17 de maio de 2012

Dia 21 - Decisão: Parando a consequência, vivendo a respiração

17 de maio de 2012
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me desleixado na forma como me tenho dedicado a mim mesmo em vez de realizar que tal só tem na verdade criado consequência.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter deixado a minha aplicação dependente de “quando me apetece aplicar-me” em vez de me tornar mais disciplinado, fazendo com que eu deixe de criar mais consequências.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido só estar disposto a ver certas coisas em vez de me dar direcção para ver todo, todas as perspectivas, todas as possibilidades, de forma a que a minha decisão seja a mais apropriada, tendo em conta todos os pontos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer basear a minha decisão em conhecimento em vez de a fazem em honestidade própria, como quem eu sou, como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter dade valor à aquilo que eu faço e àquilo que quero fazer em vez de realizar que tal está a impedir que eu veja qual a decisão a tomar em honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não ver que tudo aquilo que eu quero fazer é irrelevante – a única coisa que é relevante é quem eu decido ser como vida, como um e igual como tudo e todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a decisão tem de ser tomada de forma directiva – para que eu não deixe nenhuma “porta aberta” para interpretação, para assunção – que não passa de criação de energia/polaridade/separação.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a decisão tem implicações físicas – e como tal eu tenho de a viver por completo, em absoluto, pois um entendimento intelectual do que a decisão implica não é de todo suficiente.

Eu dedico-me a viver a aplicação física da decisão a todo o momento da respiração, expressando sempre quem eu sou como vida, em honestidade própria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para tornar a decisão real eu vou ter de me comprometer a vivê-la em absoluto, em não parar até que a decisão seja a expressão viva de quem eu sou – tudo isto efectuado/vivido a cada respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido tomar a decisão em absoluto, dizendo: Eu vivo a decisão a cada momento da respiração.

Eu dedico-me, a partir deste momento, a viver/caminhar a decisão a cada respiração até me tornar a expressão viva da decisão, independentemente das dificuldades, incondicionalmente, a “todo o custo”, em honestidade prórpia, considerando o que é melhor para todos.

Eu dedico-me a me estabelecer aqui com e como esta respiração, vivendo a decisão.

Eu comprometo-me a viver aqui, como quem eu sou com e como cada respiração, expressando quem eu sou em honestidade própria, vivendo a decisão.

Eu comprometo-me a corrigir toda a deshonestidade que há em mim ao viver aqui com e como cada respiração, expressando quem eu realmente sou, vivendo a decisão, vivendo o que é melhor para todos em honestidade própria - a todo o custo.


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