4 de julho de 2012

Dia 44 - Parando o entertenimento e fazer uma coisa de cada vez

4 de julho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar constantemente na mente em vez de estar aqui a respirar e a dar-m,e direcção, corrigindo-me a cada momento.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido perder-me na mente ao permitir que os mesmos pensamentos de inferioridade e incapacidade e de depressão se repitam frequêntemente em vez de parar e fazer com que as minhas acções não sejam baseadas de forma nenhumas nestes pensamentos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido distrair daquilo a que me dispus a fazer.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que cada momento da minha respiração eu sou capaz de me recriar como aquilo que é melhor para todos, começando pela minha auto correcção, e como tal, para viver a decisão de ser aquilo que é melhor para todos, eu não tenho escolha senão garantir que a cada respiração eu estou na verdade a expressar o que é melhor para todos -- e ao acumular todos os dias a dedicação de permanecer aqui como a respiração ao expressar o que é melhor para todos, eventualmente isto torna-se um e igual comigo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que os pensamentos que constantemente se repetem são aqueles que me estão a controlar e - no fundo - estão afazer com que eu não atinja o meu potêncial como aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por e ter aceite e permitido querer fazer coisas de forma a evitar corrigir-me em vez de realizar que os pensamentos que me entertêmsão aqueles que estão constantemente a repetir e que me levam a não enfrentar aquilo que eu me tornei em deshonestidade própria.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que a resistência energética que eu experiêncio quando penso em me corrigir é verdadeira em vez de realizar que não passa da mente a fazer com que eu não olhe para aquilo que me está a prender à minha ideia de mim mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido pensar que não é suficiente fazer uma só coisa de cada vez - em vez de realizar que o exemplo da respiração prova que para que algo seja feito devidamente têm de ser feito na totalidade, com toda a atenção.

EU perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser/fazer mais do que aquilo que eu realmente sou/consigo fazer.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido antecipar demasiadas coisas na minha mente e perder-me nos pensamentos e criar resistèncias à unica tarefa que tenho de executar no momento em vez de respirar, tomar o exemplo da respiração como a prova que eu só posso/consigo fazer uma coisa de cada vez e comot al focar-me a fazer tal.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser menos do que aquilo que eu sou capaz de ser.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer ser mais do que aquilo que eu sou capaz de ser.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que humildade é realizar/estar ciente da verdade sobre mim mesmo e nesse mesmo momento realizar que eu sou capaz de me corrigir a cada momento da respiração, tornando-me aquilo que é melhor para todos, em honestidade própria.

Eu dedico-me a puxar por mim para parar todo o meu entertenimento que me distrai daquilo que eu devo fazer.

Eu dedico-me a fazer uma coisa de cada vez.

Eu dedico-me a não aceitar de mim nada menos do que aquilo que eu sou capaz de ser a cada momento da respiração.

Eu dedico-me a ser humilde comigo mesmo, a ver a verdade de mim mesmo em preto e branco, e corrigir-me no momento, tornando-me - a cada momento da respiração - aquilo que é melhor para todos.


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