31 de agosto de 2012

Dia 81 - MLV - Ego: Os Monumentos que eu Venero - Parte 1

31 de agosto de 2012
MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que os sistemas de crença que eu tomo como "parte de mim" acabam por limitar e definir quem eu sou - e, assim sendo, eu limito-me simplesmente a viver de acordo com estas crenças e nunca vou para além desta "zona de conforto".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que existe uma resistência em assimilar nova informação devido às várias crenças/ideias que fazem parte da minha personalidade - o que significa, na verdade, eu tenho medo de perder a minha personalidade pois "nova informação" quer dizer que eu terei de questionar a informação passada que é a base da minha actual personalidade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como as minhas ideias/crenças sobre mim mesmo fazem-me crer que eu sou "mais" ou "menos" que os outros e assim sendo acabo por formas outras ideias/crenças de forma a me sentir bem comigo mesmo -- assim justificando a minha personalidade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como em momentos eu procuro algo no exterior de forma a me sentir bem comigo mesmo - ao, por exemplo, ter a esperança/expectativa que outras pessoas apreciem a minha presença.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido esconder-me em certos e determinados momentos de forma a que ninguém se aperceba o que é que se passa realmente comigo - e desta forma eu dou a entender algo às outras pessoas que não é a realidade para que estas continuem a ter uma certa e determinada ideia sobre "quem eu sou".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido estar ciente dos "monumentos" que uso em certos e determinados "momentos" de forma a não ficar "nú" perante mim mesmo e os outros - assim mantenho uma certa e determinada imagem que acredito ser evitando assim ser honesto comigo mesmo!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como eu crio ima ideia/crença de mim mesmo proporcional ao tamanho dos meus "monumentos".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que assim como eu prezo, venero e glorifico os meus monumentos, eu acabo pro fazer o mesmo à ideia/crença que tenho de mim mesmo e, desta forma, acabo por tornar ainda mais forte o apego emocional que eu tenho à minha personalidade -- e assim sendo torna-se mais difícil eu mudar de forma a me tornar aquilo que é melhor para todos. Logo, ao parar de venerar os meus "monumentos" - os pensamentos, sentimentos e emoções - será mais fácil eu terminar com a minha personalidade que não passa do meio pelo qual os meus comportamentos destrutivos proliferam.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que estes pensamentos são construções cujas "unidades de construção" são experiências energéticas - pensamentos, sentimentos, emoções - que não existiriam se não fosse o meu corpo físico: o que indica que estes não são de todo reais - só o físico é real, pois é a partir deste que provém todas as várias personalidade de todas as pessoas existentes no mundo e todas as pessoas que já existiram e todas as que estão para vir!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que os "monumentos" são momentos aos quais nos "agarramos" para que os outros vejam e para nos enganarmos ao pensarmos que "somos mais".


Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como estes "monumentos" que eu "guardo junto do meu coração" para me definir não passam na verdade de imagens passadas - memórias - que simbolizam algo/alguém que eu acreditei num determinado momento ser - em vez de realizar que Quem Eu Sou como Vida é Eterno e inalterável - e como tal não é baseado em memórias! A VIDA não é uma memória! A Vida é/está Aqui, Eternamente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar o facto/senso comum que se estes "monumentos" (memórias) que me definem deixassem de existir em mim (se a memória fosse apagada) - quem eu acreditaria ser nesse momento deixaria de existir pois já não existiriam os tais "monumentos" para eu me "lembrar quem sou"!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que Eu, como Criador, criei estes "monumentos" num certo e determinado momento e tenho desde então vindo a fazê-los crescer --- mas assim como os criei, sou também capaz de terminar com os mesmos!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao me permitir que estes "monumentos" que em mim existem e que eu venero - os pensamentos, sentimentos e emoçoes - sejam mais que eu: eu acabo por me tornar um escravo dos mesmos e acabo por ser quem sou devido aos mesmos - o que faz de mim nada mais nada menos que uma memória -- em vez de realizar que como Criador eu tenho a capacidade de me recriar a cada momento sem que o passado interfira no meu Livre Arbítrio.

 Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que são estes "monumentos" que constituem o meu Ego e que fazem com que eu fique completamente obsecado pela ideia que eu tenho de mim mesmo na qual eu acabo por me definir como "mais ou menos" que os outros e assim, desta froma, entro em competição com os outros ao acreaditar que estou separado dos outros e que para eu me "sair bem na vida" - ou seja, "ganha!" - é necessário que eu jogue no "jogo do Ego" no qual a todo o custo eu tenho de vencer, mesmo que isso implique que eu abuse os outros seres humanos, os animais, a natureza e o planeta Terra.

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