20 de abril de 2012

Dia 5 - Convencer os outros

20 de abril de 2012
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer convencer outras pessoas - amigos e familiares principalmente - que a unidade e igualdade como vida é defacto a solução em vez de me tornar isso mesmo e dar direcção ás pessoas para que realizem o que me levou a começar este processo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer convencer outras pessoas que o Desteni e a sua mensagem é a solução e que tudo o que é partilhado pelo Desteni é de facto verdade em vez de realizar que eu não posso convencer ninguém sobre nada - cada um têm de realizar por sí /ver por sí o que é a verdade existente em cada um e só depois será possivel cada um ver/realizar a veracidade de tudo o que o Desteni partilha.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar/ter a necessidade de pessoas que eu conheço oiçam o que eu digo em relação ao que se passa neste mundo e como podemos mudar - em vez de ser incondicional na minha expressão e falar/agir sabendo que cada um tem de realizar por sí o que é verdade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter conversas dentro de mim sobre o que eu possivelmente diria a pessoas que não percebem a mensagem e/ou não querem perceber - e nessa conversa entrar em conflicto com as pessoas e querer mostrar que "eu estou certo" em vez de realizar que cada um tem de ver por si o que é certo neste mundo e mudar de forma a ficar alinhado com tal.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar como é dificil convencer as pessoas que o que é partilhado pelo Desteni é real.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar as outras pessoas como inferiores por não perceberem a simplicidade da mensagem e pensar que não vale a pena sequer tentar fazer com que as pessoas percebam.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido separar a minha certeza de mim mesmo ao desejar que as outras pessoas percebam/entendam o mesmo que eu entendo de forma a confirmarem que aquilo que eu "defendo" é na verdade o que "tem de ser defendido".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as outras pessoas concordem comigo para que não haja conflicto e, como tal, que fique tudo bem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar a absoluta decisão de levar este processo até ao fim devido ao medo de enfrentar os meus amigos e familiares que, muito provávelmente, não irão concordar comigo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as pessoas à minha volta concordem com a mensagem do Desteni e que se começem a aplicar para que "tudo seja mais fácil" da perspecitiva de não haver conflito/confronto no meu ambiente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar/querer que as pessoas à minha volta se apliquem no processo de honestidade própria e perdão próprio de forma a criar uma união e certeza que eu creio necessitar para levar o meu processo para a frente de forma absoluta e incondicional -- em vez de realizar que, em honestidade própria, eu não tenho na verdade escolha a não ser aplicar-me e puxar por mim e dar-me direcção se é que eu tenho intenções de me tornar real -- caso contrário eu serei escravo de acontecimentos aos quais não tomei a responsabilidade de dar direcção.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma conversa de fundo na minha mente entre mim e outras pessoas na qual expresso o porquê do Desteni ser a solução enquanto formo uma personalidade de superioridade em que "eu sei exactamente porque é que a unidade e igualdade é a solução" e a outra pessoa é inferior por não perceber a simplicidade da situação - em vez de parar a conversa de fundo e aplicar-me neste processo, ser para mim mesmo a "prova e a aprovação" que eu procuro e a partir daí expressar-me em honestidade própria sabendo que não posso mudar ninguém - simplesmente posso dar apoio a assistência quando uma outra pessoa está disposta a receber.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o meu desejo de estar certo e ganhar argumentos/discussões acabam por me possuir se eu não me der direcção em honestidade própria ao ponto de ter conversas comigo mesmo na minha mente no qual eu sei tudo e estou sempre certo e os outros não sabem nada - em vez de parar esta ideia/crença por completo e desenvolver humildade e compreenção sobre a situação neste mundo e a verdade sobre a forma como as pessoas se programaram para sobreviver num sistema de abuso no qual, aparentemente, "não existe solução".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar que as outras pessoas vejam exactamente o que eu vejo para que não haja conflito e desta forma todos entendem e aplicam a mensagem do Desteni em vez de realizar que existe na verdade conflito em mim e como tal o desejo de que as pessoas concordem comigo pois eu separei-me da minha confiança própria.

Quando e assim que eu me vejo a ter uma conversa de fundo na minha mente sobre o que eu irei dizer a pessoas sobre a minha experiência no grupo do Desteni: Eu páro e respiro. Assim realizo que se o fizer irei criar realidades alternativas que me programam para quando o momento de estar com as pessoas chegar e nesse instante a comunicação não é real mas sim um programa, e como tal não irei ouvir ao certo o que as outras pessoas têm a dizer para que eu as ajude a chegar à realização própria o mais rápidamente possivel.

Quando e assim que me vejo a imaginar conversas com outras pessoas no qual eu sei tudo e as outras pessoas não sabem nada: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que essa conversa de fundo representa o meu medo de estar errado - porque aparentemente necessito de preparar dizer o que é senso comum - assim como o meu desejo que as pessoas concordem comigo - que é a minha falta de confiança e compromisso em relação a este processo de auto realização/criação.

Quando e assim que me vejo a desejar que as pessoas concordem comigo para que eu me sinta bem sobre aquilo que defendo: eu páro e respiro. Assim realizo que esta minha necessidade de aprovação é defacto o meu medo de estar errado e necessitar que alguém me diga que estou certo. Assim realizo que a minha dedicação e realização em relação ao que deve ser feito ainda não é suficiente para ser a base de todas as minhas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que o que é melhor para todos não é razão suficiente para me mudar e apresentar a solução ao mundo incondicionalmente em vez de realizar que não há nada neste universo que eu posso confiar neste momento a não ser eu próprio - e para tal é necessário eu estabelecer uma plataforma suficinetemente estável para desenvolver a minha expressção e disciplina.

Eu não me permito ter pensamentos sobre o que as outras pessoas possam pensar sobre o Desteni.

Eu não me permito necessitar que as pessoas concordem com o Desteni para que eu faça uma mudanca REAL : eu mudo por mim mesmo atravéz da realização que tudo é um e igual e como tal só o que é melhor para todos é válido.

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