20 de maio de 2012

Dia 23 - Decisão: Respirando...

20 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter desperdiçado a minha vida ao me ter permitido e aceitado viver como e na mente, com medos, inseguranças, invejas, tristezas – em vez de viver aqui com e como a respiração, um e igual com e como o físico, expressando o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido viver a todo o momento aquilo que é melhor para todos, pois tal é na verdade aquilo que é melhor para mim.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido adiar a minha aplicação em viver aqui como cada respiração, em vez de realizar que ao adiar estou na verdade a tornar este processo mais difícil para mim mesmo assim como para todos.
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não tomar a decisão de viver aqui como o exemplo/expressão daquilo que é melhor para todos – a cada respiração – eu irei criar uma existência de consequência indesejada para mim mesmo e para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido viver livre vontade de verdade ao tomar a única decisão de valor: Viver aqui a cada respiração, expressando o que é melhor para todos, corrigindo-me, tornando-me o exemplo do que “amar o próximo como a mim mesmo” significa.

Eu dedico-me a viver aqui, a cada momento puxando por mim para corrigir todos os meus condicionamentos mentais, tornando-me o físico de verdade ao não permitir que a mente – os pensamentos, sentimentos e emoções – me “desvie” de quem eu sou como vida, como um e igual com e como tudo e todos.
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quem eu sou aqui a cada respiração é uma decisão que eu tomo, e como tal a minha livre vontade é para ser aplicada a cada respiração, tomando a decisão e vivendo o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a única coisa que eu posso ser e fazer nesta realidade é respirar e viver cada e a cada respiração – tudo o que eu sou e faço está contido nesta acção/expressão.
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que respirar é estar AQUI.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que respirar é estar ciente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu estou sempre AQUI, e estar AQUI ciente – com e como a respiração – é viver quem eu sou como vida.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser mais do que aquilo que sou, querer ser mais do que a respiração, em vez de realizar que é ao estar igual com a respiração que é possível eu expandir-me e realmente me expressar como vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo nesta existência respira – de uma forma ou de outra: Os animais respiram, os átomos respiram (oscilam, recebem e libertam energia), as estrelas respiram (nascem – inspiram – e morrem – expiram).

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu sou igual ao “ponto mais baixo” que eu me permito ser – assim sendo, eu sou igual à respiração, esta sendo o acto/actividade base humana / da vida / da existência, e como tal é deste ponto de partida que eu tenho de me criar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu estou confinado à necessidade de respirar, e é a partir dAQUI que eu me crio, que eu tenho de fazer o “melhor” possível considerando a limitação física, não permitindo que as limitações mentais se imponham ao físico, pois estas não são na verdade limitações reais.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fugir para uma realidade ilusória alternativa chamada consciência/mente na qual eu me minto ao fazer-me crer que eu sou mais do que aquilo que sou, que eu sou mais que a respiração, que eu sou mais que a vida, que eu sou mais que a existência, que eu sou mais que aquilo que me rodeia, que eu sou mais que as outras pessoas, que eu sou mais que os animais, que eu sou mais que o ar que respiro, que eu sou mais que a água que bebo, que eu sou mais que a terra, que eu sou mais que o universo, que eu sou mais que um átomo – em vez de realizar que sem a respiração - que sem este físico - a minha mente não existiria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer viver e ser mais do que quem eu sou aqui a cada respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu me estou a criar a cada respiração, e a acumulação de quem eu me permito e aceito ser a cada respiração resultam naquilo que eu sou aqui e agora – como tal, é ao estar ciente do princípio da acumulação que eu vivo o que é melhor para todos a cada momento de forma a acumulá-lo em mim e como eu de forma a que eu me torne a expressão daquilo que é melhor para todos a cada e a todos os momentos da respiração, como quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu for desonesto eu estou a acumular desonestidade, e como tal a realização de quem eu sou como vida, como um e igual com e como todos, ficará para mais tarde.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a “o caminho mais curto” para mim mesmo como quem eu sou como vida é de respirAÇÃO em respirAÇÃO, na qual eu vivo a ACÇÃO que é respirar, expressando e acumulando o que é melhor para todos, corrigindo-me, vivendo em honestidade própria, acumulando cada momento singular de expressão de vida – desta forma vivendo como uma Singularidade – e como tal como e em Igualdade com e como a existência.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quem eu me tornei até este momento é o resultado de todas as respirações que dei até então – e para me tornar vida – para eu SER algUÉm com integridade – eu vou ter de acumular respirações de integridade, de honestidade própria, de responsabilidade, de disciplina, de determinação, de dedicação, de assertividade, de dedicação. Para me tornar vida como quem eu sou eu vivo aqui a cada momento da respiração como vida, como um e igual como tudo e todos, em honetsidade própria

Eu dedico-me a ser e estar aqui com e como cada respiração.

Eu dedico-me a corrigir todo o meu pecado – toda a deshonestidade própria – ao viver aqui a cada respiração, acumulando a vivência de quem eu sou como vida, a vivência de quem eu decidi ser em honestidade própria, tornando-me o que é melhor para todos.



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