12 de janeiro de 2013

Dia 138 - A Celebração da Vida: A Célebre-Acção

12 de janeiro de 2013


Muito gostamos nós de celebrar... Mas será que existem verdadeiros motivos para o fazer? Senão vejamos: guerras, conflitos, fome, pobreza, poluição, desflorestação, prostituição, doenças, crise económica...

Porque é que havemos de celebrar quando na verdade, tendo em conta a situação global, as coisas estão um caos e a piorar cada vez  mais?? Não fará mais sentido resolvermos os problemas todos e depois SIM celebrar o facto que resolvemos os problemas e que "vivemos em paz e harmonia"?

Uma coisa interresantíssima a constatar é o facto que só quem tem dinheiro é que celebra! Quem não tem, se-fo#*$!

Se olharmos para as nossas vidas individuais, será que temos motivos para celebrar? Muito difícilmente. Porque? Porque a nossa Acção não é Célebre! Uma Celebração é uma Célebre-Acção!

 Quantas acções executas durante o teu dia que são dignas de serem "célebres"? Provavelmente nenhuma....
Dar dinheiro a um pobre e participar e a aceitar este mesmo sistema que cria o próprio pobre não é nenhuma acção célebre -- portanto, logo aí vês que a fasquía de actos dignos a celebrar é bem "alta" e muito para além daquilo que se pensa ser "honrado", "digno" e de "compaixão".

Aqueles que por ventura dedicam as suas vidas a acções verdadeiramente célebres nem sequer tem "têmpo" para celebrar pois o mundo está num caos tão grande que há muito a fazer!

Mas nem tudo o que parece é... As Vida não é assim tão "má" que nem dá possibilidade a termos um momento de celebração.
Na verdade, a cada momento da respiração é possivel celebrar. Estamos acustumados a celebrar a certa hora, com certas pessoas, em certas circunstâncias, com certas bebidas e substâncias que nem consideramos que o acto de celebrar se pode dar a cada momento -- senão vejamos: Não há nada mais célebre que a Honestidade Própria - e a cada momento da respiração temos a possibilidade de sermos Honestos Connosco Próprios -- logo, cada vez que DECIDIMOS ser Honestos Connosco Próprios estamos na verdade a Celebrar a VIDA pois a nossa Acção é devéras Célebre!

Ir para a cama depois de um dia no qual te dedicaste verdadeiramente a te corrigir pode ser um momento de celebração.


Passemos ao perdão próprio:

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido fazer de cada momento da respiração uma celebre-acção à medida que eu me direciono AQUI como quem eu sou como Vida.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu sou responsável por, a cada momento, garantir que Celebro a Vida ao me expressar como Vida, em Unidade e Igualdade com Tudo/Todos.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a mente irá sempre opor-se à Celebre-Acção que é respirar e ser Honesto comigo mesmo.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido negar a mim mesmo momentos de celebração ao permitir que a mente me controle/domine.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a celebração da Vida dá-se a cada momento que eu sou Honesto comigo mesmo como quem eu sou como Vida.

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