20 de dezembro de 2012

Dia 118 - Moralidade, Liberdade, Possibilidades, Totalidade e VIDA

20 de dezembro de 2012


Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar constantemente absorvido na minha mente - nos meus pensamentos, sentimentos, emoções e experiências energéticas - em vez de parar, respirar e dar-me direcção --- pois se eu não o fizer o que é CERTO é que eu continuarei a criar as mesmas experiências , mantendo os mesmo hábitos destrutivos.

Quando e assim que me vejo a ter pensamentos de natureza "derrotista" - nos quais eu me defini como incapaz de parar a miséria e o sofriemnto que vai dentro de mim - eu paro e respiro. Nesse momento eu realizo que EU DECIDO. Eu sou o CRIADOR -- sou eu que crio as minhas experiências, os meus pensamentos, os meus sentimentos, as minhas emoções -- e como tal, se qualquer um destes for obviamente destrutivo (pensamentos de inferioridade/incapacidade) eu tenho a capacidade de os parar! E eu sei que inicialmente vou ter uma resistência em mudar/parar, mas se assim não fosse eu não estaria prisioneiro da mente e como tal não estaria num constante estado de incapacidade de me dar direcção -- assim sendo é natural que haja uma resistência em me dar direcção -- no entando, eu realizo, que esta resistência irá deixar de existir quando eventualmente eu fizer da direcção própia parte da minha aplicação diária automatizada! Ou seja, eu vou ter de REMOVER (delete) o PROGAMA de sofrimento/apatia/depressão e INSTALAR/INTEGRAR na minha memória celular (no meu corpo físico) o "PROGRAMA" da VIDA na qual Quem Eu Sou como Vida é sempre o Princípio Directivo!

1 - A minha moralidade -- o que eu acho certo/errado, bem/mal, bom/mau = que é no fundo o meu julgamento sobre o mundo e mim mesmo -- continua a ditar quem eu sou, e o que eu faço, e como faço as coisas - continua a alimentar os meus pensamentos, sentimentos, emoções e experiências.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que a minha moralidade seja o factor determinante da minha experiência.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao permitir que a moralidade me defina esta acabará por fazer que eu ande constantemente entra a polaridade/julgamento do positive/negativo; bom/mau.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir-me de acordo com a "moral da história" (passado) da minha vida até agora -- em vez de me libertar dos condicionamentos mORAIS (transmitidos oralmente/por palavras por aqueles que faziam/fazem parte do meu meio em redor)para que eu possa ser LIVRE para me re-CRIAR como VIDA.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que o programa MORAL do "bom e do mau" comunicado pelas vozes do passado (Oral) esteja constantemente em "SIM-TONIA" na minha cabeça --- fazendo com que os SIM-TOMAS dos TONS (frequências) se manifestem nas minhas experiências, palavras e acções.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar agarrado à ideia/crença que eu tenho de mim mesmo baseado no meu programa de "moralidade" -- e como tal julgar-me como menos/inferior quando os meus pensamentos, sentimentos, experiências, palavras e acções não correspondem à ideia que eu tenho da polaridade positiva do programa de "moralidade".

Quando e assim que me vejo com uma "conversa de fundo" na minha mente proveniente do meu programa de "Moralidade" que utilizo para me julgar como "bom ou mau": EU páro e respiro. Nesse momento realizo que eu estou a decidir em ter/criar tal conversa de fundo, e caso eu continue a participar nela eu estou na verdade a auto-destruir-me pois na verdade encontro-me num estado esquizofrénico -- no qual "vozes" (oral) na minha mente ditam o que é "bom/mau".

Quando e assim que me vejo com sintomas de esquizófrenia -- indicados pelas conversas de fundo na minha mente nas quais eu me auto-sabotajo: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que EU é que sou o factor determinate de tudo o que se passa na minha mente - e tudo o que experiencio. Como tal eu dou direcção a mim mesmo ao me focar (ficAR) aqui no físico em vez de me submergir na ilusão das frequências (tons) dos pensamentos.

2 - Esta moralidade é um obstáculo a eu me tornar COMPLETO = UM e IGUAL.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como a minha "moralidade" é o obstáculo à minha auto-realização.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como esta moralidade que é definida pelo "positivo/negativo" ; "bom/mau" é em sí a ideia/crença de SEPARAÇÃO -- e como tal, ao participar nesta, é obvio que eu não estou UM e IGUAL com e como a VIDA/TUDO/TODOS e assim sendo não me encontro com o poder/capacidade de me dar direcção pois estou a ser direccionado pela energia (positivo/negativo) do Programa "MORALIDADE".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu SOU/ESTOU AQUI COMPLETO/UM/TOTAL/ABSOLUTO ao não permitir que a "MORALIDADE" (positivo/negativo = energia = a árvore do "bem e do mal" = "maçã do pecado") me invada a minha Inocência/União com "Deus"/VIDA.

