25 de julho de 2012

Dia 57 - MLV: Os Vírus da Mente

25 de julho de 2012

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que assim como o computador foi criádo à semelhança e imagem da mente humana, é obvio que os vírus que estamos sujeitos a apanhar nos nossos computadores reflectem como a mente humana também está sujeita a vírus - neste caso vírus que afectam o funcionamento/comportamento humano ao ponto de agirmos com base em medo, ganância, inveja, ciúme, comparação, crenças, opiniões, ideias/ideologias - em vez de agirmos sempre livres de tais infecções.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu, assim como o computador, tenho um hardware (corpo) um software (mente) e um operador (Eu - O Ser) - e assim como o computador pode ter vírus criados e mantidos pelos operadores, eu também crio e mantenho os meus vírus activos ao permitir constantemente agir de acordo com os mesmos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que nesta realidade physica só o operador (criador/ser) atravéz do software (mente) e do hardware (corpo-humano) é capaz de criar: o hardware (corpo-humano) e o software (mente) não são capazes de criar só por eles -- assim sendo eu (o operados/ser/criador) sou responsável por aquilo que se passa na minha mente (software) e responsável por aquilo que o corpo (hardware) faz.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a mente (software), com base no ambiente em que existe, é programada pelo operador (Ser/criador) com crenças, opiniões, ideias - e estas acabam por se tornarem vírus que afectam o bom funcionamento do sistema ser-mente-corpo-humano.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para que eu tenha um bom/eficaz funcionamento eu não me posso permitir existir de acordo com ideias/crenças/opiniões, mas sim SEMPRE de acordo com O QUE É REAL.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quando eu nasci posso com certeza dizer que: Nasci, que respirei, que estava vivo, que estava aqui e que chorei... E que não trazia comigo um nome - os meus pais deram-me um nome - não tinha uma linguagem - fui ensinado de acordo com o país em que nasci - não tinha medos - a minha família e a minha sociedade ensinaram-me os medos que têm sido passados de geração em geração - não tinha cultura - a minha família e sociedade ensinaram-me UMA cultura que têm sido praticada no país onde eu nasci à imensas gerações - não estava ciente que era diferente, mais ou menos que qualquer coisa ou alguém - a minha família e sociedade ensinou-me a separar-me/comparar-me assim como foi feito pelas gerações passadas - e não nasci com uma religião - a minha família e sociedade ensinaram-me a religião que tem sido praticada no país em que eu nasci.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo aquilo que eu fui ensinado a partir do momento em que nasci não passa das ideias/crenças e opiniões dos outros (família, amigos, país, cultura, sociedade, religião) - e dependendo dos exemplos directos eu passei a fazer dessas ideias/crenças/opiniões parte de "Quem Eu Sou" como um computador orgânico SEM TER REALIZADO que eu me estava agarrar a uma ideia/crença/opinião de mim mesmo QUE NÃO REPRESENTA O QUE É REAL.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "Quem Eu Realmente Sou" não é a mente (aquilo que me foi ensinado) mas sim aquilo que eu posso com certeza dizer que era no momento em que nasci: o físico. Assim sendo, toda a informação que não está de acordo com o que é real/físico e que não apoia/suporta as necessidades físicas de toda a vída não é aceitável e não pode definir Quem Eu Sou.

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