6 de maio de 2012

Dia 16 - Depressão, errar, abrandar, decisões

6 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser violento comigo mesmo ao stressar devido à conversa de fundo na minha mente cuja natureza é de falhado, de incapaz, e como tal puxo por mim para "fazer melhor" - rapidamente - em vez de abrandar, respirar e realizar que estes pensamentos são o meu ego a tentar justificar-se - e assim expresso-me em honestidade própria, estabelecendo-me como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido se levado pela mente ao estar deprimido quando vejo que a minah vida não está a resultar em vez de tomar as decisões necessárias para resolver a situação e agir de acordo com as decisões - pois sou eu quem determina a minha experiência neste mundo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido tentar viver a vida que me foi imposta/programada em vez de tomar decisões em honestidade prórpia e agir, sem me permitir ser dominado pelo medo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido entrar em depressão por esperar que as coisas funcionem em vez de respirar, não me permitir que a energia de depressão me controle a vida e tomar a decisão necessária para parar com a depressão de uma vez por todas.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que por mais que eu tente, por mais que eu puxe por mim, por mais que eu tente fazer com que as coisas resultem as coisas não vão resultar pois eu estou a tentar viver algo que foi programado que está em contradição com quem eu realmente sou como vida - assim sendo as minhas decisões têm de ser tomadas de acordo com quem eu sou e não de acordo com o meu programa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que a minha vida programada funcione para poder agradar quem me programou, em vez de realizar que a necessidade de agradar em si foi também programada, e como tal tudo em sí sería na verdade uma ilusão.

Eu perdoo-me por culpar a família, os amigos e a sociedade em geral por me terem programado e como consequência terem feito da minha existência um conflito no qual eu por um lado tento fazer com que a minha vida programada funcione e por outro tento viver quem sou sem entender que para tal não posso resistir ou lutar o programa mas sim respirar e tomar as decisões baseadas em quem eu sou como vida e agir como tal.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar as decisões baseadas em quem eu sou como vida devido ao medo de magoar a minha família e amigos em vez de realizar que esse medo revela que eu os culpo e que a minha acção seria uma forma de vingança - e como tal não tem a haver com a minha relação com a minha família e amigos mas sim com quem eu sou como vida em relação à minha família e amigos - um e igual - e como tal não existe culpa nem vingança mas sim um entendimento do que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar a decisão que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar num constante estado de (de)pressão e ansiedade devido à minha indecisão, devido à minha dependência de pessoas que não eu.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar na minha mente com preocupações e medos e daí ter a tendência a stressar e entrar em ansiedade em vez de abrandar, respirar e por em prática as decisões que me irão colocar numa posição na qual não existirá ansiedade nem stress.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido entrar no modo competitivo do sistema no qual eu luto por um lugar/posição na qual existe a possibilidade de controlar as pessoas de forma a que estas me acaitem de uma forma por mim pre determinada, em vez de ser honesto comigo mesmo e expressá-lo sem segundas intenções - na qual as minhas decisões e acções são baseadas em honestidade prórpia em vez de serem baseadas no meu programa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma constante conversa de fundo na minha mente em vez de estar ciente da minha respiração e do meu corpo a todo o momento, de forma a possibilitar que eu me expresse a cada momento em honestidade própria  pois não existe nenhum pensamento a pre determinar o que eu vou dizer e/ou fazer.

Eu perdoo-me por ter medo de tomar a absoluta decisão de viver aqui com, como e a cada respiração de forma a me criar como vida como quem eu realmente sou, expressando sempre o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido projectar na minha mente situações nas quais eu me vejo a ser levado pelo medo em vez de respirar e me expressar em honestidade própria - desta forma estabelecendo confiança em mim de forma a ter uma plataforma de acção e expressão estável a todo o momento.

Quando e assim que me vejo a apressar-me na mente com pensamentos, sentimentos e emoções de acabam sempre por me sabotar: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que tal experiência não reflete quem eu realmente sou, e como tal eu abrando e permito-me ter tempo suficiente para me estabelecer como quem eu realmente sou como vida, de forma a expressar o que é melhor para todos.

Quando e assim que me vejo a ter medo de "errar" ao me permitir ser levado pelo medo de me estabelecer como vida ao não agir em honestidade própria: Eu páro e respiro. Nesse momento eu realizo que estou a adiar o inevitável, e como tal ganho a coragem necessária para me expressar como vida - para expressar o que é melhor para todos - pois se não o fizer, uma coisa é certa: irei enfrentar as consequências de permitir que a mentira da mente me domine e controle.

Eu dedico-me a permane-SER aqui com, como e a cada respiração, um e igual, de forma a me estabelecer como vida, expressando o que é melhor para todos.

Eu dedico-me a enfrentar os meus medos e a transcende-los ao não permitir ser controlado e dominado pelos mesmos: Eu, como um e igual como vida, sou o ponto de partida. Sou Eu que estabeleço quem eu sou. Eu tomo absoluta responsabilidade. Eu puxo por mim para garantir que realmente sou Eu quem está a todo o momento a expressar o que é melhor para todos.

Eu dedico-me a este processo de implementar as decisões baseadas em quem eu sou como vida até ao fim, puxando por mim a enfrentar todos e tudo aquilo que está para ser direcionado por mim como quem eu sou como vida.

Eu dedico-me a parar todas as consequências que terão lugar caso eu não mude de forma a minha expressão para quem eu realmente sou como vida, um e igual com e como tudo e todos, fazendo o que é melhor para todos.

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