18 de agosto de 2012

Dia 69 - MLV - Querer mudar os outros

18 de agosto de 2012

MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para que o mundo mude é necessário que eu mude - pois eu sou o espelho do mundo e o mundo o meu espelho.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu só tenho a capacidade de me mudar a mim - e todas as tentativas de mudar os outros serão todas um fracasso.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer "salvar o mundo/os outros" sem realizar que tal é impossivel pois cada um só se pode salvar a sí mesmo - esta é a igualdade do processo de nos tornarmos Vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo o que eu posso ser/fazer é ser o exemplo de como cada um de nós pode se recriar por completo de forma a nos tornarmos aquilo que é melhor para todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quando for a "altura certa" cada um vai acabar por procurar apoio/ajuda - e só então serei eu capaz de dar apoio/ajuda, pois enquanto a iniciativa própria não existir, nada se pode fazer a não ser esperar que as consequências levem o indivíduo à realização "tenho que mudar".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que tudo o que eu posso partilhar é o meu entendimento e as realizações que tive no decorrer do MEU processo - e desta forma, a única coisa que posso fazer que tenha um real e verdadeiro impacto é dar o MEU exemplo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido querer que os meus familiares e amigos "se juntem a mim neste processo" em vez de realizar que a relação que mantenho com cada indivíduo é absolutamente irrelevante: cada um está sózinho no seu processo, e querer "salvar" aqueles mais "próximos de mim" não passa do meu medo de os perder.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tentar mudar os outros eu só irei causar  reacções por parte dos mesmos pois nós fomos programados a só "dar ouvidos" aos nossos pensamentos/memórias e a ignorar tudo o resto, como se tudo o resto não fosse real - e é devido a este facto que é necessário que certas consequências tenham lugar de forma a fazerem parte das novas memórias/pensamentos e só assim é que o invivíduo possivelmente será capaz de ouvir o que eu tenho a partilhar.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitdo realizar que só ao ter sido capaz de me ter eficazmente mudado - dando provas físicas de tal mudança - é que eu serei capaz de apoiar/ajudar os outros.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que só sou realmente capaz de apoiar os outros em pontos que eu já lidei adequadamente e que existem provas que a mudança é real.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido focar-me em mim primeiro, de forma a que quando alguém me pede apoio/ajuda eu sou capaz de o fazer pois já passei pelos mesmos pontos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não for capaz de me mudar de verdade, então eu não serei de forma nenhuma capaz de dar apoio/ajuda a quem me o/a pede.


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