18 de abril de 2012

Dia 3 - Medo de conflito e desejo de adoração

18 de abril de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo do entrar em conflicto com outros seres.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que sou um falhado por não conseguir lidar com as pessoas quando existe um conflito.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de entrar em conflito porque eu vejo-me como uma pessoa pacífica que não faz mal a ninguém, e se entrar em conflicto com alguém é porque eu falhei e como tal não mereço ser feliz.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar-me como uma pessoa má quando as pessoas se sentem ofendidas por aquilo que eu faço ou digo em situações que eu não entendo "que mal é que eu fiz".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar/acreditar que há algo de errado em mim por eu não saber porque é que as pessoas se sentem magoadas com coisas que eu digo ou não digo, faço ou não faço.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me mal comigo mesmo e culpar-me e definir-me como um falhado quando não entendo porque é que outras pessoas ficam chateadas comigo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar-me como uma pessoa má quando eu me vejo como o responsável pelo sofrimento das outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sofrer por dentro devido a culpar-me quando eu me julgo como um falhado por não ter conseguido criar paz/mater paz entre mim e outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter incertezas e não confiar em mim para dizer certas coisas pois penso que vou magoar a outra pessoa, mesmo sabendo que eu não tenho intensão nenhuma de o fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fazer-me de forte para evitar morstrar que no fundo sou um ser bastante sensível que a todo o custo evita conflito de modo a evitar mostrar essa semsibilidade que julgo como fraqueza.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as outras pessoas me aceitem e que gostem de mim e como tal evito o conflito a todo o custo pois isso seria um indicador que eu não sou boa pessoa e que não sou aceite pelos outros.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter incertezas sobre o que dizer por temer magoar as outras pessoas.

Eu perdoo-me por não confiar em mim e permitir-me estar sujeito a controlo e manipulação por parte de outras pessoas em vez de realizar que eu tenho a capacidade de ver em mim o que é real e o que não é: eu tenho a capacidade de ser honesto comigo próprio numa só respiração, e como tal tomar uma decisão/tomar uma posição de acordo com o que é melhor para todos tendo em conta a situação que me encontre.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me mal comigo mesmo quando aparentemente magoo outra pessoa em vez de realizar que cada um é responsável por aquilo que cada um permite em sí.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que sou um falhado quando entro em conflito com outra pessoa porque me vejo como alguém que resolve conflitos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não querer entrar em conflicto em vez de ver que este mundo está em conflito, e ao se apresentar uma solução num mundo em que aparentemente não há soluções haverão pessoas que se irão opor e como tal estar em conflicto com a solução.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser aceite por outras pessoas em vez de me aceitar por completo sem requerer a aprovação de ninguém sabendo que ao ser honesto comigo mesmo não há nada a temer, nada a faltar, nada imcompleto.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a necessidade de ser aceite por outras pessoas prova que eu ainda não estou estvável comigo mesmo e como tal não estou a ser honesto comigo mesmo. Sendo assim, quando sinto a necessidade de ser aprovado/adorado eu paro, respiro, e num momento considero quem eu sou em honestidade própria e ajo devidamente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido necessitar da aprovação das outras pessoas em relação àquilo que faço e digo em vez de realizar que em honestidade própria não existe a necessidade nem o requerimento de aprovação de outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer sentir-me especial atravéz da aprovação das outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir o meu bem estar e estabilidade e confiança de acrodo com a aprovação das outras pessoas sobre aquilo que faço e-ou digo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar ser adorado por outras pessoas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar que as outras pessoas precisem de mim e que dêm valor à minha presença em vez de realizar que dessa forma eu estou a colocar a minha estabilidade e confiança nas outras pessoas em ver de o colocar em mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir a necessidade de agradar as outras pessoas e permitir que se tal não acontecer ficar destabilizado e inseguro de mim mesmo em vez de realizar o facto de que eu não necessito de maneira nenhuma da agradar nem de sentir que agrado assim como a minha respiração não necessita de saber se "está a fazer tudo bem ou não" para se "sentir bem".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de entrar em conflito porque eu desejo que as outras pessoas concordem comigo em vez de realizar que aquilo que é melhor para todos não necessita de ser concordado: tem de ser realizado por cada um de nós e como tal cada um está sozinho no processo de realização.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir conflicto como algo mau/negativo em vez de realizar que para que haja mudança tem de haver a realização que cada um irá passar por um conflito interno até chegar a altura em que não haverá mais oportunidade para que o ego exista - e desta forma o fim absoluto do conflicto  têm lugar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e  permitido fazer coisas para agradar as outras pessoas em vez de ser incondicional.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não dizer certas coisas para evitar entrar em conflicto mesmo quando essas coisas são importantes de serem ditas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido crer que existe valor em ser adorado/necessitado/querido por outras pessoas em vez de realizar qeu tal é defacto uma escravidão.

Quando e assim que me vejo a evitar dizer coisas e a fazer coisas que são interpretadas por outras pessoas como conflito: Eu páro e respiro. Assim realizo o facto que, em honestidade própria, o que tem de ser dito e/ou feito tem de ser feito, e, como tal, ficar à espera que o conflito desaparaça (concordar em estar em desacordo) é puro auto abuso.

Quando e assim que eu me vejo a a sentir-me mal pois esperava que as pessoas gostassem do que eu digo/faço: Eu páro e respiro. Assim eu realizo o facto que eu não necessito de ningém para me manter aqui vivo, como vida, a respirar, sendo a terra desta Terra, um e igual com e como a existência.

Quando e assim que me vejo a ter medo de dizer certas coisas devido À crenca e ideia que eu tenho sobre a interpretação das outras pessoas sobre aquiloq eue u dogo: Eu páro e respiro. Assim dou a mim mesmo a oportunidade de estabelecer a minha honestidade própria e como tal expresso o que tem de ser expresso, faço o que tem de ser feito.

Quem eu sou não é definido pelos pensamentos dos outros ou nem sequer pelos meus. Eu não tenho escolha senão ser quem sou como vida, e como tal só a honestidade própria pode ser usada para expressar este Eu. Assim sendo, em honestidade própria eu comonico, em honestidade própria eu ajo, em honestidade própria eu faço o que é melhor para todos.

O medo de entrar em conflito/desacordo não passa de um programa que só existe para me controlar de forma a eu não enfrentar e expressar quem eu realmente sou, e expor isso mesmo ao mundo.

Quando e assim que me vejo a ajir e a falar de forma a agradar as outras pessoas e/ou a querer a aprovação das outras pessoas: Eu páro e respiro. Assim dou a mim mesmo um momento para mudar este automatismo baseado em falta de confiança e não me permito ajir/falar do ponto de partida de ego/mente.

Quando e assim que me vejo a querer que as outras pessoas gostem de mim e a querer que as outras pessoas necessitam da minha companhia para se sentirem bem: Eu páro e respiro. Assim realizo que este desejo não é real, e como tal eu não me permito ser controlado nem influenciado pelo mesmo, e ajo/falo/expresso-me como quem realmente sou como vida, um e igual como tudo e todos, fazendo o que é melhor para todos.

Quando e assim que me vejo a crer que existe valor/que é de valor ser adorado e querido e como tal desejar que as pessoas o sintam por mim: Eu páro e respiro. Assim realizo que isto não passa de um programa da mente que fomenta a minha insegurança e falta de confiança, e como tal não permito ser influenciado/controlado e páro a conversa de fundo que tenho na cabeça sempre que tal acontecer até tais pensamentos/sentimentos deixarem de eixtir.


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