5 de julho de 2012

Dia 45 - Parando a mente: vivendo no físico

5 de julho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar-me por não "fazer o suficiente" - em vez de realizar que aquilo que eu penso ser suficiente não passa de uma ideia da minha mente baseada na ideia daquilo que eu quero ser e como quero ser visto - em vez de considerar o tempo real - que é o tempo físico baseado na respiração.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar as coisas essenciais para o fim do dia em vez de as fazer em primeiro lugar - e deixar o descanso e a descontração para o fim do dia.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido não ser disciplinado em dedicar-me a fazer aquilo que tem de ser feito de forma a que a minha vida seja a expressão daquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que a energia da mente em forma de resistência em fazer/ser o que há a fazer/ser me controle em vez de respirar e dar-me direcção.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido que é aqui - com e como a respiração - eu sou sou capaz de me recriar de uma forma eficar, pois ao estar ciente da respiraçãoe u tenho o tempo real físico para ver claramente os pontos que tenho de corrigir, os pensamentos que tenho de parar, as emoções sentimentos e resistências que me têm até então controlado e ditado que eu sou, o que faço, quando faço e porque faço.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao me permitir ser controlado pelas resistências em viver aquilo que é melhor para todos eu estou a ser egoista e egocêntrico - pois o meu ego está em controlo, a minha mente-ira está em controlo - e como tal eu não estou na verdade a viver aqui no presente mas sim a repetir um padrão que foi criado no passado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que o passado se folte a repetir na minha vida à medida que eu permito que as minhas memórias e automatismos físicos me controlem e acabem por definir quem eu sou neste momento em vez de estar ciente da respiração e puxar por mim para me corrigir, pois na verdade não há nada de mais falor a fazer nesta terra a não ser tornar-me aquilo que é melhor para todos e expressá-o de todas as formas em todos os momentos.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar estar obsecado com aquilo que se passa na minha cabeça - os pensamentos, sentimento, emoções e resistências - no qual eu acabo por só existir no meu mundo privado em que nada mais existe a não ser o meu ego e interesse própria, no qual tudo o resto não é tomado em consideração - em vez de me focar aqui no físico, na minha respiração, vivendo neste mundo no qual é partilhado por e com tudo o que é real - e desta forma tornando-me um a igual com e como o físico.

Eu dedico-me a permanecer aqui no f+isico, corrigindo a minha natureza de interesse próprio que em mim existe na forma de pensamentos, sentimentos e emoções.

Eu dedico-me a tornar-me o físico -- um e igual com o meu corpo -- parando a minha mente, nao me permitindo viver no passado ao repetir as memórias.

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