20 de abril de 2012

Dia 4 - "Não quero fazer isto"

20 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido  querer só fazer aquilo que gosto e ignorar tudo aquilo que não gosto incluindo as coisas que devem de ser feitas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido gostar de fazer certas coisas mas quando sinto que "as tenho de fazer" - que sou obrigado a fazê-las - crio uma imensa resistência em as fazer pois passa a ser algo que "tenho de fazer" em vez de "algo que faço porque tenho prazer em fazê-lo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer coisas que gosto mas quando as tenho de fazer já não as quero fazer porque me sinto obrigado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer fazer certas coisas que têm de ser feitas devido ao simples facto de que eu as "tenho de fazer" para sobreviver neste mundo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir aquilo que não gosto de fazer como algo aborrecido/perda de tempo/de pouco interesse em vez de realizar o ponto de senso comum na tarefa a fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir as minhas ações como "tenho de fazer", "não tenho de fazer", "quero fazer" e "não quero fazer" em vez de perceber que tudo isto é defacto o meu programa (mente) e que me tem controlado as minahs decisões que acabam sempre por ser baseadas em interesse próprio e numa em senso comun como aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir as minhas ações como  "tenho de fazer", "não tenho de fazer", "quero fazer" e "não quero fazer" em vez de realizar que o único ponto relevante é a minha honestidade própria -- esta sendo o que é melhor para mim no contexto do que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que aquilo que eu "não quero fazer" não é relevante em vez de realizar que é exactamente isso que eu tenho de, pelo menos, considerar para que eu mude de verdade pois aquilo que "eu quero fazer" faz parte do meu programa e como tal não existe nenhuma solução naquilo que "eu quero fazer".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer ceitas coisas para depois as usar como desculpa por não ter feito aquilo que não quero fazer e que na verdade tenho de fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar a polaridade de "eu não tenho de fazer isto/aquilo" como forma de justificação e desculpa para não fazer aquilo que deve ser feito considerando as minhas capacidades e o que é melhor para todos. (includindo eu)

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser duro comigo mesmo quando defino algo como "tenho de fazer isto/aquilo" em vez de respirar, e fazer as coisas uma de cada vez sem ir para a mente e criar uma entidade abusadora que abusa de mim.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o pensamento "não tenho que fazer" ou "não quero fazer" é na verdade uma forma que a mente utiliza para me controlar de forma a garantir que eu nunca vou para além daquilo que fui programado para fazer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o pensamento "não tenho de fazer/não quero fazer" são na verdade estados alternados de consciência que  limitam a minha acção - como tal eu deixo de participar em tais pensamentos/sentimentos e ajo em senso comum, considerando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por acreditar que a emoção assiciada a "eu não quero fazer/não preciso de fazer" é real em vez de realizar que tal é na verdade uma energia que e leva a fazer uma outra coisa qualquer de modo a que eu não faça aquilo que eu resisto fazer ou acredito/convinço-me não necessitar fazer em vez de parar e puxar pela resistência/energia que me controla e limita.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo o que eu faço e digo necessita simplesmente de estar alinhado com o princípio de unidade e igualdade, e nada mais tem de ser tomado em consideração pois ao fazê-lo eu ja estou a considerar tudo e todos -- desta forma não há energia/resistência nenhuma que me controle/limite.

Quando e assim que me vejo a pensar que "não quero fazer isto/aquilo": Eu páro e respiro. Assim realizo o facto que só há um único ponto a ser tomado em consideração: o que é melhor para todos - e deste ponto de partida eu ajo e comunico.

Quando e assim que me vejo a ter o pensamento que "não tenho de fazer isto/aquilo": Eu páro e respiro. Nesso momento considero se aquilo que eu penso "não ter de fazer" é baseado em energia/mente ou se é baseado em realidade/prioridade e corrijo o ponto ao agir de acordo com o que é melhor para todos caso seja necessário.

Quando e assim que me vejo a ser preguiçoso e a "decidir" "não fazer isto/aquilo": Eu páro e respiro. Assim realizo que estou a ser levado pela energia da preguiça e como tal não o permito e tomo a acção imediatamente

Tudo aquilo que eu "não quero fazer" é defacto tudo aquilo que a minha mente/personalidade/ego "não quer fazer", e como tal é inaceitável.
Tudo aquilo que eu "não preciso de fazer" é defacto tudo aquilo que não considera o que é melhor para todos - e o que é melhor para mim dentro do contexto do que é melhor para todos.

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