12 de maio de 2012

Dia 18 - Criando-me como Vida

12 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não considerar o facto que se eu não me aplicar para me criar como vida em honestidade própria - nada irá mudar, eu continuarei o mesmo, a minha realidade não irá melhorar - pelo contrário - e eu continuarei a ser um desperdício de respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto eu não tomar a absoluta decisão de me dedicar a mim mesmo neste processo de auto criação em honestidade própria, irei continuar a criar consequências necessárias à realização que eu tenho de parar e criar-me como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que sou fraco e que não estou pronto para tomar esta decisão aqui e agora.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu, neste momento, ao escrever, estou a tornar mais certa a decisão de me dedicar a este processo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido adiar o inevitável: o facto que eu não tenho de facto escolha a não ser a escolha sobre quem eu decido ser COMO VIDA - assim sendo não interessa o que eu decido, mas o que é certo é que eu tenho de levar a decisão até ao fim de forma a me criar como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar na cama em vez de realizar que tal demonstra como eu estou num estado de depressão pois ainda não tomei a decisão de quem serei como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar na cama de modo a evitar tomar a decisão e viver a decisão de quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar a decisão de viver quem eu sou como vida a cada respiração, expressando quem eu sou em honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fazer-me de coitadinho quando as coisas não me correm bem / não correm como eu quero.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser mais do que aquilo que eu sou.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as pessoas pensem que eu sou mais do que aquilo que eu realmente sou, manipulando-as de forma a que me vejam da forma que eu desejo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar-me levar por conversas desnecessárias em vez de me dedicar a mim mesmo, a cada momento, expressando a decisão que eu tomo de me criar como vida a cada momento de cada respiração, expandindo a minha ciendade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido distrair-me com coisas pequenas, acontecimentos irrelevantes, em vez de me dedicar a mim mesmo, puxando por mim, aumentando a minha confiança em mim mesmo, de forma a poder confiar em mim em qualquer altura, em qualquer situação, com qualquer decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me definido de acordo com aquilo que eu faço em vez de realizar que aquilo que eu faço será sempre limitado, e como tal quem eu sou será limitado -- Quando na verdade é quem eu sou que determina o que eu faço.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que aquilo que eu faço está limitado a esta realidade física e ao meu corpo e as suas capacidade motoras e fisiológicas, enquanto que eu sou como vida não é na verdade limitado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido limitar-me ao crer que eu sou aquilo que eu faço em vez de me expandir como quem eu realmente sou como vida e expressar-me respectivamente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido viver aqui a cada respiração, expressando quem eu sou como vida, um e igual como todos, fazendo o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter vergonha de quem eu sou, daquilo que eu faço - pois penso que eu sou aquilo que faço - em vez de realizar que eu sou quem eu decido ser como vida, e mais nada é relevante.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer impressionar as pessoas com certas coisas que eu faço em vez de realizar que me estou a sabotar pois não estou a viver aqui como quem eu realmente sou como vida.

Eu dedico-me a viver quem eu sou como vida.

Eu dedico-me a viver a cada respiração a decisão de viver aqui a cada momento de respiração, como quem eu realmente sou, como vida, aqui.

Eu dedico-me a fortaleçer a minha decisão a cada momento de respiração, a cada minuto, a cada hora, a cada dia, de forma a me tornar a decisão viva, expressando quem eu decido ser como vida, um e igual como tudo e todos, expressando o que é melhor para tudo e todos.

Eu dedico-me a parar de viver em depressão ao puxar por mim à medida em que vivo a decisão aqui, a cada momento da respiração, criando-me como vida, não permitindo que a mente me controle.

Eu dedico-me a mim mesmo, em honestidade própria.

Eu dedico-me a acordar e a levantar-me de imediato, de forma a viver a decisão a partir do momento em que acordo, a partir do momento em que o alarme toca, a partir do momento em que eu durmo mais do que 4 horas - pois eu sei que são as horas que eu necessito para descansar o meu corpo.

Eu dedico-me ao que é melhor para todos a cada momento da respiração, com cada e todas as relações entre mim e tudo e todos os que me rodeiam a cada momento.

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