30 de julho de 2012

Dia 64 - MLV - Pondo um fim ao abuso - Tomando responsabilidade

30 de julho de 2012

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o ABUSO (Ab-Uso) da natureza é o resultado do Uso-Anormal dos recursos que aqui estão - da natureza - pois não estamos a dar o devido uso em senso comum, considerando toda a vida como um e igual.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que "Abuso" é o não ser e o fazer Aquilo que é melhor para todos - "Abuso" é o não ser/estar como e em Igualdade e Unidade com e como tudo e todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu ao permitir que este abuso continue é obvio que acabaremos - como humanidade - por nos destruir  o que seria um desperdício pois chegámos a um ponto da nossa "evolução" na qual somos capazes de mudar o mundo para todos numa só geração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para eu parar o abuso que existe na Terra é necessário que eu começe por para o abuso que existe em mim - a forma como eu me abuso - e desta forma serei capaz de mostrar aos outros o que estamos a fazer a nós próprios e deste modo sendo o exemplo de como podemos parar e criarmos "aquele mundo" que todos nós sonhamos que exista mas que fomos programados a acreditar que "é impossivel".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a ficção da crucificação na qual nos agarramos à ESPERAnaça que algo ou alguém nos vem salvar é na verdade um jogo de espera no qual abdicamos da nossa responsabilidade de por um fim a este "filme" real em que vivemos no qual estamos constantemente a abusarmo-nos e a abusar uns aos outros.

 Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que a nossa experiência de abuso neste mundo não é nada que seja impossivel de evitar --- pois na verdade somos nós que criamos esta abuso e como tal nós somos capazes de por um fim a este abuso.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo aquilo que nós fomos ensinados/programas a fazer é a nos auto destruirmos (abusarmo-nos) assim como é claramente exemplificado pelo estado em que o mundo tem estado desde que há lembrança.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que A ÚNICA COISA A SE FAZER NESTA VIDA (e nas próximas) é DEDICAR-ME a parar todo o abuso que em mim existe (todos os sistemas de crença que controlam o meu comportamento e que claramente não representam aquilo que é melhor para todos) de forma a que eu tome responsabilidade por mim mesmo e por todos, de forma a por um fim ao abuso global que tem tido lugar -- e dedicar-me-ei a esta tarefa até a completar

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