4 de junho de 2012

Dia 34 - A birra e o amúo do bebé que há em mim

4 de junho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar triste quando as coisas não correm como eu quero.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar esperanças sobre certas coisas das quais eu não tenho o poder de as tornar reais.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar deprimido quando as coisas não correm como eu quero em vez de realizar que a depressão provém de uma falsa esperança sobre como eu quero que as coisas acabem por acontecer e ao acontecerem eu irei ficar bem e feliz -- e como tal estou na verdade a tornar a minha felicidade/bem estar/estabilidade dependente de factores externos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido amuar quando não obtenho as coisas que quero e fazer tudo o que está ao meu alcance para manipular as pessoas de forma a obter aquilo que eu quero -- que nem um bebé mimado a fazer birra.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido parar quando reparo que estou a manipular as pessoas emocionalmente de forma a obter aquilo que quero.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a manipulação que eu utilizo para obter aquilo que eu quero tem origem no meu ego/mente/personalidade, e sendo assim é absolutamente inaceitável permitir ser influênciado e controlado por tal.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu aprendi a controlar as outras pessoas quando era bebé atravez de birras/choro - até conseguir aquilo que queria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizr que eu só obtive aquilo que queria quando fazia birra por os adultos (pais essencialmente) ficavam com pena e sentiam-se mal ao me deixarem "triste" e como tal "dava-me o chupa chupa" -- acabando por se permitirem serem controlados pela minha manipulação.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não ter realizado que quando amúo por não obter aquilo que quero é na verdade o meu programa de infância a iniciar o padrão de manipulação - no qual eu tento manipular os outros e também justifico a minha tristiza como sendo causada "pelos outros" pois só os outros têm o poder de "me dar aquilo que eu quero.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o AMúO só resulta entre as pessoas que existe AMOr - pois é necessário uma das pessoas tentar manipular a outra ao fazer com que essa pense ser culpada pela tristeza da outra - e graças ao "amor" existênte as pessoas - aquela que aparentemente é culpada acaba por ceder pois - pelo "amor" entre elas - quando na verdade é tudo um jogo de manipulação justificado graças ao "amor".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao amuar eu estou a sabotar-me pois não estou a tomar responsabilidade por mim mesmo em relação àquilo que sou, faço e  digo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a energia - o programa - do amúo sendo tristeza só é real pois eu não me estou a permitir tomar responsabilidade por mim mesmo atravéz de me perdoar e corrigir o ponto físicamente de forma a que a energia não tenha poder sobre mim de forma alguma -- eu dou-me direção, eu sou respónsável por mim.

Eu dedico-me a parar toda a manipulação que eu automaticamente participo ao respirar - e desto modo liberto a energia acumulada relacionada com a vontade/desejo de obter um certo resultado --- e corrigo o ponto ao me expressar em honestidade própria.

Eu dedico-me a parar todo o amúo assim como ao parar toda a manipulação que outras pessoas tentam exercer em mim através do amúo/birra.

Eu dedico-me a tomar responsabilidade por mim mesmo - e desta forma sou claramente capaz de ver quando as outras pessoas não estou a tomar responsabilidade por elas prórpias e em vez disso estão a tengtar manipular.

Eu dedico-me a acabar com toda a ESPERAnça que em mim existe pois a ESPERAnça é um jogo de ESPERA no qual eu não tenho na verdade poder nenhum em tomar decisões -- assim como ao amuar e ao fazer birra um bebé fica à espera na esperança que a mãe/pai lhe dêm o que ele deseja/quer/pretende. Ao acabar com a esperança eu tomo responsabilidade por mim mesmo e vejo as coisas como elas são e não como eu gostaria que fossem -- e desta forma eu tenho o poder de agir segundo aquilo que é REAL.

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