29 de maio de 2012

Dia 30 - Esta não é a minha vida...

29 de maio de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido por perder a força de viver, a força de mudar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar-me levar pelos pensamentos da mente que me colocam numa posição na qual eu não enfrento aquilo que tenho de enfrentar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me perdido em vez de realizar que eu me sinto assim porque não me estou a permitir encontrar-me aqui como cada respiração, a viver a decisão na totalidade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me cansado e sem vontade de fazer coisas em vez de realizar que este "cansasso" é na verdade a mente a mostrar-me que eu ainda não tomei a decisão de viver quem eu sou.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar possuído pela energia negativa de não querer fazer coisas e pela energia positiva quando faço certas coisas que fazem com que eu não tenha de pensar em viver a decisão tais como comer, dormir, ver filmes/series, dar aulas e ensair.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido não conseguir viver por não conseguir tomar decisões de forma a tomar parte neste mundo de uma forma que me satisfaça.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar perdido no meio de tudo aquilo que eu experiênciei, tudo aquilo que fui ensinado e tudo aquilo que fui programado a ser, em vez de me encontrar aqui com e como a respiração, tomando e vivendo a decisão de viver quem sou, vivendo satisfeito de verdade, sem que havaj qualque tipo de pressão (depressão) para que eu "viva isto ou aquilo".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir que tudo o que eu faço não está bem - como se houvesse qualquer coisa em mim que me diz que "não é isto que é eu suposto fazer" / "não é isto que eu quero fazer".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir que "falta qualquer coisa" na minha vida e em tudo o que eu faço.

Eu dedico-me a investigar qual a origem do sentimento "há algo que não está bem" / "está qualquer coisa a faltar".

Eu dedico-me a investigar o que é que eu ainda não entendi/realizei sobre a minha existência - o meu programa - e que continua a colocar-me numa posição na qual eu me sinto perdido e desorientado.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que apesar de eu tentar o melhor eu acabo por não ficar satisfeito porque não é quem eu sou.

Eu perdoo-me por me ter aceute e permitido tentar fazer com que a minha vida que me foi programada funcione em vez de viver quem eu sou em absoluto.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu não sei quem sou porque tudo o que eu tenho até agora sido tem sido a mentira que é o meu programa.

Eu dedico-me a investigar a fundo todas as facetas do meu programa de forma a poder tomar uma decisão absoluta sobre quem eu sou como vida.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que aquilo que eu faço acabe por me satisfazer em vez de realizar que não interessa aquilo que eu faço mas sim quem eu sou naquilo que eu faço.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer mudar as coisas que faço para "me encontrar" em vez de realizar que é ao mudar quem eu sou em tudo aquilo que eu faço que me irei encontrar.

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