23 de julho de 2012

Dia 56 - MLV - Vivendo no Passado: Parte 3

23 de julho de 2012

MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que Quem Eu Realmente Sou não é definido pelo passa (pelas memórias) - Quem Eu Realmente Sou Aqui com e como a respiração como vida não é limitado/definido pelo passado - assim sendo, eu, ao aqui estar com e como a respiração, estou/sou capaz de me expressar na totalidade, com e como a imagem e semelhança da Vida, em Unidade e Igualdade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o que me impede de estar capaz de me espressar na totalidade é aquilo que me pré-ocupa - e esta preocupação provem da ideia de mim mesmo que eu criei ao longo do tempo baseado em memórias/experiências passadas que eu acabei por usar para me definir e deste modo acabaram por me limitar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o mundo está como está devido à pré-ocupação de todos os individuos provenientes das pré-ocupações dos ante-passados de cada indivíduo baseadas nas ideas que cada um criou com base em memórias passadas que acabaram por limitar cada ser humano - e, assim sendo, acabámos por ter, como se pode claramente verificar, um mundo limitado, constante-Mente pré-ocupado, em conflitos, em guerras, em medo, em vingança, em ganância - que não passa de separação: que é a ideia/linha que nos separa (limita) uns dos outros, em vez de vivermos em igualdade e unidade, Aqui com e como a vida, neste momento PreSente no qual nós Pré-Sentimos o ar que respiramos em vez de nos pré-ocuparmos com áres que foram respirados e com áres que estão para ser respirados -- assim sendo VIVEMOS de verdade no MOMENTO.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido aceitar o mundo como ele existe hoje em dia de forma a não olhar para mim mesmo e como eu me tornei os problemas que existem neste mundo - como eu sou a essência dos problemas deste mundo - pois eu estou aqui neste mundo, eu cresci neste mundo, e como parte deste mundo, eu sou parte do problema que é este mundo, e como tal ignorar tal facto só demonstra que eu de alguma forma estou a tentar justificar o meu estado hipnótico, o meu estado de ceguez e o meu estado de surdez, no qual eu tenho existido à medida que tenho andado neste mundo hipnotizado com as minhas ideas de mim mesmo e assim permitindo-me ser cego e surdo para a realidade das coisas.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu não passo de um computador biológico que até então tenho acumulado informação e convencido-me que eu sou essa informação que tenho acumulado, em vez de realizar que desta forma eu fique/tornei-me, na verdade, possuido pelo passado, e agora vivo pré-ocupado no/pelo passado, em vez de me "formatar" a cada momento da respiração ao por um fim à influência do passado (for-MATAR o passado) e desta forma capaz de me expressar na totalidade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que assim como idealmente cada um gostaria de ter um computador novo (sem memórias = sem ficheiros/pastas) para o poder usar todo o seu potêncial (ninguém quer um computador velho, cheio de "tralha") eu também prefiro funcionar/operar/expressar-me na totalidade, com todo o meu potêncial - e desta forma eu dedico-me a me "formatar" a cada momento da respiração de "forma-a-tar" AQUI presente no e como o MOMENTO, capaz de me expressar/viver na totalidade, sem que o passado (memórias/ficheiros/pastas/tralha) interfira.

2 comentários:

Juan Pablo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Juan Pablo disse...

Obrigao !!

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