7 de julho de 2012

Dia 47 - Parando a mente - Vivendo com e como a respiração

7 de julho de 2012

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido viver num mundo de ilusões na minha mente em vez de me dedicar a estar aqui um e igual com o físico, com a respiração, dando-me direcção a mim mesmo de forma a que eu me expresse aquilo que é melhor para todos.

Eu dedico-me a parar os todos os pensamentos, sentimentos, emoções e resistências que me levam a abdicar da minha responsabilidade de me corrigir ao respirar, libertar a energia e ao aplicar a correcção física necessária.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acordar e entrar no modo automático - não estando ciente de mim mesmo como este corpo físico, permitindo que os meus pensamentos, sentimentos, emocções e resistências me controlem a todo o momento em vez de me focar na respiração e dar-me direcção a mim mesmo.

Eu dedico-me a disciplinar-me a me manter aqui com e como a respiração, de forma a ser capaz de claramente identificar os pensamentos, sentimentos, emoções e resistências que se repetem e que me acabariam por controlar caso eu não esteja aqui com e como o físico a dar-me direcção.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que os pensamentos, sentimentos, emoções e resistências que se repetem são o programa da mente que me controla de forma a que eu não expressa todo o meu potêncial como ser humano.

Quando e assim que me vejo com pensamentos, sentimentos, emoções e resistências que se repetem: eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estas energias limitam a minha expressão, e como tal eu não permito que estas me controlem de forma nenhuma ao me dedicar a dar-me movimento a mim mesmo, de forma a corrigir este programa de deshonestidade para comigo mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu estou a ser desonesto comigo mesmo ao permitir que os pensamentos, sentimentos, emoções e resistências me controlem/guiem - em vez de me dar direcção ao me mater aqui com e como a respiração, um e igual.

Eu dedico-me a me manter aqui com e como a respiração, de forma a que eu não seja levado a agir como um dos muitos caracteres - nenhum deles sendo quem eu realmente sou mas sim vários programas da mente que me controlam e limitam a minha expressão.



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