16 de outubro de 2012

Dia 110 - MLV - A Máscara do Medo

16 de outubro de 2012

MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que toda a gente tem medo e no entanto andaos com "máscaras" de forma a darmos a entender que "está tudo bem" -- e assim fazemos da experiência do medo algo normal e natural e como tal não lhe damos a devida atenção para nos livrarmos dele.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a sociedade espera que que este sentimento de medo prevaleça dentro de nós mas que ao mesmo tempo não se fale sobre o mesmo -- pois foi esta mesma sociedade que nos ensinou a fazê-lo, e assim somos controlados pelo medo imposto pela sociedade sem que questionemos a origem e a veracidade dos medos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que entender/compreender o medo e a sua origem irá trazer liberdade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que enquanto o medo não for entendido/ceompreendido eu irei estar sempre a sua influência sem sequer saber como nem quando - e assim vejo que continuarei um escravo do medo, vivendo num constante stress e ansiedade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que sempre que eu não estiver a expressar aquilo que estou realmente a sentir é porque estou a por uma máscara que a sociedade requer e assim irei continuam um escravo dos sentimentos = nunca serei livre do medo/ansiedade/stress que experiêncio.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu nunca posso mentir a mim mesmo!! E como tal eu estou sempre ciente de quando estou a por uma máscara.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a sociedade nos ensina desde muito cedo a pôrmos máscaras -- e assim protegemo-nos de "fazerem pouco de nós"
As crianças dizem "Olha o mariquinhas pé de salsa"
Os adultos dizem "Mas esta pessoa não tem vergonha na cara? Não tem orgulho?"
Assim garantimos que nos limitamos a NUNCA expressarmos o que realmente sentimos e continuamos a repremir o que vai dentro de nós -- no entanto a experiência continua a nos influenciar e acabamos por nos tornar adultos que se comportam de uma certa e determinada forma que acaba por não se questionar nem a sociedade que a moldou.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como os pais exigem que os filhos coloquem máscaras quando vêm que o que são incapazes de lidar com aque os filhos sentem e expressam -- e assim somos ensinados a colocar máscaras quando existe uma incapacidade de se lidar com aquilo que experiênciamos, e fazemos isto para o resto da nossa vida pois foi assim que os nosso pais nos ensinaram a lidar com este tipo de expriências.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que os nossos sentimentos, na sua maioria, não correspendem áquilo que a sociedade nos exige - e como tal somos forçado a colocar uma "máscara" de forma a evitar sermos ridicularizados.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a sociedade nos ensina que é preferível colocar uma "máscara de entendimento" do que colocar uma questão com o potêncial de sermos ridicularizados.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que as "máscaras" que colocamos são baseadas em medo e criádas pelo medo.


Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao aceitar a máscara do medo acabamos por aceitar todas as outras máscaras.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao aceitarmos as nossas máscaras acabamos por aceitar as máscaras dos outros -- e assim acabamos por viver num mundo onde andamos todos mascarádos e a verdade sobre nós mesmos anda sempre escondida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como os pais ensinam os filhos a colocarem máscaras quando, por exemplo, se tem visitas em casa e não estão com disposição para isso: assim que as visitas entram em casa colocam um sorriso como se "estivesse tudo bem".

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