17 de setembro de 2012

Dia 94 - MLV - O Segredo do Perdão Próprio

17 de setembro de 2012
MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que para eu me perdoar é necessário que eu tenha feito "algo de errado".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a verdadeira utilidade do perdão é a de "libertação da carga energética" que constituem as "memórias" que por sua vez definem os nossos comportamentos abusivos/destrutivos e como tal acabam por destruir/abusar as células onde estas residem -- logo, ao aplicar o perdão próprio, eu estou a libertar-me das memórias/informação/pensamentos/sentimentos/emoções que até então me têm danificado o corpo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter uma "visão" tão limitada do significado do perdão ao pensar que este existe como forma de "pagamento" por algo errado que eu fiz" -- em vez de realizar que o verdadeiro potêncial do perdão está para além deste simples conceito.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitio ver a palavra DOAR na palavra perDOAR

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitod realizar que assim como eu "colho o que semeio" - ao perDOAR eu RECEBO a Liberdade = torno-me livre daquilo que doei.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao "doar algo" eu estou a "ver-me livre"/"libertar-me"/"deixar de estar agarrado"/"deixar de possuir" esse/desse algo --- o que quer dizer que "perDOAR" está para além do conceito de "remissão de culpa, dívida ou pena" - que é na verdade um conceito baseado em julgamento (já para não dizer "condicional")

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu SÓ CONSIGO REALMENTE PERDOAR-ME pelos meus comportamentos abusivos/destrutivos CASO NÃO EXISTA QUALQUER JULGAMENTO dos mesmos -- pois o perdão é um retorno À inocência, e este retorno não pode obviamente ter um ponto de partida baseado em julgamento.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao não julgar eu estou na verdade  a não colocar limitações ou exclusões em mim mesmo nem aos outros.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que à medida que me vou perdoando eu estou-me a libertar das limitações que eu impus em mim mesmo - e como tal estou a criar a capacidade de me expressar livremente: O verdadeiro Livre Arbítrio.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para me libertar de todas as minhas limitações mentais -- para me libertar de todos os Vírus Comportamentais /pensamentos, sentimentos, emoções e reacções destrutivas/abusivas -- eu terei de me perdoar de forma a realizar/ver/libertar-me de:
COMO é que eu me limito?
QUANDO é que eu me limito?
PORQUÊ é que eu me limito?
O QUÊ é que eu permito que me limite?
QUEM é que - pela minha permissão - me limita?

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para eu me tornar verdadeiramente livre eu terei de me perdoar e corrigir a minha expressão oral e física até que todos os relacionamentos que eu estabeleço neste mundo - com tudo e com todos - seja claramente de UNIDADE e IGUALDADE --- pois QUEM EU SOU é SEMPRE reflectido nos relacionamentos que eu estabeleço.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o perdão próprio é a chave para eu estabelecer QUEM EU SOU como Unidade e Igualdade com e como Vida -- pois através do perdão eu liberto-me de todo o "fardo" que me limita e incapacita a minha expressão de Vida.


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