18 de agosto de 2012

Dia 67 - MLV - A Vida são Relações

18 de agosto de 2012
MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que toda a minha existência - como eu me defino - está totalmente relacionado com os vários relacionamentos que eu mantenho.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para eu saber quem realmente sou tenho de investigar a fundo todos os relacionamentos que tenho com tudo e com todos de forma a que eu seja capaz de me corrigir em TODOS os pontos nos quais ainda me permito ser um escravo da mente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu tenho de investigar o relacionamento que eu tenho com o "amanhecer" e/ou "acordar" de forma a que eu veja quais são os pontos que nesse relacionados com este evento que ainda eu permito que me controlem em vez de ser eu a dar direcção.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o relacionamento que eu mantenho com a forma como eu "começo o dia" revela muito daquilo que eu me tornei - assim sendo, ao analizar "como acordo", "o que faço", "como falo", "como me sinto", "o que se passa na minha mente" (etc) eu vejo qual tem sido ao londo destes anos todos quais têm sido os mecanismos que eu tenho repetido e que acabaram por definir "quem eu me permito ser" - e desta forma eu sou capaz de me corrigir nos pontos que eu vejo indicarem um vício à energia da mente que é constatado através dos pensamentos, sentimentos, emoções e reacções que tenho.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que é difícil uma pessoa mudar devido aos vários relacionamentos já estabelecidos e automatizados que acabam por nos controlar por completo  e o ponto máximo desta escravidão é demonstrado com o pensamento "eu sou livre, faço e sou o que quero" - quando na verdade este mesmo pensamento é uma forma de justificarmos e desculparmos a nossa falta de dedicação e disciplina em mudarmos para melhor -- pois se fosse assim tão fácil as provas existiriam.

 Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o relacionamento que eu mantenho com tudo e todos os que me rodeiam revelam as várias facetas do meu programa/automatismo/crenças que me controlam de forma a que eu me mantenha sempre nesta "zona de comforto" na qual eu acredito que "está tudo bem" quando na verdade só me estou a limitar a criar consequências indesejadas pois não estou a ser honesto comigo mesmo - e eventualmente irei enfrentar aquilo que tenho andado a evitar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o relacionamento que eu tenho com tudo e com todos provém do relacionamento que eu tenho comigo mesmo -- assim sendo, ao por em "pratos limpos" o relacionamento que eu tenho comigo mesmo eu irei directamente resolver todos os relacionamentos destrutivos que eu tenho com o meu ambiente.


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