22 de junho de 2012

Dia 41 - Redefinindo "AMOR"

22 de junho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não me dedicar a amar tudo e todos incondicionalmente ao me tornar aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido amar um pequeno numero de pessoas em vez de parar com esta limitação ao amar todos ao ser aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o amor que até hoje experienciei não passou de uma experiência energética que na verdade não significa nada a não ser a insignificância da minha capacidade de considerar todas as pessoas como um e igual comigo.

EU perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que não consigo viver sem certas pessoas na minha vida devido a ter criado um sentimento de "amor" por eles que na verdade não passa de uma experiência energética da mente que não é real -- pois se fosse real esta seria constante e eterna.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o amor - sendo uma energia / experiência energética - tem um limite e acaba.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu só amarei certas pessoas desde que eu continuamente continue a alimentar o pensamento/memória/saudade com imagens do passado.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permtido realizar que o amor é sempre baseado no passado e como tal está dependente de memórias que não passam de uma experiência energética.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar e considerar fazer tudo por "aqueles que eu amo" e desta forma excluir fazer o mesmo por todos os outros milhares de milhões de pessoas neste mundo que eu "não amo".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido fazer do meu amor SEMPRE um acto físico e nunca um pensamento/emoção/sentimento.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser amado por outras pessoas de forma a me sentir especial.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido amar-me a mim mesmo ao viver aqui a cada momento da respiração aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a corrigir a minha decepção, e desta forma provando para mim mesmo que eu me estou na verdade a amar - e assim, em unidade e igualdade, estou também a amar tudo e todos ao viver aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a amar a vida ao valorizar toda a vida de forma igual, não me permitindo ser nada menos do que aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a amar cada respiração ao estar ciente da mesma e ao dar-me direcção de forma a viver aqui - com e como a respiração - aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a viver aqui o verdadeiro significado da palavra "amar" ao me ramificar/expandir de forma a me tornar em todos os aspectos da minha existência aquilo que é melhor para todos, agindo em honestidade própria.

Eu dedico-me a parar todas as experiências energéticas de amor que me "ligam" a certas pessoas de forma a tornar todas as minhas relações baseadas naquilo que é melhor para todos e não num "sentimento" e/ou "emoção" que acaba por sabotar a minha aplicação e experiência neste mundo.

Eu dedico-me a parar todas as experiências energéticas de amor que eu sinto por certas pessoas de forma a que eu seja capaz de lidar com todas as pessoas de igual modo, sem que certos indivíduos sejam "mais ou menos" baseados numa memória/ideia que eu tenho sobre os mesmos.

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