16 de maio de 2012

Dia 20 - Decisão: Manipulação, superioridade, submissão e pesadelo,

16 de maio de 2012

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a decisão ainda não está clara.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se a decisão não estiver clara/certa irei sabotar a minha aplicação.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se a decisão não for clara e absoluta eu irei manipular as situações de forma a que eu fique bem visto.
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tomar a decisão eu não posso considerar nada mais a não ser permanecer honesto comigo mesmo, e como tal não posso permitir que a minha imagem/reputação/ideia de mim mesmo influêncie a decisão nem quem eu sou ao viver a decisão, caso contrário a decisão não é real.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar que a decisão seja tal de forma a que eu pareça ser melhor do que aquilo que sou, em vez de realizar que tal não é honestidade própria mas sim manipulação, na qual eu finjo ser melhor e as outras pessoas piores.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que aceitar que falhei é um gesto de honestidade própria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido fazer pazes com o facto que falhei, que não fui capaz de levar a cabo aquilo que me tinha disposto a fazer, pois a minha decisão não foi absoluta e como tal não estava preparado para executar a tarefa apropriadamente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a única forma de parar com o medo de errar/de ter falhado é ao aceitar que eu falhei/que não consegui.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não aceitar o meu que o meu maior pesadelo se torne real – nomeadamente o pesadelo de falhar/ de não ser capaz – ele irá continuar a existir e como tal eu nunca saberei quem eu sou para além do medo do pesadelo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido tornar-me o pesadelo de forma a ver se ele é na verdade real ou se não passa de um pesadelo (um “sonho mau”)

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao temer algo eu estou na verdade a criá-lo, e como tal sou eu quem também tem o poder de fazer com que ele deixe de existir.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer parecer que fiz “algo de bom” de forma a parecer que “sou boa pessoa”, em vez de realizar que em honestidade prórpia não existe nem bom nem mau – simplesmente existe honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer manipular as situações de forma a dar a entender que eu sou boa pessoa, que tenho boas intenções, que não existe maldade nenhuma em mim, em vez de realizar que o único ponto relevante é a honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido influenciar, manipular e controlar o meu mundo de forma a que eu me sinta bem comigo mesmo pensando que eu “fiz a coisa certa”.

Eu perdo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o sentimento é uma experiência energética, e energia é sempre polaridade, e polaridade que dizer que alguém perde e alguém ganha, e para eu ganhar – para eu sair bem, para eu me sentir bem, para eu parecer que sou boa pessoa, alguém acaba por ficar numa posição submissiva.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido olhar pelos olhos daquele que considera a cada momento da respiração o que é melhor para todos – e vive-o.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido considerar, em tudo o que eu faço, o que é melhor para todos, colocando-me nos pés das outras pessoas para ver como eu reagiria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido tomar a decisão absoluta de mudar e fazer o que é necessário, todos os dias, de forma a tornar a decisão real, a palavra viva.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido livrar-me de todos os condicionamentos que me têm até então mantido numa prisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido jogar jogos nos quais eu manipulo e controlo as pessoas e situações de forma a que elas me vejam como alguém de valor, em vez de realizar que este jogo em sí não tem valor nenhum, pois a “verdade doí” – por isso é que ninguém a quer ouvir – e como tal, eu, em honestidade própria, não me irei colocar numa posição favorável e as outras pessoas numa posição desfavorável, pois o que é real é que eu não sou nada daquilo que penso/desejo ser, caso contrário não era necessário fingir e manipular.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido magoar as outras pessoas ao projectar algo sobre mim de forma a que eu pareça ser “bom” e “com boas intenções” e “de valor” e desta forma colocando as outras pessoas numa posição inferior – pois eu projecto uma imagem de que eu sou melhor que elas.

Eu perdo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para eu me sentir bem – para eu experienciar o que eu quero – outras pessoas têm de se submeter à minha mentira/crença – àquilo que eu projecto que quero que as pessoas pensem sobre mim como alguém superior, e como tal essas mesmas são inferiores.

Eu dedico-me a parar todos os jogos de energia nos quais eu faço tudo para ganhar, para parecer bem, em vez de considerar as consequências das minahs acções/palavras/gestos.

Eu dedico-me a colocar-me nos pés das outras pessoas de forma a garantir que tudo aquilo que eu diga não coloca as outras pessoas numa posição de submissão.

Eu dedico-me a ser honesto comigo mesmo, e a expressá-lo, não me permitindo parecer mais nem menos do que aquilo que sou, considerando atodas as relações com aquilo que me rodeia a cada respiração.

Eu dedico-me a corrigir a minha expressão, alinhando-a com aquilo que é melhor para todos, a cada respiração em e como honestidade própria.

Eu dedico-me a igualizar-me com todas as relações no meu mundo a cada respiração, tornando-me ambos os pontos da relação e a relação em si, de forma a expressar de todas as formas o que é melhor para todas as partes das relações e as relações em si.

Eu dedico-me a parar de parecer melhor do que aquilo que eu sou com a intenção de ser visto como alguém especial pelos outros – e como tal eu igualizo-mo com todas as relações que formo.

Eu dedico-me a tornar-me o meu maior pesadelo de forma a ver se este pesadelo é real ou nao.

Eu dedico-me a por um fim ao meu pesade-lo de forma a convidar que o pesadelo se torne a minha vida, e desta forma torno o pesadelo real e não um medo que me atormenta, e desse ponto de partida estarei capaz e apto a mudar de forma a que o pesadelo deixe de existir quer em mim – na minha mente como um pesadelo – quer na minha realidade física à medida que eu me mudo e me alinho com o que é melhor para mim e para todos. 

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