua mensagem é a solução e que tudo o que é partilhado pelo Desteni é de facto verdade em vez de realizar que eu não posso convencer ninguém sobre nada - cada um têm de realizar por sí /ver por sí o que é a verdade existente em cada um e só depois será possivel cada um ver/realizar a veracidade de tudo o que o Desteni partilha.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar/ter a necessidade de pessoas que eu conheço oiçam o que eu digo em relação ao que se passa neste mundo e como podemos mudar - em vez de ser incondicional na minha expressão e falar/agir sabendo que cada um tem de realizar por sí o que é verdade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter conversas dentro de mim sobre o que eu possivelmente diria a pessoas que não percebem a mensagem e/ou não querem perceber - e nessa conversa entrar em conflicto com as pessoas e querer mostrar que "eu estou certo" em vez de realizar que cada um tem de ver por si o que é certo neste mundo e mudar de forma a ficar alinhado com tal.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar como é dificil convencer as pessoas que o que é partilhado pelo Desteni é real.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar as outras pessoas como inferiores por não perceberem a simplicidade da mensagem e pensar que não vale a pena sequer tentar fazer com que as pessoas percebam.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido separar a minha certeza de mim mesmo ao desejar que as outras pessoas percebam/entendam o mesmo que eu entendo de forma a confirmarem que aquilo que eu "defendo" é na verdade o que "tem de ser defendido".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as outras pessoas concordem comigo para que não haja conflicto e, como tal, que fique tudo bem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar a absoluta decisão de levar este processo até ao fim devido ao medo de enfrentar os meus amigos e familiares que, muito provávelmente, não irão concordar comigo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as pessoas à minha volta concordem com a mensagem do Desteni e que se começem a aplicar para que "tudo seja mais fácil" da perspecitiva de não haver conflito/confronto no meu ambiente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar/querer que as pessoas à minha volta se apliquem no processo de honestidade própria e perdão próprio de forma a criar uma união e certeza que eu creio necessitar para levar o meu processo para a frente de forma absoluta e incondicional -- em vez de realizar que, em honestidade própria, eu não tenho na verdade escolha a não ser aplicar-me e puxar por mim e dar-me direcção se é que eu tenho intenções de me tornar real -- caso contrário eu serei escravo de acontecimentos aos quais não tomei a responsabilidade de dar direcção.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma conversa de fundo na minha mente entre mim e outras pessoas na qual expresso o porquê do Desteni ser a solução enquanto formo uma personalidade de superioridade em que "eu sei exactamente porque é que a unidade e igualdade é a solução" e a outra pessoa é inferior por não perceber a simplicidade da situação - em vez de parar a conversa de fundo e aplicar-me neste processo, ser para mim mesmo a "prova e a aprovação" que eu procuro e a partir daí expressar-me em honestidade própria sabendo que não posso mudar ninguém - simplesmente posso dar apoio a assistência quando uma outra pessoa está disposta a receber.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o meu desejo de estar certo e ganhar argumentos/discussões acabam por me possuir se eu não me der direcção em honestidade própria ao ponto de ter conversas comigo mesmo na minha mente no qual eu sei tudo e estou sempre certo e os outros não sabem nada - em vez de parar esta ideia/crença por completo e desenvolver humildade e compreenção sobre a situação neste mundo e a verdade sobre a forma como as pessoas se programaram para sobreviver num sistema de abuso no qual, aparentemente, "não existe solução".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar que as outras pessoas vejam exactamente o que eu vejo para que não haja conflito e desta forma todos entendem e aplicam a mensagem do Desteni em vez de realizar que existe na verdade conflito em mim e como tal o desejo de que as pessoas concordem comigo pois eu separei-me da minha confiança própria.

Quando e assim que eu me vejo a ter uma conversa de fundo na minha mente sobre o que eu irei dizer a pessoas sobre a minha experiência no grupo do Desteni: Eu páro e respiro. Assim realizo que se o fizer irei criar realidades alternativas que me programam para quando o momento de estar com as pessoas chegar e nesse instante a comunicação não é real mas sim um programa, e como tal não irei ouvir ao certo o que as outras pessoas têm a dizer para que eu as ajude a chegar à realização própria o mais rápidamente possivel.

Quando e assim que me vejo a imaginar conversas com outras pessoas no qual eu sei tudo e as outras pessoas não sabem nada: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que essa conversa de fundo representa o meu medo de estar errado - porque aparentemente necessito de preparar dizer o que é senso comum - assim como o meu desejo que as pessoas concordem comigo - que é a minha falta de confiança e compromisso em relação a este processo de auto realização/criação.

Quando e assim que me vejo a desejar que as pessoas concordem comigo para que eu me sinta bem sobre aquilo que defendo: eu páro e respiro. Assim realizo que esta minha necessidade de aprovação é defacto o meu medo de estar errado e necessitar que alguém me diga que estou certo. Assim realizo que a minha dedicação e realização em relação ao que deve ser feito ainda não é suficiente para ser a base de todas as minhas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que o que é melhor para todos não é razão suficiente para me mudar e apresentar a solução ao mundo incondicionalmente em vez de realizar que não há nada neste universo que eu posso confiar neste momento a não ser eu próprio - e para tal é necessário eu estabelecer uma plataforma suficinetemente estável para desenvolver a minha expressção e disciplina.

