17 de julho de 2012

Dia 52 - MLV - Criando um Mundo Melhor para Todos

17 de julho de 2012
MLV - Mente Livre de Virus


Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser um escravo do comportamento que me foi ensinado e que claramente não é o melhor para mim/todos em vez de tomar responsabilidade por mim mesmo e ser o criador do meu comportamento - e desta forma criar um comportamento que simbolize o que é melhor para todos/mim.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que este mundo é o resultado do "input" (ensinamento) que foi dado a cada indivíduo e que por sua vez se manifestou no "output" (comportamento) que são os pensamentos, palavras e acções de todos os seres humanos que acabam por definir o mundo como ele existe hoje em dia.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que o mundo vai mudar para melhor ao continuarmos a dar o mesmo "input" que tem sido dado gerações após gerações em vez de realizar que o estado do mundo prova o contrário - as coisas só irão piorar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao acreditar que com o mesmo "input" que até agora tem sido introduzido em cada ser humano irá de alguma forma fazer com que o mundo seja melhor - em vez de realizar que algures no processamento da informação (do "input") estamos na verdade a levar uma "lavagem cerebral" que acaba por justificar o mundo como está - e daí a dizermos que "as coisas irão ser sempre a mesma coisa, nunca irão mudar" justificando desta forma a nossa irracionalidade/estupidez em não mudarmos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao aplicar o perdão próprio e ao testar a sua aplicação física correctiva eu estou na verdade a desconstruir o meu "input" (o que me foi ensinado") e desta forma a ser capaz de distinguir quais são os comportamentos melhor para mim/todos (comportamentos criativos) e quais são os comportamentos destrutivos (comportamentos reactivos).

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao aplicar o perdão próprio a única coisa que tenho a perder são os meus medos (os meus comportamentos destrutivos/reactivos)

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que os comportamentos destrutivos são sempre baseados em medo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido investigar a fundo atravéz do perdão próprio como eu me programei de forma a indentificar quais são os programas destrutivos - onde, como, quando e porquê  é que eu permito medo? Ganância? Ciúme? Vergona? Inveja? Desrespeito? Perguiça? Julgamento? Etc... - e assim ser capaz de parar com que estes tenham poder/influência sobre quem eu sou. Desta forma eu passo a me criar de acordo com o que é melhor para todos, em unidade e igualdade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo o que é requerido de mim é identificar todos os comportamentos destrutivos -- tudo o que em mim existe e que me separa do TODO -- e parar com que estes me controlem, libertando-me assim do condicionamento passado que me têm até então limitado a ser mais uma copia do passado destrutivo que criou o passado destrutivo que tivemos, o presente destrutivo que temos e o futuro destrutivo que iremos ter como humanidade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizr que não há nada mais a fazer nesta vida senão a desconstruir o meu passado destrutivo de forma a contruir para mim mesmo e para todos um presente e um futuro construtivo no qual eu e todos possamos disfrutar, em unidade e igualdade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que é possivel mudar o mundo numa só geração se todos os humanos aplicassem o perdão próprio e o vivessem - e tudo o que se perderia (tudo o que cada um perderia) seria o medo que temos de nós próprios e uns dos outros.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ver a tarefa de "mudança a nível mundial numa só geração" impossivel em vez de realizar que este pensamento é na verdade um ensinamento que me foi passado ("input") e que justifica o meu comportamento destrutivo/reactivo - não passa do pensamento que em todos existe que justifica o comportamento destrutivo/reactivo da humanidade como um todo - e como tal não é aceitável.

Eu dedico-me a investigar todos os meus pensamentos, sentimentos, emoções e comportamentos destrutivos e a garantir que estes não me influênciem nem definam quem eu sou e o que faço -- e desta forma estou a corrigir-me de forma a que a minha expressão passe a ser aquilo que é melhor para todos!

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