18 de maio de 2012

Dia 22 - Decisão: Desculpas e justificações

18 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter estipulado todas as minhas decisões de vida baseadas naquilo que irei fazem em vez de realizar que aquilo que eu farei está dependente de quem eu sou – e como tal a decisão é sobre quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter feito planos de vida e decisões baseados naquilo que eu quero obter e/ou atingir em vez de realizar que tal depende totalmente de quem eu sou – eu sou sempre o ponto de partida, e como tal eu tenho de tomar a decisão de quem eu sou como vida, aqui, como um e igual como todos, e expressá-lo devidamente.

Eu dedico-me a estabelecer quem eu sou como o ponto de partida para e em tudo aquilo que eu faço e digo, expressando sempre aquilo que é melhor para todos como quem eu sou como vida.
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quem eu sou é vê-se entre a relação que eu formo com todos e tudo o que me rodeia.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que aquilo que é melhor para todos é a única decisão real que eu posso tomar sobre quem eu sou em relação a todas as relações que formo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de tomar esta decisão pois isto significa parar com certos tipos de relações que mantenho pois estas não representam o que é melhor para todos. Como tal um ajuste é necessário, de forma a que eu viva a decisão de verdade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido arranjar desculpas e justificações que me coloquem numa posição na qual eu acabo por comprometer a decisão, e como tal eu páro todas as desculpas e justificações ao parar os pensamentos/sentimentos e emoções que experiêncio – eu sou o ponto de partida, eu dou-me direcção, eu sou responsável por mim, eu dedico-me a viver a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido crer que eu não tenho confiança em mim necessária para viver a decisão em vez de realizar que passo a passo, a cada respiração, a cada momento eu vivo a decisão, e assim fortaleço/aumento a confiança em mim mesmo – e deste modo fortaleço a minha determinação em viver a decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o viver da decisão faz-se momento a momento – agora eu estou aqui a escrever e ao fazê-lo eu estou a viver a decisão. No próximo momento, de acordo com a situação, eu vivo a decisão considerando quem eu sou como vida, expressando o que é melhor para todos. E assim desta forma vivo a decisão, sou a expressão viva da decisão.

Eu dedico-me a parar todas as desculpas e justificações que possam surgir sobre a forma de pensamento, sentimento e/ou emoção que irão comprometer a decisão de viver aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a viver a decisão a todo o momento, em tudo aquilo que faço, em tudo aquilo que expresso, em tudo aquilo que me proponho a fazer.

Eu dedico-me a fortalecer a minha auto confiança ao viver a cada momento da respiração aquilo que é melhor para todos, ao viver a decisão de quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a única decisão relevante na vida é quem eu decido ser como vida. 

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se a decisão não for vivida a cada momento da respiração, então não existe decisão nenhuma, e como tal eu estou a enganar-me a mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que aquilo que é real é quem eu sou, e como tal quem eu sou tem de estar alinhado com aquilo que é real: Vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a decisão tem de ser vivida a cada momento da respiração, e não posso falhar nem sequer um.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu vou cometer erros, mas os erros não significam que eu falhei, pois “falhar” significa não viver a decisão deliberadamente através de desculpas e justificações que fazem pareçer com que o “falhanço” seja aceitável, quando na verdade é um acto de abuso próprio que destrói o compromisso e a confiança que eu tenho em mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que só as decisões que eu tomo em honestidade própria são reais – desculpas e justificações não são decisões – são simplesmente desculpas e justificações para não viver a decisão de viver aquilo que é melhor para todos.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser guiado/direccionado por eventos/situações e definir-me de acordo com aquilo que eu faço nos mesmos, e como tal permitir-me acabar por ficar triste/deprimido/desesperado quando as coisas não correm como que quero.

Eu dedico-me a SER e ESTAR em cada decisão que tomo em vez de permitir que aquilo que eu faço esteja em cada decisão que eu tomo. A vida é sobre QUEM EU SOU – não sobre “aquilo que faço”.

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