25 de abril de 2012

DIa 10 - Medo de falar

25 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não falar / dizer o que vai dentro de mim de forma a parecer que está tudo bem comigo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não falar /dizer o que vai dentro de mim devido ao medo magoar a "sensibilidade" das outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido reprimir o que vai dentro de mim e "meter uma cara" como se estivesse tudo bem comigo quando na verdade existe um reboliço dentro de mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não dizer o que vai dentro de mim devido à ideia que eu tenho da outra pessoa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me inferior e como tal evitar dizer o que vai dentro de mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não dizer o que vai dentro de mim / o que sinto devido ao meu medo de entrar em conflito em vez de ver a praticalidade do que tenho a dizer e expressá-lo sem quais quer problemas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter a ideia que certas pessoas têm de ser respeitadas - devido às suas idades - e como tal devo reprimir o que vai dentro de mim porque têmo a forma como as pessoas possam reagir.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que a voz que me diz que "eu não posso falar" -- "não, não posso dizer isto..." é real em vez de realizar que não passa do meu programa de medo de conflito.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que esteja sempre tudo bem em vez de realizar que - se eu for honesto comigo mesmo - eu não estou bem, e prova disso são os meus pensamentos que me controlam e limitam o que eu digo e o que eu faço, e como tal eu tenho de enfrentar a mentira que é a minha mente e corrigir-me ao simplesmente me expressar em honestidade própria, com senso comum, considerando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido hestitar e evitar dizer oq ue vai dentro de mim devido ao medo de conflito em vez de realizar que o que quer que eu diga em honestidade própria, ao me dar direcção, sem ter segundas intenções ou ideias/crenças pre-formadas sobre quem me está a ouvir, considerando o que é melhor para todos, em senso comum é sempre a minha expressão como quem realmente sou, e como tal, reprimir-me é defacto auto sabotagem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer controlar as situações para que esteja sempre tudo "em ordem" ao evitar dizer o que vai dentro de mim, ao reprimir a minha expressão, em vez de enfrentar o medo que me controla ao não me permitir ser controlado pelo mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar/acreditar/ter a ideia que as pessoas irão sempre reagir àquilo que eu tenho para dizer em relação ao que se passa dentro de mim, ao que eu estou a "pensar" em vez de realizar que este medo foi criado quando eu era criança de modo a que eu respeitasse os adultos que "sabem sempre" "o que é melhor para mim", que "sabem sempre tudo sobre tudo e todos", em vez de realizar que esta foi a forma utilizada para reprimir a expressão, a curiosidade e a inocência das crianças.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu tenho de me conter para manter o meu mundo estável em vez de realizar que se o meu mundo continuar "estável" quer dizer que eu não mudo, quer dizer que eu não estou disposto a mudar de verdade, quer dizer que eu estou a escolher o "conforto" da minha mente/realidade ilusória" em vez de puxar para que eu enfrente o que é verdadeiramente real - para REALizar quem eu realmente sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de dizer a verdade de mim mesmo - aquilo que vai dentro de mim - de forma a evitar conflito, de forma a manter as relações que tenho com as pessoas, de forma a fazer com que as pessoas me aceitem e gostem de mim - em vez de realizar que eu estou a querer manter relação que na realidade não existe pois não passa de duas mentes - a minha e a da outra pessoa - a encontrarem uma forma de lidarem uma com a outra ao aceitarem a treta que cada uma tem em vez de eu me expressar como um ser, um e igual com quem quer que eu comunique, com todos, sem ideias de inferioridade ou superioridade, respeito ou respeitado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido reprimir fazer perguntas devido ao medo que tenho de fazer "perguntas parvas" em vez de realizar que "parvo" é aquele que finge perceber.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de expor o que vai dentro de mim devido ao medo de de ser rejeitado em vez de realizar que em honestidade prórpia nada do que eu diga me irá "fazer mal" e mesmo que haja reacção por parte da outra pessoa eu estou seguro do meu ponto de partida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido dizer algo que ofenda a outra pessoa e que daí surja um conflito em vez de realizar que o conflito já existe em mim à medida que eu reprimo o que "sinto" dentro de mim - os movimentos energeticos que eu permito que me dêm direcção em vez de ser eu a não permitir ser controlado pelos mesmos e desta forma vou-me mudando e estabelendo quem eu me permito ser.

Quando e assim que me vejo a ter medo de expressar o que vai dentro de mim: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a ser levado/controlado pelos meus sentimentos - sendo assim não permito que tal continue e passo a expressar o que vai dentro de mim, em honestidade própria e senso comum.

Quando e assim que me vejo a hesitar dizer o que vai dentro de mim: Eu páro e respiro. Nesse momento vejo em mim qual a razão pela qual estou a hesitar falar, e caso a razão seja energética - medo - eu não permito que o controlo da mente se prolongue e expresso o que for necessário em senso comum e honestidade própria e desta forma estabeleço quem eu realmente sou.

Quando e assim que me vejo a evitar falar de forma a querer apresentar/mostrar algo às outras pessoas que não represnta quem eu realmente sou mas sim a minha mente: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a ser controlado pela mente que me limita a expressão e como tal não permito que tal aconteça e expresso o que "vai em mim" em honestidade própria, sem querer ser "isto ou aquilo" de acordo com a imagem que tenho de mim mesmo na minha cabeça.

Quando e assim que me vejo a ter um movimento energético dentro de mim relacionado com a situação e pessoa com a qual me encontro e como consequência reprimo a experiência de forma a esconder o que realmente se passa para que a minha imagem/apresentação pareça estável - pois é isso mesmo que eu tênciono mostrar ser: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a tentar mostrar que "sou forte" e que "não tenho sentimentos" em vez de me expressar abertamente, sem querer que as outras pessoas pensem que eu sou "assim ou assado",  expresso-me incondicionalmente considerando o que é melhor para todos, em senso comum e honestidade própria.


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