27 de setembro de 2012

Dia 103 - MLV - A Competição e a Ridícula: Comportamentos Virais

27 de setembro de 2012

MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como os pais e os professores colocam imensa pressão nas crianças para "serem sempre os melhores", para "vencerem", para terem um"optimo desempenho" -- o que acaba por criar competição entre as crianças -- e o que é obvio é que só pode haver UM vencedor - e como tal cada criança começa a se expecializar em várias "areas" para se tornarem "o melhor" -- uns tornam-se os melhores em línguas, outros em mantemática, outros em ciência etc... No entanto não ficam por aqui, pois cada um começa a desenvolver o seu "comportamento" para se tornar "o melhor": O melhor gozão, o melhor a enganar, o melhor a copiar, o melhor a nas drogas, o melhor a fumar, o melhor no sexo, o maio centro das atenções, o mais engraçado... O mais tímido, o mais calado, o mais barulhento, o mais prequiçoso, o mais baldas, o mais atrasado etc -- e estes mesmo comportamentos são justificados através da crença que fazem parte da "forma de ser" das crianças.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como esta forma de educação criou o caos que hoje em dia assitimos devido à competição entre os mais gananciosos, os mais terroristas, os mais espertos, os mais corruptos, os mais vigaristas, os mais ingénuos etc...

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que toda a forma de competição é o resultado do desejo de "ser mais" fazendo dos outros "menos" -- o que em si é a definição de separação -- e como tal a solução reside na IGUALDADE EM TERMOS do entendimento e do significado da VIDA, que é feito através do processo do perdão próprio para se remover todas as camadas de superioridade/inferioridade que em nós existem e que nos separam uns dos outros.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para que um indivíduo se torne um e igual com a expressão de VIDA é necessário que este tenha um total e absoluto entendimento de como a mente funciona -- pois a mente (e a energia que esta necessita) é aquilo que neste momento está entre o Ser e a Vida = está a separar o Ser da Vída.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar da extrema importância de um pai/mãe estarem ciêntes da forma como os filhos copiam os comportamentos por eles demonstrados de forma a que estes não se tornem cópias dos comportamentos abusivos/destrutivos dos pais.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o "ridicularizar/gozar" é uma forma de manipulação para que os outros tenham uma ideia do nosso ponto de vista destrutivo/abusivo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como utilizamos o "ridicularizar"gozar" até mesmo em casa, e acabamos por dizer que "não passa de uma piada" para "acalmar/amortecer" o abuso -- no entanto aquele que é gozado/ridicularizado sente na pele, literalmente, o abuso e apesar de disfarçar e querer acreditar que "está tudo bem" a verdade é que não está - e assim se começa a desenvolver uma ideia de "inferioridade" que depois tem de ser "combatida" com ima ideia de "superioridade".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como quando alguém age da mesma forma que agimos quando gozamos/ridicularizamos outros acabamos por nos sentir extremamente insultados/afectados pois sabemos exactamente qual o grau de abuso que estamos sujeitos pois sabemos exactamente o grau de abuso que sijeitamos os outros.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como este comportamento acabou por se tornar inconsciente, ao ponto de o aceitarmos totalmente a toda a hora, assim como é demonstrado em filmes, séries, teatro, programas televisivos nos quais as "piadinhas" são na verdade uma forma de julgamento/abuso que usamos para nos sentirmos superiores -- e é por isso que não gostamos que "gozem connosco" porque existe a intenção deliberada de nos fazer sentir inferiores.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como o "gozar/ridicularizar" é uma forma de fazer com que os outros se submitam "à nossa vontade" -- assim como "nós humanos" (inferiores) nos submetemos à vontade de Deus (superior).


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