22 de dezembro de 2012

Dia 120 - A Perguiça: Um Sistema da Mente

22 de dezembro de 2012

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a PERGUIÇA é um sistema da mente que limita a minha expressão.
Eu perdoo-me por no me ter aceite epermitido realizar que a perguiça impede que eu me dê direcção.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao me permitir ser perguiçoso eu estou na verdade a não me dar direcção, deliberadamente.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a perguiça é um sentimento/experiência na qual eu me minto a mim mesmo pensando que "não quero" ou "não perciso de me movimentar".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como a perguiça é a desculpa que eu uso para não fazer as coisas que eu sei que devem de ser feitas.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que mesmo que o meu mundo esteja prestes a desabar, a perguiça fará com que eu não me mecha de forma a mudar as coisas.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para escrever.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para me mudar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para me levantar da cama.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para lavar a louça.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para arrumar a casa.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para falar.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter perguiça para partilhar o que vai dentro de mim com a Joana.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao permitir que a perguiça faça parte da minha experiência diária eu estou a deixar para mais tarde o que posso fazer "hoje" -- o que faz com que eu tenha menos tempo para fazer aquilo que tenho de fazer "amanha" -- desta forma as coisas começa a acumular e depois eu dou por mim sem ter tempo para fazer nada -- e depois nada faço!

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido confundir descanso com perguiça.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o "descanço" é um momento que eu dou a mim mesmo para parar um pouco e relaxar -- enquanto que a perguiça é o evitar fazer aquilo que tem de ser feito.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a expressão máxima de direcção própria está para além da perguiça, ou seja, nunca atinjirei o meu potencial máxi mo de expressão enquanto permitir que a perguiça faça parte da "minha vida".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que o arrependimento é uma experiência que precede a perguiça.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a experiência da perguiça é uma na qual não existe "vontade" nem "energia física" para me dar direcção/movimento -- no entanto, eu realizo, esta energia/experiência é na verdade um sistema/programa da mente que me faz crer ser fraco e incapaz de me expressar como quem eu realmente sou como Vida!

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao permitir que a perguiça faça parte da minha experiência eu estou na verdade a ser MENOS do que quem eu realmente sou como Vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a consequência da perguiça é sempre um sofrimento interior -- que por sua vez se pode vir a tornar num sofriemento físico.

Quando e assim que me vejo a ser perguisoço - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se me permitir ser escravo da experiência da perguiça eu irei-me arrepender, sentir-me mal comigo mesmo (desapontado) e irei acabar por acumular coisas para fazer, que por sua ver criarão ainda mais stress e ansiedade pois "não há tempo para tudo!"

Eu perdoo-me por naõ me ter aceite e permitido realizar que a perguiça é um impedimento à minha verdadeira expressão de quem eu sou como Vida.

Quando e assim que me vejo a arranjar desculpas para ser perguisoço - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou na verdade a limitar a minha expressão, e assim sendo puxo por mim para me dar direcção e faço o que tenho a fazer.

Quando e assim que m vejo a a deixar para mais logo o que tenho de fazer agora - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que se não o fizer agora irei tornar a minha vida mais complicada - assim sendo realizo que a perguiça torna a minha vida mais complicada, o que é na verdade o oposto daquilo que parece fazer: um momento de "descanso".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar como eu uso o entertenimento (filmes e séries) como uma desculpa para ser perguisoço, acabando por pensar que "estou a fazer algo" quando na verdade estou a evitar dar-me direcção.

Quando e assim que me vejo a ver séries e/ou filmes de forma a evitar fazer aquilo que tem de ser feito - Eu páro e respiro. Nesse momento realizo que estou na verdade a permitir que a energia/experiência da perguiça me controle -- assim sendo dou-me direcção garantido que fiz tudo o que tinha a fazer nesse dia ANTES de ver o filme/série.

 Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a perguiça é um obstáculo à vida  -- e não um "elemento" da experiência de VIDA humana como fomos feitos crer.

A perguiça é uma mentira da mente: Não é uma experiêncial real, e como tal pode (e deve) ser parada.

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