23 de maio de 2012

Dia 25 - Decisão: A sua importância

23 de maio de 2012

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto eu não tomar uma decisão eu não terei o poder de tal decisão em mim para me dar direcção.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto eu não tomar o ponto da decisão com um e igual comigo eu não terei o poder de tornar real a decisão, e como tal a decisão não é real.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que em tudo na vida é necessário começar-se com passos pequenos de forma a estabelecer uma plataforma/base sólida/estável para que o posterior crescimento seja eficaz – assim sendo, eu não menosprezo a importância de dar passo pequenos - eu nãomenosprezo cada respiração, pois é cada uma delas que me mantêm aqui vivo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer mais do que aquilo que sou capaz de lidar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer fazer mais do que aquilo que sou capaz.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser mais do que aquilo que sou, em vez de simplesmente ser quem sou em absoluto, e daí permitir-me crescer/expandir-me com passos pequenos, nunca me permitindo saltar passos essenciais, nunca pensando ser mais do que aquilo que sou a cada respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a auto expansão ocorre ao estar aqui a cada respiração, vivendo cada respiração por completo e como tal criando a possibilidade de me expandir.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não for capaz de tomar uma decisão de simplicidade então eu acabarei por não ser e ter nada, pois o meu ego impõe-se ao me fazer crer que eu sou capaz de decidir ser algo mais do que aquilo que sou.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto eu não tomar a decisão eu acabarei por ser um falhado – pelo simples facto que falhei em não tomar uma decisão em simplicidade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como a relva não tenta ser mais do que o que é, nem o insecto...

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que todas as decisões sobre aquilo que eu decido ser cuja natureza é de querer impressionar e/ou querer ser aceite pelas outras pessoas é na verdade uma decisão do ego e como tal inválida, pois em tal decisão não existe honestidade própria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não estiver a viver de VERDADE então eu estou a viver uma verdadeira MENTIRA que é a MENTE/ego.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a decisão sobre aquilo que irei fazer é irrelevante pois essa está dependente de quem eu decido ser, e como tal só a decisão sobre quem eu sou é relevante.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não determinar/decidir quem eu sou acabarei por ter um problema pois aquilo que eu farei será incerto.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a decisão sobre quem eu decido ser tem de estar alinhada com aquilo que é melhor para todos – com o princípio de unidade e igualdade = honestidade própria – caso contrário a decisão será uma realidade alternativa criada pela mente na qual eu só considero o meu ego.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que eu vim para esta terra para “fazer isto e aquilo” sem sequer parar para considerer quem sou eu no meio disto tudo e vendo que este sim é o ponto essencial.

Eu dedico-me a tomar todas as decisões baseadas naquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a viver aquilo que é melhor para todos a todo o momento da respiração, dando passos pequenos que constituem em mim uma plataforma sólida de auto confiança na qual eu posso expandir a minha responsabilidade ao me tornar ume igual com o físico - com a terra, com o universo - e como tal expressando o que é melhor para todos.

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