30 de abril de 2012

Dia 14 - Quem eu sou - A decisão

30 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer ver/investigar que eu realmente sou com vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto eu não tomar uma decisão absoluta em relação a quem eu sou como vida, irei sempre estar indeciso e a viver numa contradição que irá simplesmete manifestar depressão, stress e ansiedade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar à espera que as coisas aconteçam, que as coisas se resolvam sózinhas - em vez realizar que se eu não me der direcção de acordo com a decisão que tomo, nada irá acontecer, nada irá mudar e eu continuarei na mesma posição.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter disperdiçado tempo e pensar que estava a fazer o necessário em vez de ser honesto comigo mesmo e ver que na verdade só piorei as coisas por adiar a minha aplicação e dedicação em me estabelecer como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não confiar em mim na decisão sobre quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de fazer tomar a decisão absoluta devido ao medo de falhar que em mim existe.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer ver que quem eu serei como vida é uma decisão - e como tal, eu tenho de tomar a decisão absoluta em honestidade própria - e por a decisão em prática é o passo crucial em tornar a decisão real.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fugir de mim, de quem eu sou como vida, ao evitar tomar a decisão que eu sei tenho de tomar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não tomar a decisão irei permitir que o medo de tomar a decisão me controle - e se o medo me controla, eu sou menos que o medo, eu sou menos que a vida, eu sou menos do que a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar a decisão absoluta de me dedicar em absoluto a viver aqui a cada respiração, vivendo a decisão de quem eu serei como vida, expressando/fazendo/falando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser mais do que "uma decisão" em vez de realizar que eu só posso fazer uma coisa de cada vez, assim sendo, só posso tomar uma decisão e viver essa decisão passo a passo, respiração a respiração, vivendo a cada momento a decisão de quem eu serei como vida, puxando por mim para reestabelecer a minha auto confiança.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que esta decisão é a decisão mais fácil a tomar, e tudo o que necessito é tomá-la e vivê-la em absoluto.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar/pensar que eu não tenho a capacidade de confiar em mim e na decisão que tomo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que cada vez que eu falho abre-se um ponto que necessita de mais atenção - e isto não faz de mim um falhado - simplesmente abre a possibilidade de eu corrigir o/os ponto/pontos no/nos qual/quais ainda não estabeleci auto confiança e honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer mais do que aquilo que eu consigo fazer, e como tal evitar tomar uma decisão abosulta sobre um só ponto - em vez de realizar que eu não tenho escolha a não ser viver de momento a momento, estando absoluto e completo em cada passo que dou em direcção a manifestar a decisão.

Eu perdoo-e por me ter aceite e permitido ter-me definido como alguém que faz muitas coisas mas que não faz uma só coisa em absoluto, em vez de realizar que se eu tenho intenções de me realizar como vida, eu tenho de tomar essa decisão: a decisão de me ter uma resposta absoluta à pergunta "Quem sou eu como vida".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fugir de mim mesmo ao arruinar a minha auto confiança ao não tomar uma decisão em relação a quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu tenho a liberdade própria para decidir quem eu serei como vida.

Eu dedico-me a decidir quem eu serei como vida, definido pela minha liberdade própria de forma a ser aquilo que reflete em todas as relações na terra o resultado que é melhor para todos.

Eu dedico-me a tornar-me absoluto na minha decisão.

Eu dedico-me a estabelecer auto confiança ao tomar a decisão e ao manter a decisão, parando todos os pensamentos e sentimentos que me levam à auto sabotagem.

Quando e assim que me vejo a dúvidar da minha decisão. Eu páro e respiro. Nesse momento eu realizo que a dúvida é na verdade o medo de cometer erros e falhar que não passa da minha mente a arranjar desculpas para se "manter viva", pois à medida que eu puxo, as camadas da mente vão desaparecendo.

Quando e assim que me vejo a dúvidar de mim mesmo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que a dúvida destroi a decisão caso eu permita acumular a conversa de fundo que continua.

Quando e assim que me vejo a querer ser mais do que aquilo que eu decidi: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não me mantiver alinhado com a decisão ao simplesmente pô-la em prática - puxar por mim para viver o que é melhor para todos, irei destruir a minha dedicação, determinaçao, disciplina e assertividade em fazer o que é melhor para todos. Assim sendo eu dedico-me simplesmente a estar aqui como e em cada respiração, vivendo a decisão tomada.

Quando e assim que me vejo a ser menos ou a ser mais do que aquilo que eu decidi ser como vida como o que é melhor para todos: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que eu só posso fazer uma coisa de cada vez, e a decisão é a realização de tal - assim sendo eu dou-me direcão e expando auto confiança ao me dedicar em absoluto a permanecer  aqui com e como a respiração, expressando/vivendo a decisão em absoluto.



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