Quando e assim que me vejo a ser Moral-MENTE controlado pelas vozes (oral) na minha mente: EU páro e respiro. Nesse momento realizo que eu criei estas vozes, eu sou responsável pela existência destas vozes - e como tal eu sou responsável por as manter ao me permitir dar-lhes ouvidos. Assim sendo eu realizo que sou eu que tenho a capacidade de as parar.

Quando e assim que me vejo sujeito à influencia das "vozes morais" na minha mente: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que ao permitir que estas vozes existam na minha mente e me controlem eu não estarei a alcançar o meu verdadeiro potêncial: EU NÃO SEREI COMPLETO, pois estarei dividido em partes (PARTIDO-político?) de "bom/mau" ; "certo/errado" ; "esquerda/direita" = Polaridade.

3 - Subconscientemente eu estou a lidar com a minha total EXISTÊNCIA (vidas passadas?). Os meus pensamentos, sentimentos, emoções e experiências actuais são o resultado acumulado de tudo o que eu pensei, senti e experiênciei -- e dai, atravéz do meu julgamento "certo/errado" eu tornei tais pensamentos, sentimentos, emoções e experiências parte da minha "Moralidade" -- que representa a MORAL-da-história-da-minha-IDADE.
É engraçado notar que, tendo em conta que eu fui criado "à imagem e semelhança de Deus" (segundo a Bíblia) é claramente visível que eu sou "filho" de um Deus julgador = O Juiz que decíde o que está certo e errado --- em vez de SER um verdadeiro CRIADOR e DECIDIR a todo o momento CRIAR experiências que refletem a minha União e Igualdade para com Tudo e Todos, para com a VIDA! --> Assim sendo verdadeiramente LIVRE/TOTAL.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que o meu subconsciente - Toda a minha EXISTÊNCIA - seja o factor determinate dos meus pensamentos, sentimentos, experiências, palavras e acções -- em vez de realizar que eu sou capaz de me dar direcção a todo o momento, DECIDINDO quem eu sou a cada momento em vez de estar SUJO-eito ao Passado-Moral (moral-idade) que define o meu  subconsciente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido "levar a vida passo a passo" - de "respiração em respiração" - fazendo desta forma com que todos os momentos Vividos sejam resultado da MINHA DECISÃO como CRIADOR - em vez de serem FRUTO (da árvore do "bem e do mal" = moralidade) do meu passado/subconsciente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ser um escravo da mente/moralidade/passado ao me permitir estar sujeito aos julgamentos da mente em vez de "honrar o Pai" (Deus/Vida) ao ser um verdadeiro CRIADOR, criando-me à imagem e semelhança da VIDA.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a LIBERDADE reside na capacidade/poder de ME CRIAR a partir do "nada" --- assim como "Deus" tem o poder/capacidade de Criar TUDO a partir do "nada" -- o que em sí é claramente o exponêncial máximo de LIBERDADE.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a minha Liberdade começa por eu me ver Livre da "moralidade"/julgamento que eu tenho sobre mim mesmo e sobre o mundo -- pois caso eu permita que este exista eu irei continuar a ser um escravo do passado, constantemente presso/amarrado à MENTIRA (mente) que reside no meu Subconsciente.

Quando e assim que me vejo a ter pensamentos MORAIS que definem a minha existência - ou seja, "quem eu me permitdo ser": o que penso, sinto, experiêncio, digo, faço) - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que esta "moral" provém do meu SUBconsciente --> e como tal é a SUB-Tracção do "Con" (mau) e do "ciente" (bom) = que resulta na ideia/crença que eu tenho sobre mim mesmo como SEPARADO da VIDA.

4 - Conscientemente - ou seja, na mente-consciente - necessido de abrandar todos os pensamentos, e a pouco e pouco pará-los de forma a que eu atinja um estado de "Nada" -- no qual Eu sou LIVRE para criar qualquer pensamento e agir de imediato, sem qualquer resistência.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido que a minha mente consciente estaja sujeita à MORALIDADE da mente subconsciente à medida que os pensamentos que eu estou ciente (mente-consciente) surjam SEM que QUEM EU SOU COMO VIDA lhes tenha dádo origem.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido PARAR TODOS os pensamentos provenientes da minha mente consciente (Programa Moral) de forma a que QUEM EU SOU COMO VIDA possa CRIAR/DAR ORIGEM a palavras e acções que apoiem a minha expressão como UM e IGUAL com e como a VIDA.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu sei exactamente quando é que me estou a sabotar com pensamentos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que para me re-CRIAR por COMPLETO é necessário que eu esteja completamente "limpo/vazio" --- assim como uma nova peça musical começa num "fundo" de silêncio.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao "silênciar"/parar os meus pensamentos eu CRIO a possibilidade/capacidade/poder de ME CRIAR como quem eu Realmente Sou como VIDA.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que as resistências que tenho em parar os pensamentos e me dar direcção são reais em vez de realizar que não passam de energias provenientes da minha mente subconsciente: O meu programa Moral baseado na polaridade (energia) do "bom/mau".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que EU DECIDO participar ou não nas energias/resistências da MENTE.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao permitir que as energias/resistências me controlem eu estou na verdade a permitir estar sujeito à ideia/crença (moralidade) que eu tenho sobre mim mesmo como MENTE/MENTIRA/ILUSÃO.

