17 de julho de 2012

Dia 53 - MLV - A resposta à grande questão: "QUEM SOU EU?"

17 de julho de 2012
MLV - Mente Livre de Virus


Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que desde que eu sou bebé que tenho controlado o meu ambiente de forma a obter aquilo que pretendo - Através do choro eu obtive a atenção dos adultos e estes por sua vez fizeram algo para que eu parasse de chorar (comida, colo, etc)
Desta forma eu começei a aprender que as minhas acções desencadeiam certas respostas - e assim começei a programar-me de forma a que as minhas acções/palavras/pensamentos criem respostas que me convêm.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que desde pequeno que eu tenho repetido os mesmos comportamentos que noto darem resultados que me beneficiam - mesmo que estes coloquem os outros em situações de de stress/descomforto/abuso - e estes, por sua vez, acabaram por criar o mundo como ele existe hoje em dia, no qual "cada um está por sí" e desta maneira acabamos por nos abusar mutuamente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que assim como quando eu era bebé e levava uma palmada para "me calar", para quem é adulto também existem consequências/castigos/repreenções para aqueles que restabilizam o "bem estar das outras pessoas" de forma a que estas continuem com o sem "ambiente estável e controlado".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ficar zangado, irritado, stressado, frustrado, amuado etc - são comportamentos que eu aprendi de forma a controlar o meu ambiente para que eu obtenha aquilo que eu pretendo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que de acordo com estes comportamentos que copio e volto a repetir torna-se o programa base que acaba por definir a minha expressão e a minha experiência de vida - e que de acordo com o comportamento e as reacções daqueles presentes no meu ambiente eu irei acabar por definir "quem eu sou".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "QUEM EU SOU" é definido de acordo com aqueles presentes no meu ambiente (pais, familía, amigos) e pelo ambiente em si (sociedade, religião, política, TV, filmes, desportos etc...)

Eu perdoo-me por ão me ter aceite e permitido realizar que o "PORQUE É QUE EU SOU QUEM SOU" é justificado através dos exemplos que observei, segui e copiei.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "ONDE EU SOU/ESTOU" é definido e limitade por aqueles no meu ambiente e pelo meu ambiente em si. De acordo com as minahs açcões/palavras/pensamentos eu tenho sido rejeitado e aceite - e desta forma acabei por descobrir "até onde eu posso ir" - e através da repetição estabeleci-me como "um membro da sociedade. Caso eu saie dos parametros de aceitação estabelicidos o sistema abandonar-me-á e eu serei um "fora da lei".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "COMO EU SOU" é definido pela minha reacção ao ambiente, de forma a garantir que, através da minha capacidade de comunicar e os mesu sentimentos/emoções, eu mantenha controlo sobre o meu ambiente e sobre as pessoas no meu ambiente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizr que "QUANDO EU SOU" é definido de acordo com a altura/momento na/o qual eu uso/aplico os comportamentos que aprendi de forma a controlar o meu ambiente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "O QUE EU SOU" é o resultado do meu ambiente e das pessoas existentes no mesmo - e destes copio vários sistemas de crença  que acabo por alterar ligeiramente de forma a me "individualizar" ao adoptá-los como meus. Assim criei-me como algo/alguém que é aceite pelos membros da sociedade e pelo sistema social em si baseado em imagens de "bom/amor" e mau/medo". 

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