24 de abril de 2012

Dia 8 - Viver os meus desejos / Sentir-me realizado

24 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me aceitar e permitir ser controlado pelos meus desejos em vez de considerar toda a vida e fazer com que o "desejo de toda a vida" seja também o meu desejo: Que tudo seja igualmente respeitado como um e igual de forma a acabar com todas as formas de abuso existentes.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido "seguir os meus desejos" enquanto existem pessoas neste mundo que nem comida têm para comer em vez de fazer com que toda a vida seja realmente respeitada para só depois "experiênciar os meus desejos" mesmo que só os venha a concretizar na próxima vida ou na próxima - enquanto existir abuso eu faço a minha da missão garantir que o abuso tenha um fim para sempre.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter o desejo de me sentir realizado ao contretizar os meus planos em vez de considerar a situação global e primeiro fazer com que toda a gente tenha realmente a oportunidade de concretizar os "seus desejos" sem que haja abuso.

Eu perdoo-me por me ter aceito e permitido construir a minha vida à volta dos meus desejos pessoas para me sentir realizado em vez de realizar que este mundo está numa situação caótica e que se eu não fizer nada sobre o que se passa farei parte do caos e não da solução - como tal eu não me permito ser leado peslos meus "desejos pessoais" que fazem na realidade parte da minha mente/mentira e foco-me em estabelecer neste mundo o melhor para todos para que todos tenham realmente a oprtunidade de "se sentirem realizados".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o meu "desejo de me sentir realizado" é na verdade o meu desejo de "me encontrar" - de realizar quem eu realmente sou - noutras palavras, é o acto de me tornar real, e tal só é possivel ao ser honesto comigo mesmo, ao disciplinar-me e estar absolutamente determinado em transcender a mentira que é a mente fazendo com que seja implementado nesto mundo o que é melhor para toda a vida a todos os níveis.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar cego com a ideia que se eu seguir os meus desejos para me sentir realizado irei ser feliz em vez de realizar o facto que esta felicidade é só baseada em energia da mente que só dura até não houver mais "combustível" para arder -- "combustível" sendo o resultado de eu me separar de quem eu realmente sou que liberta uma energia assim como acontece ao se dividir o átomo: eu separo-me de mim mesmo (divido-me) e dá-se a libertação de uma energia que me incandeia (cega) e que tem uma duração momentânia.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o meu desejo de me sentir realizado é algo que me foi programado pela familia, amigos, sociedade e cultura de forma a me tornar um indivíduo que é aceite pelos mesmos em vez de realizar que a minha realização própria de quem eu realmente sou é o verdadeiro desejo de cada um de nós mas que foi substituído por desejos de interesse próprio que não consideram toda a vida como igual.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer/desejar tornar reais os meus desejos/planos individuais em vez de realizar que existem outras prioridades que vão para além da insignificancia dos "meus desejos/sonhos".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido colocar o meu interesso pessoal - os meus desejos - à frente do interesse de toda a vida em vez de tornar o interesse de toda a vida um e igual com e como o meu interesse.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido dar mais valor aos meus desejos / interesses pessoais do que o que é melhor para todos em vez de realizar que o que é melhor para todos é na verdade o meu único e verdadeiro interesse.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido colocar-me numa situação de polaridade ao não me dar um momento para relaxar /divertir-me porque aparentemente o que é interesse próprio / desejo individual é mau em vez de realizar que o sistema todo tem de ser mudado e como tal eu estou limitado na diferença que posso fazer, e como tal eu posse e devo dar-me tempo e espaço para me VIVER pois esse é no fundo o propósito de eu colocar o interesse de todos - o que é melhor para todos - como prioridade para toda a minha existência.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar/acreditar/formar a ideai que eu não me posso divertir de maneira nenhuma enquanto existem pessoas neste mundo a sofrer imensamente em vez de realizar que tal seria eu colocar-me na polaridade de castigo próprio como "culpa" em vez de me dar momentos durante o dia no qual sou para mim mesmo a prova que vale a pena ser disciplinado e determinado a implementar um sistema que considera todos como iguais para que todos tenham a oportunidade de se expressarem como quem realmente são como vida.

Quando e assim que me vejo a pensar nos meus sonhos, naquilo que quero experienciar, sem considerar a situação de todos neste planete:Eu páro e respiro. Assim realizo que "seguir os meus sonhos/desejos" sem considerar tudo e todos estou na verdade a ignorar-me a mim mesmo, estou-me a abusar, estou a entrar em conflicto comigo mesmo pois estou simplesmente pois eu tenho de "ganhar" pa experiênciar os meus  "sonhos/desejos" enquanto milhões de pessoas "perdem" e existêm numa luta de sobrevivência.

Quando e assim que me vejo a sentir-mr mal comigo mesmo pois considero que eu "tenho muita sorte" enquanto milhões têm uma vida miserável: Eu páro e respiro. Assim realizo que "os meus desejos/sonhos" são na verdade insignificantes comparando com as necessidade de todos quem nem sequer são providênciadas.

Quando e assim que me vejo a pensar no meu futuro e a "sonhar acordado" perdido nas ilusões de desejos baseados na imagem que tenho de mim mesmo: EU páro e respiro. Assim realizo que me estou a sabotar ao me separar do resto da humanidade/vida em vez de alinhar a minha acção, dedicação, disciplina, tempo, determinação e direcção com aquilo que é melhor para todos - assim sendo, puxo por mim mesmo para me realizar como vida à medida que demonstro a outros como o fazer.

Quando e assim que me vejo a criar planos baseados em interesse próprio que excluem por completo a realidade nesta terra: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou a colocar os desejos da mente como prioridade em vez de colocar o interesse de todos em primeiro lugar fazendo com que tal se torne uma realidade.

Quando e assim que me vejo a ir para a polaridade de "não me divertir" / "não cuidar de mim" / "não me considerar importante": Eu páro e respiro. Assim realizo que estou a ser duro comigo, que estou a ver-me como inferior, estou a fazer de mim mesmo um mártir, a sacrificar-me em vez de me considerar como igual, em vez de realizar que este processo trata-se de me tornar um e igual com e como a vida, e como tal está implicito que eu Viva.

Quando e assim que me vejo a arranjar desculpas para não expressar aquilo que aqui defendo - a vida, o que é melhor para todos - de forma a manter uma certa imagem, de forma a manter as minhas "amizades", de forma a não "magoar as pessoas": Eu páro e respiro. Assim realizo que ao fazê-lo estou-me a sabotar, estou-me a diminuir, estou-me a definir como sendo a mente em vez de realizar que na verdade sou tudo e todos, e como tal é simplesmente estúpido permitir-me ser menos do que aquilo que eu sou como vida, como tudo e todos - nesse momento expresso a verdade, nesse momento estabeleço-me como quem realmente sou, nesse momento faço a absoluta afirmação da minha dedicação em tornar este mundo o que é melhor para todos, e vivo a expressão do que tal realmente significa.

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