15 de junho de 2012

Dia 37 - Decisão: Parando "Back Chat"

15 de junho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer controlar o meu ambiente / aquilo que me rodeia de forma a sentir-me confortável o suficiente para "me aplicar" em vez de realizar que se eu coloco a minha aplicação dependente daquilo que me rodeia eu estou na verdade a limitar-me.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido esperar que as coisas mudem e/ou esperar que eu tenha tempo para mudar as coisas de forma a que eu tenha a vontade de também mudar em vez de realizar que se assim eu o fizer estou na verdade a ficar dependente daquilo que me rodeia - e como tal a minha dedicação a mim mesmo não passa de uma farça.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as coisas em casa estejam sempre como eu desejo de forma a que eu me sinta bem e tenha vontade de me aplicar em vez de realizar que desta forma eu estou na verdade a sabotar-me pois a minha direcção está dependente de um "sentimento/emoções" como energia da mente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido mudar em mim e manifestar essa mudança em meu redor em vez de mudar o meu redor na esperança que eu mude.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido exigir de mim mais do que aquilo que eu consigo ser.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que só em honestidade própria é que eu tenho a capacidade/poder de me dar direção adequadamente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que é ao respirar que eu vou ter a capacidade/poder de ver a mentira que em mim existe (mente): os pensamentos que se repetem (os pensamentos automatizados) que fazem com que eu seja sempre o mesmo "João" em vez de os para e desta forma parar o "João" que só causa sofrimento a este corpo que é quem eu realmente sou.

Eu perdoo-me por nºao me ter aceite e permitido que é ao mudar a minha atenção dos pensamentos para a minha respiração que eu serei eficazmente capaz de viver AQUI em honestidade própria, parando deste modo a mentira que eu tenho até então existido como.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer definir-me de acordo com aquilo que eu faço em vez de realizar que tudo o que fiz está dependente de quem eu sou - quem eu decido ser - e como tal não interessa o que eu faço mas sim QUEM EU SOU.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido abusar de mim mesmo ao me permitir ser menos do que AQUILO QUE É MELHOR PARA TODOS.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que as coisas sejam fáceis em vez de realizar que a dificuldade que eu enfrento é na verdade a resistência que a mente aprensenta (em forma de energia) de forma a me manter vontrolado e confinado à minha ideia de mim mesmo de incapaz e de falhado - e daí a depressão/tristeza.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que o "back chat" (conversa de fundo na minha mente) sobre quem eu sou e sobre a minha posição neste mundo e o que irei de fazer e o "será que consigo" é real em vez de realizar que este só me esta na verdade a apresentar aquilo que eu tenho de enfrentar e transcender com ACÇÕES representativas daquilo que eu decidi ser como aquilo que é melhor para todos, como vida, em honestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido entreter-me (ou melhor, em-treta-ter-me) em vez de realizar que é tudo "conversa da treta" na minha mente, e como tal eu não me permito ser influênciado por tal "têta" e dou-me direção em honestidade própria, dedicando-me à auto-correcção.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que a energia da mente na forma de pensamentos/sentimentos/emoções tome controlo sobre mim em vez de parar, respirar... e respirar... e respirar... e nesse mesmo momento corrigir-me ao garantir que eu estou na verdade a viver aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a puxar por mim a todo o momento de forma a ser a expressão daquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me, a cada respiração, a puxar por mim - independentemente do pensamento/sentimento/emoção/resistência - de forma a que eu possa dizer que eu a cada momento estou na verdade a viver a decisão.

Eu dedico-me a não avceitar nada menos do que aquilo que eu sou como vida como aquilo que é melhor para todos, garantindo que tudo o que eu faço é de certeza (em honestidade prórpia) a expressão viva daquilo que é melhor para todos.

Eu disciplino-me a viver aqui com e como cada respiração desde o momento que acordo até ao momento que adormeço.



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