18 de agosto de 2012

Dia 68 - MLV - Estabelecendo a Relação que é Melhor para Todos

18 de agosto de 2012
MLV - Mente Livre de Vírus


Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para que uma relação com outro indivíduo seja estável e eficaz é necessário que ambos vivam aqui no presente sem o fardo do passado, pois desta forma cada um não permito que as crenças que formam comportamentos destrutivos se encontrem nas palavras e acções.

 Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que assim como eu não sou as memórias do meu passado - e todos os comportamentos destrutivos que em mim foram programados - aqueles com quem eu me dou também não o são - assim sendo eu vejo todos como iguais a mim, com a mesma capacidade de expressar aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a guerra é o resultado de duas ou mais pessoas entrarem em conflito devido a acreditarem que os seus passados as definem - quando na verdade tudo o que é real é este momento presente, no qual partilhamos o mesmo espaço, respiramos o mesmo ar e temos as mesmas necessidades físicas - tudo o resto não passam de pensamentos/imagens destrutivas que usamos para nos colocarmos em posições de superioridade/inferioridade - separação.
Assim sendo a guerra é tentar impor nos outros o nosso passado naqueles que nos rodeiam de forma a nos convencermos que "o nosso passado" é "real/verdadeiro" quando na verdade não passa de uma memória/imagem nas nossas mentes.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a guerra/conflito existente no mundo é um espelho da guerra/conflito que existe entre pais e filhos, irmãos e irmãns, marido e mulher, amigos e estranhos - que tem origem em CADA UM DE NÓS - ou seja, cada um de nós existe em guerra/conflito consigo mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para por um fim à gurra/conflito no mundo é necessário que cada um ponha um fim à guerra/conflito que existe em si - assim sendo, eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para por um fim à guerra/conflito que existe em cada um de nós é necessário que cada um de nós analise e corrija todos os relacionamentos destrutivos que mantemos connosco próprios e por consequência analisar e corrigir todos os relacionamentos destrutivos que mantemos com aquilo que nos rodeia.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a responsabilidade própria é a vivência do facto que nada nem ninguém nos consegue fazer experiênciar nada pois cada um de nós é o criador de tudo o que experiênciamos em nós mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar TRISTE pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar ZANGADO pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar AGRESSIVO pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar REJEITADO pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar com CIÚMES pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar com INVEJA pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ter MEDO pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar FELIZ pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer sentir AMOR pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar PACÍFICO pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ninguém me consegue fazer ficar TRISTE pois sou eu mesmo que crio essa experiência baseado nas imagens do passado de forma a defender/manter  a ideia/imagem que eu tenho de mim mesmo.

EU perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a ÚNICA FORMA de fazer com que a minha relação com todos os que me rodeiam seja o que é melhor para todos é necessário que eu tome total responsabilidade por aquilo que eu experiÊncio dentro de mim de forma a ser REALMENTE CAPAZ de me dar direção de forma a expressar aquilo que é melhor para todos.

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