28 de abril de 2012

Dia 11 - Estarei pronto para morrer?

28 de abril de 2012
Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido viver de forma a não estar pronto/preparado para morrer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não estou pronto/preparado para morrer é porque eu não estou a viver de uma forma completa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido existir como algo que não vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido viver entretido com coisas irrelevantes em vez de me didicar a me estabelecer de forma a que se eu morrer no próximo momento não há nada que eu deixe por fazer no sentido em que eu estou certo ter feito tudo o que podia para trazer a este mundo o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo da morte em vez de realizar que este medo reflete a o facto que eu nunca cheguei realmente a viver pois tenho estado entretido com coisas irrelevantes.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer viver os meus desejos e ignorar a situação neste mundo em vez de realizar que ao fazê-lo eu não me estou a estabelecer confiança própria, mas sim a tentar fugir da minha responsabilidade perante a situação neste mundo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar entretido na minha mente, com preocupações, com medo, com inseguranças e com stress em vez de tomar uma decisão e por-me a mexer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar atarefado com tarefas insignificantes, com preocupações que simplesmente me "pre-ocupam" em vez de me dar direcção, tomar decisões e enfrentar os pontos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar preocupado na mente com incertezas sobre o futuro em vez de ser honesto comigo mesmo, tomar decisões pô-las em prática de forma a testá-las, de forma a me estabelecer como vida, de forma a por em prática o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido lidar com as pessoas de uma forma egocêntrica, em vez de considerar o que é melhor para todos, e aplicá-lo, a todo o momento, sabendo que se eu morrer aqui neste instante eu fiz os possíveis (de acordo com o tempo que tive) para estabelecer neste mundo o melhor para todos, sendo a expressão de vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fazer musica da perspecitiva de agradar as outras pessoas para fazer dinheiro em vez de simplesmente fazer musica, SER musica.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer ver o que realmente se passa em mim que me impede de estar pronto para morrer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de enfrentar o que realmente se passa dentro de mim, ser honesto comigo mesmo ao tomar uma decisão em relação ao que eu de fazer e vivê-la.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido evitar tomar as decisões que sei que devo tomar devido ao medo que tenho  de me enfrentar a mim e as pessoas envolvidas nas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido causar stress no corpo, permitir-me viver contraido, existindo com o corpo tenso em vez de parar com este abuso próprio de uma vez por todas, fazer e dizer o que há a fazer e dizer, e andar para a frente com as decisões - de forma a estar pronto para morrer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de "ir ao fundo" em vez de me colocar "no fundo", pois daí não poderei afundar mais e só poderei "vir ao de cima" -- realizando que se eu não me der direcção, continuarei a "ir ao fundo", e como tal nunca estarei pronto para morrer pois não me investiguei "a fundo".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar para mais tarde o inevitável de me enfrentar, o meu mundo, as pessoas com quem lido, pensado que tenho forma de escapar - em vez de realizar que eu não tenho escolha, em vez de realizar que eu tenho de ganhar força e coragem para me enfrentar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que trata-se de um simples passo - no entanto difícil - de ser honesto comigo mesmo, não permitir que a minha ideia do que "devo de fazer" me controle.

Quando e assim que me vejo  a ser levado por emoções e sentimentos em vez de ser honesto comigo mesmo e tomar as decisões em honestidade própria: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não for honesto comigo mesmo nas minhas decisões, eu nunca estarei pronto para morrer.

Quando e assim que me vejo a ter medo de ser honesto comigo mesmo: Eu páro e respiro. Assim realizo que se eu não puxar por mim para dar direcção ao ponto em honestidade própria - estou a criar consequências que irão ocorrer inesperadamente o que tornará toda a situação ainda mais dificil.

Quando e assim que me vejo numa situação na qual experiêncio movimentos energéticos em mim: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que tenho de agir em honestidade própria independentemente da resistência que tenho em faze-lo, caso contrário estei criar futuro arrependimento. Assim realizo que a experiência energética não é real mas sim uma ilusão que me está a mostrar que se eu não me der direcção o arrependimento irá "bater à porta" e fazer com que o processo de realização seja prolongado e mais doloroso, para mim e para todos.

Quando e assim que me vejo perante uma decisão na qual experiêncio movimentos energéticos: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não tomar uma decisão baseada na certeza que não estou a criar arrependimento quer dizer que eu não estou pronto para morrer. Assim sendo, tomo a decisão com a certeza que não arrepedimento existirá no momento seguinte, e se eu morrer nesse mesmo momento, eu estarei pronto.





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