Eu não me permito ter pensamentos sobre o que as outras pessoas possam pensar sobre o Desteni.

Eu não me permito necessitar que as pessoas concordem com o Desteni para que eu faça uma mudanca REAL : eu mudo por mim mesmo atravéz da realização que tudo é um e igual e como tal só o que é melhor para todos é válido.

Dia 4 - "Não quero fazer isto"


Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido  querer só fazer aquilo que gosto e ignorar tudo aquilo que não gosto incluindo as coisas que devem de ser feitas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido gostar de fazer certas coisas mas quando sinto que "as tenho de fazer" - que sou obrigado a fazê-las - crio uma imensa resistência em as fazer pois passa a ser algo que "tenho de fazer" em vez de "algo que faço porque tenho prazer em fazê-lo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer coisas que gosto mas quando as tenho de fazer já não as quero fazer porque me sinto obrigado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer fazer certas coisas que têm de ser feitas devido ao simples facto de que eu as "tenho de fazer" para sobreviver neste mundo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir aquilo que não gosto de fazer como algo aborrecido/perda de tempo/de pouco interesse em vez de realizar o ponto de senso comum na tarefa a fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir as minhas ações como "tenho de fazer", "não tenho de fazer", "quero fazer" e "não quero fazer" em vez de perceber que tudo isto é defacto o meu programa (mente) e que me tem controlado as minahs decisões que acabam sempre por ser baseadas em interesse próprio e numa em senso comun como aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir as minhas ações como  "tenho de fazer", "não tenho de fazer", "quero fazer" e "não quero fazer" em vez de realizar que o único ponto relevante é a minha honestidade própria -- esta sendo o que é melhor para mim no contexto do que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que aquilo que eu "não quero fazer" não é relevante em vez de realizar que é exactamente isso que eu tenho de, pelo menos, considerar para que eu mude de verdade pois aquilo que "eu quero fazer" faz parte do meu programa e como tal não existe nenhuma solução naquilo que "eu quero fazer".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer ceitas coisas para depois as usar como desculpa por não ter feito aquilo que não quero fazer e que na verdade tenho de fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar a polaridade de "eu não tenho de fazer isto/aquilo" como forma de justificação e desculpa para não fazer aquilo que deve ser feito considerando as minhas capacidades e o que é melhor para todos. (includindo eu)

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser duro comigo mesmo quando defino algo como "tenho de fazer isto/aquilo" em vez de respirar, e fazer as coisas uma de cada vez sem ir para a mente e criar uma entidade abusadora que abusa de mim.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o pensamento "não tenho que fazer" ou "não quero fazer" é na verdade uma forma que a mente utiliza para me controlar de forma a garantir que eu nunca vou para além daquilo que fui programado para fazer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o pensamento "não tenho de fazer/não quero fazer" são na verdade estados alternados de consciência que  limitam a minha acção - como tal eu deixo de participar em tais pensamentos/sentimentos e ajo em senso comum, considerando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por acreditar que a emoção assiciada a "eu não quero fazer/não preciso de fazer" é real em vez de realizar que tal é na verdade uma energia que e leva a fazer uma outra coisa qualquer de modo a que eu não faça aquilo que eu resisto fazer ou acredito/convinço-me não necessitar fazer em vez de parar e puxar pela resistência/energia que me controla e limita.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo o que eu faço e digo necessita simplesmente de estar alinhado com o princípio de unidade e igualdade, e nada mais tem de ser tomado em consideração pois ao fazê-lo eu ja estou a considerar tudo e todos -- desta forma não há energia/resistência nenhuma que me controle/limite.

Quando e assim que me vejo a pensar que "não quero fazer isto/aquilo": Eu páro e respiro. Assim realizo o facto que só há um único ponto a ser tomado em consideração: o que é melhor para todos - e deste ponto de partida eu ajo e comunico.

Quando e assim que me vejo a ter o pensamento que "não tenho de fazer isto/aquilo": Eu páro e respiro. Nesso momento considero se aquilo que eu penso "não ter de fazer" é baseado em energia/mente ou se é baseado em realidade/prioridade e corrijo o ponto ao agir de acordo com o que é melhor para todos caso seja necessário.

Quando e assim que me vejo a ser preguiçoso e a "decidir" "não fazer isto/aquilo": Eu páro e respiro. Assim realizo que estou a ser levado pela energia da preguiça e como tal não o permito e tomo a acção imediatamente

Tudo aquilo que eu "não quero fazer" é defacto tudo aquilo que a minha mente/personalidade/ego "não quer fazer", e como tal é inaceitável.
Tudo aquilo que eu "não preciso de fazer" é defacto tudo aquilo que não considera o que é melhor para todos - e o que é melhor para mim dentro do contexto do que é melhor para todos.

 
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