Quando e assim que me vejo a participar nos pensamentos destrutivos da mente (pensamentos energéticos/morais) -- Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que que eu tenho a CAPACIDADE/PODER de DECIDIR QUEM EU SOU NESSE MOMENTO: MENTE ou VIDA? MENTIRA ou VERDADE? ILUSÃO ou REAL? Assim sendo foco-me naquilo que é REAL/VIDA/FÍSICO/VERDADE e dou-me direcção, não permitindo que a energia da mente se sobreponha/imponha a este "pedaço de Terra" que é este Corpo, UM e IGUAL com TODO o UNIverso/Existência. 

5 - O meu passado tem de "passar" a ser algo "vulgar" de forma a que eu não coloque conotações de superioridade e/ou inferioridade nas minhas memórias, e como tal serei Livre para agir sem estar condicionado pelas memórias -- ou seja, se eu permitir que o meu passado me defina = eu serei um prisioneiro do passado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido valorizar o meu passado come "especial" e desta forma fazendo com que este (o passado) faça parte do meu presente a todo o momento - em vez d realizar que ao permitir/acreditar que o meu passado é especial eu estou a "especializar" e a "especificar" o meu presente de acordo com o meu passado - o que faz de mim um prisioneiro do meu passado, incapaz de ser LIVRE para escolher a cada momento QUEM EU SOU COMO VIDA.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido reviver o meu passado ao me comportar constantemente da mesma forma que me comportei no passado - Este com-portamento é uma com-porta que não permite que u "flua" como um Livre "Rio de Vida".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter medo de quebrar a barreira (barragem/comporta) que me mantem no passado. 

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que eu sou o "Joao" que fui ensinado/programado a ser em vez de realizar que tal é na verdade o sistema/programa/consciência que me limita.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao me ver livre de quem eu penso ser eu crio a possibilidade de me CRIAR como Vida como Quem Eu Realmente Sou.

Quando e assim que me vejo a pensar/dizer e agir da mesma maneira que agi no passado e claramente verifiquei que o resultado não é o que é melhor para mim/todos - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se eu não mudar eu irei continuar na mesma: um prisioneiro/escravo do passado. Assim sendo eu re-CRIO-me (através do poder de Deus/Vida) em vez de me julgar como "inferior e incapaz" - pois é exactamente isto que eu tenho feito até agora.

6 - O processo que enfrento (futuro) é uma constante "meditação" -- ou seja, a cada momento eu estou AQUI presente com e como a respiração, não me permitindo que "as vozes na mente" (os julgamentos passados = as vozes da moralidade) me controlem.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido enfrentar quem eu me tornei em separação de mim mesmo/vida ao estar AQUI presente a respirar, não permitindo que as vozes da "moralidade" (julgamento) me controlem.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a "me-dita-acção" é o "Eu" (me) a "Ditar" a "Acção" a cada momento da respiração

Quando e assim que me vejo a ter dúvidas sobre Quem eu Sou como vida - e dúvidas sobre a decisão em Viver Tal - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estas dúvidas não passam de vozes na mente criadas por mim cujo único objective é manter-me um prisioneiro da mente/ego.

7 - Enquanto eu permitir que a Moralidade me defina eu irei continuar num estado esquizofrénico, constantemente na polaridade do "bom e do mau", do "certo e do errado".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido existir num constante estado esquizofrénico ao permitir que as vozes na minha mente definam quem eu sou, o que penso, o que digo e o que faço.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o estádo esquizofrénico é o resultado da dúvida/incerteza sobre QUEM EU SOU COMO VIDA.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter conversas internas comigo mesmo nas quais eu me divído/separo - assim sendo, por definição, deixo de ser UNO (Um/Igual) e como tal sujeito a movimentos energéticos (pensamentos/sentiemtos/emoções/experiências).

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido acreditar que as vozes da moralidade que me dizem o que é "bom" e/ou "mau" são verdadeiras em vez de realizar que estas representam a minha esquizofrenia.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao ser honesto comigo mesmo não é possivel encontrar-me num estado esquizofrénico.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido separar-me de mim mesmo ao me permitir julgar - em vez de realizar que tal faz parte do sistema esquizofrénico da mente.

