4 de junho de 2012

Dia 33 - Verdadeira Dedicação

4 de junho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não estar dedicado a VIVER quem eu sou como aquilo que é melhor para todos - a cada momento expressando exactamente isto.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido perder a vontade de viver e entrar em depressão por ver que aquilo que eu faço "não dá em nada" em vez de realizar que tal acontece porque eu não estou a viver a decisão sobre quem eu decido ser  e tento definir-me de acordo com aquilo que eu faço que acaba sempre por ser algo incompleto pois eu, em mim mesmo, estou incompleto pois não estou a viver quem eu sou em primeiro lugar --- e daí tudo o resto "vem naturalmente".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu não sou livre porque eu me estou a permitir ser um escravo daquilo que "tenho de fazer"/"quero fazer" para que me defina como alguém especial, alguém que é mais, alguém que - no fundo - quer ser mais do que aquilo que realmente é --- sou um escravo do meu ego/personalidade/consciência.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido fazer com que a minha vida seja complicada ao tentar fazê-la mais do que o que ela é em vez de realizar que tal é o meu ego como o desejo de ser mais do que aquilo que eu sou aqui como um e igual como e com tudo e todos em honestidade prórpia.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido dedicar todo o meu tempo livre a me corrigir-me.

Eu perdoo-me por ficar assustado com os pensamentos da mente quem me colocam numa posição de inferioridade e incapaz de me dar direcção para mudar em vez de realizar que tal é na verdade a resistência que a mente me apresenta para que eu possa lidar com ela no momento ao me manter aqui com e como a respiração e corrigindo-me de imediato.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido ver/realizar a simplicidade do ponto de identificar pensamentos/padrões/sentimentos/emoções em mim e não permitir que estes me controlem -- assim sendo eu vivo a correcção no momento, expressando quem eu sou como aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu não sou capaz de ver os pontos e de os expressar claramente -- como se necessitasse de algo "mágico" para que me faça ver os pontos a corrigir - em vez de realizar que tudo o que necessito de verdade é da minha respiração e dedicação em puxar por mim, a "todo o custo", para que eu vá para além de todas as resistências que a mente me apresenta.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tornar a aplicação da correcção a cada momento eu passo a fazer com que tal seja QUEM EU SOU - um e igual - e apartir daí deixa de haverem resistências em me corrigir e tudo torna-se mais simples.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar-me como incapaz de realmente corrigir todos os pontos de imperfeição que em mim existêm: "imperfeição" sendo tudo aquilo que em mim existe e que eu digo/faço que não é quem eu realmente sou como aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permtiido realizar que VIVER a DECISÃO de ser aquilo que é melhor para todos é feito a cada momento da respiração, corrigindo-me a cada momento, sem permitir que desculpas, justificações - como resistências - sejam usadas para que eu me mantenha nesta bolha chamada "ego/mente".


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