23 de maio de 2012

Dia 26 - Decisão: SER vs FAZER

23 de maio de 2012

Eu perdoo-mepor me ter aceite e permitido preocupar-me com coisas pequenas.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que pre-ocupação é eu ocupar-me com algo que não têm relevância considerando o momento em que vivo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tomar a decisão sobre quem eu sou as coisas irão mudar por deixarei de viver de fora para dentro e passarei a viver de dentro para fora – ou seja, eu expresso quem eu sou em vez de me definir de acordo com aquilo que faço e/ou de acordo com os acontecimentos que ocorrem em meu redor.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido tentar provar quem eu sou de acordo com aquilo que faço em vez de me tornar completamente a decisão e agir como quem eu sou.

Eu dedico-me a viver a decisão, a expressar quem eu sou, a enfrentar ass mudança necessária para que eu seja a expressão daquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não sei quem eu sou então eu nunca poderei confiar nas minhas decisões pois estas estão dependentes de quem eu sou.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido que sem auto confiança eu “não sou nada”.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que sem auto confiança eu não tenho poder nenhum.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a auto confiança constroi-se aqui a cada respiração à medida que eu não permito que os pensamentos, sentimentos e emoções me controlem – pois EU sou o ponto de partida, EU sou a expressão, EU tomo responsabilidade – e a cada respiração eu movimento-me, eu expresso quem eu sou, passo a passo, respiração a respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para eu mudar necessito de ter a necessária confiança em mim mesmo para tomar a decisão que vou mudar – para tomar a decisão sobre quem eu sou – aquilo que aceite e permitdo em mim e como eu - e tal é feito a cada momento da respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quem eu sou existe a cada momento da respiração: aquilo que eu aceite e permito ser vê-se a cada respiração, e como tal, para me mudar, é necessário que a mudança seja claramente vista a cada momento da respiração – caso contrário a mudança não é real – caso contrário a decisão não é real.
Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de decider quem eu sou pois isso significa que eu deixarei de fazer muitas das coisas que agora faço e que utilizo para definer quem eu sou.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao decidir quem eu sou terei de “deixar para traz” muitos dos planos que até então fiz – terei de abdicar de fazer muitas das coisas que eu queria fazer – pois eu pensava que estas muitas coisas acabariam por me definir como um “ser completo”, em vez de realizar que na expressão “SER completo” está a palavra “SER” e não a palavra “fazer”.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido ver que na palavra “fazer” existe a palavra “reza” – na qual eu rezo para que “aquilo que eu faço” (as boas acções) acabem por me definir e como tal me deêm entrada no Céu --- em vez de realizar que o cÉU é quem EU sou – e não aquilo que eu “rezo”.

Eu dedico-me a parar de me definir de acordo com aquilo que eu faço.

Eu dedico-me a parar de querer provar quem eu sou - quem eu decido ser - de acordo com aquilo que eu faço em vez de simplesmente ser quem sou e daí expressar de todas as formas quem sou.

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