29 de maio de 2012

Dia 29 - Decisão: Eu não sou os meus planos

29 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter-me definido de acordo com os planos que faço.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu posso controlar aquilo que planeio e os meus objectivos em vez de realizar que eu existo numa realidade na qual os meus objectivos e planos estão dependentes de certos factores externos que eu não controlo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a única coisa que eu posso definir/determinar é QUEM EU SOU: Aquilo que eu me aceito e permito ser a cada momento da respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que em vez de tentar mudar o mundo à minha volta o que é necessário é mudar-me a mim -- e como consequência o resultado das situações em que eu me encontro serão o resultado do "novo eu".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que EU sou e sempre serei o ponto de partida de tudo aquilo que eu faço, de tudo aquilo que me aconteçe, de tudo aquilo que eu experiêncio, de tudo aquilo que eu vivo.

Eu dedico-me a tomar responsabilidade por mim mesmo, a cada momento da respiração, garantindo que tudo aquilo que eu expresso/sou é o melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido a realizar que eu e todos os seres humanos foram programados a tentarem mudar as situações/factores externos na esperança que quem nós somos mude em vez de realizar-mos que é quem nós somos - sempre - que determina o que acontece -- e como tal o que este mundo reflete é que nós não estamos a viver/ser o que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que desde pequeno que nós - seres humanos - somos ensinados a culpar os outros, a ter ciúmes, a ter inveja, a ter medo de, a sentirmo-nos amados por,  a desejar algo, a sonhar com algo -- etc -- acabando sempre por responsabilizar esse algo/alguém pelas experiências interiores - em vez de realizarmos que somos nós quem criamos o ciúme, a inveja, o medo, o sentimento de amor, o desejo de, o sonho -- etc -- e que acabamos por nos definirmos como tal, criando desta forma uma certa e personal-idade que é PESSOAL de cada um de acordo com a IDADE que temos.

Eu perdoo-me por não me ter aceitee permitido realizar que A DECISÃO é na verdade acabar com a personalidade de vez e tomar responsabilidade absoluta por mim mesmo ao VIVER/SER o que é melhor para todos, como quem eu sou como vida, como um e igual como tudo e todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para viver a decisão eu necessito de saber exactamente o que a decisão é -- é necessário eu ser capaz de pôr em palavras qual é a decisão, e ser absolutamente específico e detalhado, capaz de entender por completo as implicações de tal decisão -- pois se tal não for absolutamente claro eu estarei a enganar-me e a continuar a ser uma perda de tempo/vida/respiração.

Eu dedico-me a investigar a fundo todos os dias qual é a decisão e qual é o significado da decisão - ou seja, qual é a implicação prática de viver em absoluto a decisão -- e tal é feito a cada momento da respiração, no qual eu puxo por mim para parar a mente (pensamentos, sentimentos e emoções) que representam a separação que em mim existe.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido de me fazer de coitadinho - dentro de mim - de forma a justificar a minha apatia e a minha aparante incapacidade de "me por a mexer" - de "me por a viver" a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido em momentos ficar possuído pelos pensamentos em vez de "me levantar" - me elevar - e sair "do buraco de incerteza e indecisão" ao simplesmente respirar e viver o que é melhor para todos.



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