20 de dezembro de 2012

Dia 116 - MLV - HONESTIDADE: Quem penso ser VS Quem Sou.

20 de dezembro de 2012

MLV - Mente Livre de Vírus

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao longo dos anos eu fui acumulando camadas de deshonestidade que se tornarem "quem eu penso ser".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que, assim como se descasca uma cebola, ao remover/retirar as camadas de deshonestidade que em mim existem, eu irei chorar de vez em quando ao me aperceber do abuso que tenho provocado a mim mesmo -- assim como também irei chorar por me aliviar do fardo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu tenho de me ver livre de todo o fardo que tenho andado a carregar ao per-DOAR tudo - e assim serei Livre para me recriar (RENASCER) como um e igual com e como tudo e todos.

 Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido ter a fé de uma semente de mostarda quando tomo a decisão de me ver livre das minhas imperfeições/deshonestidades -- e tudo o que eu requiro é unir as condições necessárias para que este novo Eu germine com todo a agloria -- e as condições são simplesmente a dedicação em viver aqui com e como cada respiração, expressando-me em honestidade própria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que A VERDADEIRA FÉ reside no ENTENDIMENTO de quem eu realmente sou e em como é possivel eu eliminar toda a minha deshonestidade de uma forma que pode ser FÍSISICAMENTE medida/testada.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que no processo de transformação/mudança nós somos "testados" de forma a ver se a nossa mudança é real ou se não passa de uma farça.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que quando somos "testados" o que está a ser testado é a nossa hoinestidade própria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que é impossivel ser-se honesto connosco próprio com a intenção de obter um determinado resultado - pois tal é interesse próprio.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar quem nos tornamos ao sermos honesto connosco próprios é algo que não pode ser previsto! - e neste facto reside a veracidade da honestidade própria.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao tentar ser honesto comigo próprio para obter um certo resultado só demonstra que eu não estou na verdade a ser honesto comigo mesmo pois, em honestidade própria, é impossivel saber/determinar qual será a nossa expressão -- e assim sabemos que o "teste" é real!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permtiido realizar que é o passado que determina a minha desonestidade (o meu programa)-- e como tal, para ser honesto comigo mesmo, eu tenho de investigar o passado, identificar os eventos/acontecimentos que acabaram por definir quem eu sou como mente/ego, e libertar-me de tal fardo para, EM HONESTIDADE PRÓPRIA, me descobrir e me criar como algo/alguém que não está limitado pelos "pecados dos pais" que têm sido passados de geração em geração.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como certos acontecimentos no meu passado acabaram por determinar as decisões que eu tomei e que me levaram até aqui -- e como tal aqui reside a prova que estas decisões não foram feitas "de livre vontade" mas sim o resultado/consequência do meu passado -- e como tal, agora com o entendimento de como eu me criei e com o entendimendo de porque é que eu me encontro na posição que me encontro, sou capaz de tomar novas decisões que não estejam contaminadas pelo passado e pelas ideias/crenças que eu criei sobre mim mesmo -- e assim a minha decisão passa a ser baseada em livre arbítrio em vez de "prisão-do-passado-arbítrio".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a verdadeira INTENÇÃO de me recriar/mudar com base na honestidade-própria passa pela libertação dos condicionamentos passados -- e assim a acção para manifestar tal intenção será uma acção de VERDADEIRA LIBERDADE.

0 comentários:

Enviar um comentário

 
◄ Free Blogger Templates by The Blog Templates | Design by Pocket