Quando e assim que me vejo num estado esquizofrénico - Eu páro e respiro. Assim realizo que a solução é obvia, e que a decisão a tomar é sempre obvia considerando aquilo que é melhor para todos.

8 - Esta NOVA VISÃO de mim sem ser/estar influenciado pela Moral-IDADE (os pecados dos pais passados de geração em geração) é a ÚNICA "IMAGEM" aceitável  a se manter na minha mente -- e atravéz da aplicação prática transformo esta "imagem" em actos físicos que provam que eu estou realmente Dedicado a me expressar como VIDA, como um e Igual.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido manifestar a "visão/imagem" de mim mesmo como VIDA a cada momento.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que todas as "visões/imagens" que não representam aquilo que é melhor para todos são na verdade "miragens" de vida alimentadas pelas vozes da moralidade.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que são as vozes da moralidade que me tentam "desviar do caminho" da Vida -- são estas vozes que julgam e destroiem a "Visão/Imagem" de mim mesmo como VIDA.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido "agarrar-me" à Visão/Imagem" de mim mesmo como Um e Igual como Vida - e a cada momento garantir que a minha expresão é o reflexo de tal "Visão/Imagem".

Quando e assim que me vejo a a rranjar desculpas e justificações para não viver a VISÃO de Quem eu Sou como Vida - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estas desculpas e justificações são as vozes da moralidade que justificam e desculpa a moral

9 - Enquanto eu me permitir ser escravo da minha moralidade/passado = eu irei continuar a  NEGAR a mim mesmo um leque de novas POSSIBILIDADES. Estas POSSIBILIDADES de EXPANSÃO só estarão ao meu alcanse caso eu me dedique na TOTALIDADE à VIDA!

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido negar a mim mesmo o potencial que em mim existe ao me permitir estar sujeito à influência das mentiras da mente (moralidade) - em vez de me dar direcção a viver aqui a cada momento com e como a respiração, expressando quem eu realmente sou como vida

 Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido viver no passado de iadeias sobre o que é "certo" e o que é errado" - e através destas ideias acabar por me julgar. Ao me julgar estou a negar a mim mesmo as variadas possibilidades.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que é Vida é um processo de Criação -- e para que este processo de criação possa ter lugar é necessário que existam POSSIBILIDADES! Assim sendo eu só "estarei vivo" ao me permitir expandir-me/expressar-me de acordo com as possibilidades que eu dou a mim mesmo.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a moralidade contraria as possibilidades de criação.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o leque de possibilidades de expressão de vida estão para além da "mente moral" proveniente do passado.

Quando e assim que me vejo a negar a mim mesmo novas possibilidades de criação (Vida) devido à Moralidade: Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que me estou a limitar, e que a experiência/pensamento/sentimento MORAL (bom/mau; gosto/desgosto; certo/errado) não passa do obstáculo que me impede de VIVER e de me expressar como VIDA.

10 - A chave é em si a TOTALIDADE: Viver a DECISÃO de me DEDICAR à VIDA NA TOTALIDADE - em ABSOLUTO.
Esta totalidade reside AQUI a cada respiração, e não num "futuro" ou "passado".
AQUI eu me dou DIRECÇÃO de forma a viver o COMPROMISSO de DEDICAÇÃO à VIDA!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido VIVER na TOTALIDADE a DECISÃO de me CRIAR como VIDA.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o medo de falhar é um obstáculo a viver quem Eu sou como VIDA na TOTALIDADE.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido viver AQUI na e em TOTALIDADE com e como a respiração, garantido que a cada momento eu me estou a dar direcção, que eu me estou a criar como VIDA.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que que eu sou AQUI como VIDA está para além dos pensamentos/sentimentos/emoções/experiências MORAIS da mente -- como tal eu não me permito que o passado interfira na minha expressão: A cada momento da respiração eu encontro-me AQUI, corrigindo-me, dando-me direcção, pondo um fim à MORALIDADE que me impede de VIVER!

Quando e assim que me vejo a ser MENOS que que Quem Eu Sou como Vida AQUI em TOTALIDADE - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que me estou a julgar - realizo que me estou a permitir ser afectado pela energia/pensamento/sentimento/emoção da MORALIDADE que diz "Eu não sou capaz, eu sou um falhado, eu sou imperfeito". Nesse momento dou-me direcção de forma a me corrigir e a me expressar como quem eu realmente sou, em TOTALIDADE, como VIDA.

Eu dedico-me a VIVER Aqui a cada respiração, dando-me direcção a viver QUEM EU SOU na Totalidade como Um e Igual com e como a VIDA.


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