28 de abril de 2012

Dia 12 - Medo de tomar decisões

28 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões devido ao medo de errar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões que mudem a minha vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar decisões que desestabilizem as minhas amizades em vez de realizar que as amizades são irrelevantes e insignificantes se eu não for honesto comigo mesmo, assim como aqueles com quem eu me dou/lido.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido evitar tomar decisões para me manter na minha zona de comforto em vez de realizar que a verdade sobre mim mesmo e sobre a vida está para além da "zona de conforto", caso contrário ja me tinha realizado como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer controlar as situações ao evitar tomar decisões que, aparentemente, me colocam fora do controle da situação.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de enfrentar os meus amigos e familiares com as decisões que eu sei perfeitamente que tenho de tomar para me respeitar, para me estimar, para estabelecer confiança em mim mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu não posso voltar atráz nas minhas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ver as coisas demasiado a "preto e branco", em vez de considerar todas as facetas, todas as dimensões - em vez de realizar que eu não me posso sequer estar limitado pelas decisões do passado, senão eu não estou a viver mas sim em modo automático no qual não existe vida nenhuma.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as minhas decisões apareçam feitas em vez de realizar que eu é que as tenho de tomar, eu é que tenho de me enfrentar e se eu não o fizer haverão eventos que me forçarão a fazê-lo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser inseguro em relação à decisão que eu tenho de tomar em vez de realizar que se eu não me mexer, algo vai por-me a mexer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido tomar decisões de forma absoluta para ter a certeza se a decisão é a correcta ou não, pois se não o fizer a decisão de forma absoluta eu nunca saberei se a decisão foi correcta ou não.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de assumir a minha decisão perante o mundo, mostrando a verdade sobre aquilo que eu permiti criar, aquilo que eu me permiti tornar, em vez de realizar que este medo mostra que ainda existe uma certa insegurança em mim assim como uma idea de mim mesmo que está em conflito com a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me definido de acordo com as decisões do passado que foram feitas baseadas na ideia-imagem de mim mesmo, em vez de realizar que se eu não fizer paz com o facto que as decisões não foram tomadas com e em claridade, eu continuarei na escuridão, na ansiedade, no stress, no desejo de viver uma vida que, eu vejo em honestidade própria, não é possível ser criada.

Quando e assim que me vejo a ter medo de tomar uma decisão que vai contra a ideia que eu tenho de mim mesmo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que esta ideia que eu tenho de mim mesmo não é real, não passa de uma imagem que eu criei na minha mente de acordo com aquilo que eu experiênciei e das definições que eu dei às experiências sem ter noção daquilo que eu realmente estava a experiênciar, e como tal a ideia/imagem/crença que eu tenho de mim mesmo não é o reflexo da minha honestidade prórpia.

Quando e assim que me vejo a ter medo de tomar uma decisão que me coloca fora da minha "zona de comforto" de acordo com a ideia/imagem/crença que eu tenho de mim mesmo: Eu páro e respiro. Assim realizo que estou no "bom caminho" para descobrir quem eu realmente sou, quem eu me permiti tornar - estou no "bom caminho" para me estabelecer em honestidade própria pois estou de facto a enfrentar o medo existente na/da mente que me tem controlado as decisões, a minha expressão, a minha direcção, a minha falta de responsabilidade e a minha confiança própria.




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