21 de maio de 2012

Dia 24 - Decisão: Vivendo vontade própria

21 de maio de 2012

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para aqui estar e viver a cada respiração eu não tenho escolha senão abdicar do meu ego/interesse próprio – e substituí-lo pelo interesse de tudo e todos – ao viver o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tomar a decisão de viver aqui a cada respiração, expressando o que é melhor para todos implica que eu aquilo que eu queria fazer/atingir e aquilo que eu quero deixa de ser válido pois o ponto de partida muda com esta nova decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o medo de mudar é o medo de deixar de ser aquilo que eu tenho sido até agora e que existe de forma a garantir que eu não mudo – e como tal eu tenho de ganhar em mim a força, a coragem, a determinação e ser dedicado e disciplinado em viver a decisão a cada momento da respiração, caso contrário eu não irei mudar e para sempre serei um escravo do medo – e como tal serei para mim mesmo a prova que não sou livre.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não provar que a decisão é real ao vivê-la é porque eu não fiz decisão nenhuma - e como tal ainda necessito de continuar a puxar, respirando e aplicando-me até chegar o dia em que eu sou capaz de dizer: “Agora provei a decisão”.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu necessito de me testar – para por â prova a minha decisão, pois o meu interesse próprio tem a tentência de florear tudo, fazendo parecer que as coisas são melhores do que o que realmente são.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu tomar uma decisão em separação daquilo que eu sou, essa decisão será em separação em si, e como tal acabarei por criar consequências necessárias para que eu tome decisões em unidade e igualdade, em honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me perdido por não ter um ponto de referência/direcção para tomar a decisão, em vez de realizar que a natureza de uma decisão é fundada no facto que tal é para ser tomado em direcção própria, em honestidade própria, em responsabilidade própria, e como tal EU sou o ponto de partida, EU sou o ponto de referência, EU sou o ponto de direcção e EU dou-me movimento a mim mesmo para viver a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido basear decisões em sentimentos e emoções em vez de realizar que uma decisão é um ponto claro de direcção e não uma “vontade” ou “apetecer”.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter feito decisões baseadas em ilusões em vez de ver aquilo que é real a cada momento da respiração e tomar decisões desse ponto de partida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tomar decisões baseadas naquilo que não é real eu estou a tentar impor aquilo que é ilusão sobre o que é real – o que dará origem a consequências que me farão enfrentar outra vez um momento de decisão na qual eu vou ter de me corrigir ao tomar a decisão baseada naquilo que é real.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a única coisa relevante é aquilo que é real a cada momento da respiração, e é nesta base que eu irei tomar decisões em honestidade própria – e tudo aquilo que está para além daquilo que aqui está a cada respiração é irrelvante – pois o desejo/vontade de lidar com mais do que aquilo que aqui está a cada momento seria na verdade uma projeção de grandiosidade do ego.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o context das respostas que obtenho estão dependentes do contexto das perguntas que questiono, e assim sendo eu determino a resposta de acordo com o contexto/especificidade da pergunta.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a resposta sou eu, a decisão sou eu – eu dou a mim mesmo a resposta/decisão.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para me criar é necessário eu ter a confiança em mim mesmo de tomar decisões baseadas naquilo que é real, caso contrário eu não me poderei criar de verdade / na realidade.

Quando e assim que me vejo a ter dúvidas sobre a minha decisão: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo a minha dú-vida existe porque eu estou a tentar viver Duas Vidas que entram em conflito: Aquilo que eu decio e aquilo que eu tenho de deixar "para tráz" - e como tal eu foco-me em viver a decisão, pois a dúvida é o medo de dedeixar de ser aquilo que eu me criei em separação de mim mesmo, em separação da minha respiração, em separação da minha honestidade própria e livre vontade.

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