13 de maio de 2012

Dia 19 - Tornando a decisão real

13 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido dúvidar das minhas decisões.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as minhas decisões sejam fáceis de fazer, em vez de realizar que as decisões têm de ser tomadas em absoluto, caso contrário a decisão não é real.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o sucesso de tornar real uma decisão passa pela disciplina em viver a cada momento da respiração a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar "portas abertas" para me "refugiar" caso as coisas "não corram bem" em vez de realizar que tais "portas" revelam que a minha decisão não é ainda absoluta, e como tal eu tenho de investigar a fundo onde ainda existe a dúvida em mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido justificar e arranjar desculpas para não viver a decisão em vez de realizar que se tal existe a decisão não é real.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permito realizar que se a decisão não for real - em honestidade própria - então a decisão não foi na verdade tomada.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu não me posso forçar ou convencer sobre uma decisão, pois tal tem de ser algo certo, absoluto, sem dúvidas, sem hesitações - que estão dependentes de quem eu sou como vida, e como tal não há nada a fazer a não ser chegar ao ponto de claridade de forma a poder tomar a decisão num momento.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido crer que eu não sou capaz de tomar a decisão de quem eu serei como vida num momento.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que é a mente - com pensamentos e sentimentos e emoções - que me colocam em dúvida em relação à decisão que tenho de tomar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar confuso em relação à decisão que tenho de tomar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de me enfrentar de uma vez por todas e mudar-me por completo até ficar completo como quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por não me ter aciete e permitido realizar que ao viver a decisão aqui a cada momento da respiração eu estou a fortificar e a estabelecer quem eu decido ser como quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido viver a vida que me foi programada em vez de me criar como vida, mudando-me por completo em honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido arruinar a minha confiança em mim mesmo em vez de realizar que sem a confiança eu não sou nada.

Eu dedico-me a abrandar, a não ser duro comigo e a viver aqui como cada respiração, em cada respiração e a cada respiração, vivendo a decisão, expressando quem eu sou.

Eu dedico-e a respirar, a viver aqui com e como o físico, tornando-me a expressão viva do que é melhor para todos em cada e todas as minhas relações no meu mundo.

Eu dedico-me a viver cada dia de forma a acumular os passos necessários que me irão colocar na posição na qual eu serei capaz e terei total confiança em mim mesmo em tomar a decisão sobre quem eu decido ser como vida em honestidade própria.

Eu dedico-me a parar em mim todas as dúvidas que existem ao respirar e ao me focar aqui no físico, e nesse momento caminho a decisão, torno-me a decisão.

Eu dedico-me a ser disciplinado todos os dias de forma a acumular os passos necessários de forma a me estabalecer como quem eu sou como vida, fazendo/expressando/falando o que é melhor para todos.


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