6 de janeiro de 2013

Dia 132 - Apego ao Passado: O Perdão-Próprio

6 de janeiro de 2013

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ter apego ao passado.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao estar apegado ao passado eu não estou Aqui a viver.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido realizar que a realidade é o que está a ter lugar neste momento -- e como tal, ao me permitir ter apego ao passado, eu não estou a participar AQUI nesta realidade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido julgar-me de acordo com o meu passado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e epermitido acreditar que sou mais e/ou menos devido ao meu passado.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar triste comigo mesmo (e zangado) devido a quem eu me permiti ser no passado em vez de realizar que AQUI neste momento eu sou capaz de me redefinir de acordo com quem eu realmente sou como vida e agir como tal.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido deixar-me ir abaixo, acabando por viver os mesmos comportamentos do passado, em vez de me dar direcção AQUI neste momento, corrigindo as minhas desonesdidades próprias.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar num modo apático em ver de realizar que tal é o resultado do meu apego ao passado.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao permitir estar apegado ao passado eu estou a permitir ser um escravo do passado, acabando por carregar comigo mesmo um fardo que me dificulta o meu movimento e expressão.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido definir-me de acordo com as minhas experiências e como tal acabar por ter uma ideia de mim mesmo baseada em acontecimentos em vez de ser eu a me CRIAR de acordo com quem eu sou como VIDA, Um e Igual.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido ficar deprimido em vez de realizar que a depressão é o resultado do meu apego ao passado devido à minha auto definição de acordo com as minhas memórias e julgamentos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não me livrar do fardo do passado eu irei continuar a fazer deste fardo cada vez maior e como tal eu irei ficar cada vez mais fraco e "cansado de viver" neste estado.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao VIVER Aqui na totalidade, com e como a respiração, eu não me permitirei ser um escravo do passado - e como tal estarei AQUI honesto comigo mesmo, expressando-me na totalidade, dando-me direcção sem qualquer "PESO na consciência".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido relaizar que o apego ao passado é um "peso na cosnciência".

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que ao me definir de acordo com as minhas memórias eu estou a criar em mim um peso na consciência.

Eu perdoo-me por não me etr aceite e permitido realizar que ao lamentar o que "fiz ou não fiz" eu estou-me a isolar da realidade e como tal estou a existir no passado

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