28 de abril de 2012

Dia 13 - Medo de falhar

28 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de falhar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de admitir que falhei.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter definido "falhar" como algo negativo, e como tal não querer ver que falhei quando a verdade da/das situação/situações está na minha cara.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me definido como alguém que não falha - que está sempre certo, que faz sempre tudo bem - e como tal evitar a todo o custo ver que falhei quando claramente esse é o caso em vez de realizar que admitir que falhei é na verdade um ponto de honestidade própria - ver, realizar, perceber e admitir a verdade/os factos: que não tenho as capacidades para ter sucesso em vez de viver na ilusão que as tenho e não fazer nada para me mudar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que falhar é na verdade uma porta para algo novo - assim sendo eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de entrar por uma nova porta devido ao medo de deixar a minha "zona de comforto".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma imagem de mim mesmo que não posso falhar - "O João não falha" - em vez de realizar que esta ideia é na verdade o ego da mente que me controla, limita e determina aquilo que faço ou não faço - e como tal eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que falhar é uma parte essencial da vida pois mostra os pontos nos quais ainda é necessário trabalhar / não estou pronto a enfrentar/lidar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que aqueles que falham são inferiores, são incapazes, e como tal acreditar que se eu falhar as pessoas irão pensar que eu sou inferior, que eu sou incapaz, e como eu me vejo como alguém superior e capaz eu não posso admitir que falhei - em vez de realizar que tudo isto é na verdade um sistema/programa da mente que me impede de "abrir a porta do falhanço".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ver e admitir que falhei não tem nada de mal, pois abre a possibilidade de começar de novo, não me permitindo cometer os mesmos erros, não me permitindo sabotar, não permitindo que a conversa de fundo na/da minha mente me controle outra voz.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de falhar na minha nova decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que só o meu ego irá defender a ideia que eu não posso falhar, que eu não posso admitir que "não estou preparado" - como tal não permito ser um escravo do ego esou honesto comigo quando vejo que falhei.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu falhar posso sempre começar de novo - é simplesmente necessário tomar a decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido estabelecer confiança própria ao admitir que falhei e começar de novo.

Quando e assim que me vejo a agir / falar / pensar baseado no medo que eu tenho de falhar: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que eu não me posso permitir viver na ilusão de que eu nunca falhei e nunca irei falhar, pois a verdade é que já falhei e irei falhar - e se eu não fizer paz com este facto irei fazer da minha vida um stress e uma ansiedade pegada, na qual tento viver de acordo com a ilusão que eu criei sobre mim na minha mente.

Quando e assim que me vejo a ter medo de admitir que falhei - perante mim mesmo e os outros - quando claramente falhei: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que a resistência que eu tenho em admitir o meu falhanço é na verdade o meu ego, e comot al eu não permito que tal me controle, pois isso seria eu falhar com a minha honestidade própria deliberadamente, sem qualquer respeito e integridade.

Quando e assim que me vejo a com receios/medos de falhar nas minhas novas decisões: Eu páro e respiro. Nesse momento eu realizo que o medo não me assiste de forma nenhuma - eu simplesmente vivo a decisão e se eu vir que esta não foi acertada, mudo a decisão, fazendo os ajustes necessários, e continuarei a fazê-lo até chegar ao ponto em que estou estável e satisfeito comigo mesmo. 

Quando e assim que me vejo a a ter medo de começar de novo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que este medo é o que me mantem na minha "zona de comforto" onde, aparentemente, está tudo bem, onde eu estou bem, mas na verdade o medo demonstra como eu não me permiti ter a coragem de me enfrentar e de me mudar - assim sendo eu puxo pelo ponto, começo de novo, acolho o novo, mudo-me e crio-me de novo, em honestidade própria.

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