21 de junho de 2012

Dia 40 - Medo, Futuro e Dinheiro

21 de junho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido antecipar na minha mente um futuro de fracassos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que os pensamentos na minha mente são reais em vez de realizar que estes não passam de uma construção minha que eu decido e permito que existam em mim, e como tal eu sou responsável pelos pensamentos, eu sou responsável por aquilo que eu sinto.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de não conseguir ganhar dinheiro suficiente para me sustentar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o medo do futuro provem do medo de não ter dinheiro suficiente para comprar a minha segurança e estabilidade – e como tal põe-se um fim a este medo ao fazer aquilo que me irá trazer dinheiro.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ver as coisas piores ou melhores do que o que elas são em vez de ser honesto comigo mesmo e não permitir de mim mesmo querer ser mais ou pensar ser menos do que aquilo que eu realmente sou – eu sou honesto comigo mesmo e faço aquilo que tenho de fazer de forma a garantir que tiro o máximo partido de quem eu sou e daquilo que sou capaz de fazer neste momento, tendo sempre como objectivo expandir-me.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar ilusões na minha cabeça tais como “as coisas vão correr lindamente” ou “tou fodido…” em vez de abrandar, olhar para a minha situação em senso comum e fazer aquilo que há a fazer de forma a garantir que eu crie para mim mesmo estabilidade e segurança.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que “Roma não foi construída num dia” – aquilo que eu me dispus a fazer vai levar algum tempo até dar os seus frutos, e como tal eu tenho de ter paciência comigo mesmo e dar todos os passos certinhos, acumulando a cada respiração a certeza que estou a fazer tudo o que eu posso nesse mesmo momento.

Eu dedico-me a abrandar e a dar os passos necessários que irão acumular e constituir no fim o resultado pretendido.

Eu dedico-me a não permitir que os pensamentos, sentimentos e emoções me guiem/controlem – em vez disso EU estabeleço-me como o ponto de partida – eu vivo a decisão que tomei.

Eu dedico-me a viver aqui a cada respiração a decisão de criar para mim mesmo um futuro estável e seguro onde quer que eu esteja: Eu sou a fonte do meu rendimento ao acumular em mim mesmo “valor” em todos os aspectos do meu ser.

Eu dedico-me a ser honesto comigo próprio ao viver a decisão aqui a cada respiração, garantindo que eu sou na realidade o que é melhor para todos – e como tal eu sou aquilo que é melhor para mim – ao não me subestimar e ao não acreditar que sou mais do que aquilo que realmente sou. Eu dedico-me a ver as coisas como elas realmente são e a agir adequadamente. 

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