23 de janeiro de 2013

Dia 144 - Polaridade: A Tempestade Interna

23 de janeiro de 2013

Tenho-me sentido como se estivesse numa tempestade.

Sinto que me falta coragem para enfrentar esta tempestade por mim criada.

Não encontro a simplicidade do silêncio no meio de tanta comparação ("fiz bem/fiz mal"), na luta interna, na tentativa de controlar tudo e na perguiça de me por a mexer e mudar.

Tornei-me um prisioneiro da minha própria mente - e assim é-me impossivel completar o "Puzzle" da Vida = Criar-me como Vida.

A solução, obviamente, encontra-se em parar a polaridade que causa a comparação e que dá origem a toda a luta e controlo. A perguiça para me mudar não passa do comforto que sinto neste estado mental de auto destruição -- O que não faz sentido nenhum... Mas assim como o prisioneiro que passou toda a sua vida numa prisão, quando em liberdade prefere voltar para a cadeia pois essa tornou-se a sua zona de conforto, e o "mundo lá fora" é um novo mundo, desconhecido, no qual esse prisioneiro tem de se recriar para se integarr na sociedade.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar para mim mesmo obstáculos à minha direcção.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que se eu não criar a coragem para por um fim à tempestade irei continuar na mesma.

EU perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que eu estou a negar a mim mesmo silênciar a minha mente ao permitir que os pensamentos me digam "quem sou", o que "tenho de fazer", o que "tenho de dizer" e o que e "como me dovo sentir".

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar constantemente a me julgar ao definir as coisas que penso e que faço como "bem/mal" e assim acabo por existir numa luta entre o "bem e o mal", incapaz de me dar direcção verdadeiramente. Ao me permitir estar neste estado continuo na um prisioneiro da polaridade da mente (energia).

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido criar uma luta interna ao me julgar quando quem eu sou não é o reflexo daquilo que eu desejaria ser.

Eu perdoo-me por não me ter aceite e permitido realizar que a ideia que eu tenho de mim mesmo é o ponto de comparação que eu uso para me sentir mal comigo mesmo quando "me porto mal". Assim sendo eu realizo, vejo e compreendo como é essencial parar toda a polaridade (bom e mal) pois se não o fizer serei sempre um prisioneiro da minha mente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido tentar controlar os meus pensamentos em vez de realizar que só ao pará-los é que eu sou capaz de criar para mim mesmo a possibilidade de me criar em unidade e igualdade - pois controlar tentar controlar os pensamentos continua a ser participação na mente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido sentir-me confortável no desconforto que é existir na polaridade da mente.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido participar nos pensamentos, sentimentos, emoções e experiências geradas pela mente em vez de me dar direcção a cada momento, não permitindo que as resistências (energias) da mente me controlem.

Eu perdoo-me por me ter aceite e permitido estar num conflito interno em vez de realizar que eu criei-o e sou eu quem o participado no mesmo todo este tempo -- e como tal sou eu que tenho de decidir PARAR, não participar mais na mente e passo a passo criar-me como vida, mudando os vários aspectos/características em mim de forma a que sejam a imagem e semelhança da Vida.

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