12 de junho de 2012

Dia 36 - Disciplina: Transcendendo a resistência

12 de junho de 2012
Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar quem sem a disciplina de viver a decisão está nunca será real.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido desejar que a decisão se desenvolva normalmente em vez de realizar que não há nada de normal em ser aquilo que é melhor para todos e como tal dedicação e disciplina em viver a decisão é essencial.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não ter realizado que a disciplina de viver a decisão é para ser vivida aqui a cada momento da respiração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a disciplina de viver aqui a cada respiração corrigindo todo o meu vício da energia é a chave para eu viver a decisão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar sujeito ao controlo da mente em vez de me dedicar a parar – disciplinando-me para viver a decisão daquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido distrair-me na minha mente com pensamentos em vez de me manter dedicado a cada momento de forma a viver a decisão de ser/viver aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a ser disciplinado em viver aqui a cada respiração a minha auto correcção, garantindo desta forma que eu vivo aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a resistência a ser disciplinado para viver o que é melhor para todos é a energia da mente que me coloca numa posição na qual eu fico em modo automático a fazer tudo menos aplicar a correcção necessária – e como tal é necessário eu respirar e puxar por mim num momento de realização que se eu não me aplicar continuarei um escravo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a auto correcção é a coisa mais difícil neste mundo devido à automatização energética que nos guia/controla a todo o momento – assim sendo vê-se porque é que o simples acto de respirar e tomar direcção em viver o que é melhor para todos em honestidade própria é tão difícil e requer tanta dedicação e correcção.

 Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sabotar-me ao permitir de mim mesmo menos do que aquilo que eu tenho a capacidade de ser.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido diminuir-me à energia da mente – acabando, na verdade, por ser menos que a mente em si – ao permitir que a energia da mente me controle em vez de me dedicar e disciplinar a viver aqui com e como a respiração, fazendo disto a minha expressão de vida a todo o momento.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que eu não sou capaz e não tenho coragem nem força para viver aquilo que é melhor para todos em vez de realizar que este pensamento em sí é a mente a apresentar a energia/pensamento/sentimento/emoção que me controla para que eu não seja/viva em honestidade própria como vida, sendo aquilo que é melhor para todos.

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